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Essa incumbência seria a função da Câmara de Vereadores de Jucuruçu.

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Motorista é encontrado amarrado após caminhão ser alvo de roubo de carga na BR-101


Itabela: Um motorista foi rendido, amarrado e teve quase toda a carga roubada durante um assalto na BR-101, em Itabela. O crime ocorreu na noite de quinta-feira (6), nas proximidades do trevo do distrito de Montinho. 

Conforme a polícia, o caminhão foi levado para uma área de mata às margens da rodovia. O condutor, de 38 anos, foi mantido sob domínio dos criminosos durante a ação. 

A Polícia Militar chegou ao local após ser alertada por uma pessoa que passava pela rodovia e percebeu o veículo parado próximo à vegetação, a cerca de 15 quilômetros do posto da Polícia Rodoviária Federal, em Eunápolis. 

No interior da cabine, os policiais encontraram o motorista amarrado. A carga, composta por carretéis plásticos usados em embalagens, havia sido quase totalmente levada. O caminhão pertence a uma empresa do setor atacadista com sede em Vila Velha, no Espírito Santo. O caso segue sob apuração./Radarnews

Nova invasão: Grupo armado invade fazenda e expulsa produtores rurais em Prado; veja o vídeo


Um novo caso de invasão a propriedade rural foi registrado nesta sexta-feira (6) na Delegacia Territorial de Prado, no Extremo Sul da Bahia. De acordo com boletim de ocorrência, a Fazenda 2 Irmãos, localizada na região de Corumbáu, foi invadida durante a madrugada por um grupo estimado entre 15 e 20 homens encapuzados e fortemente armados. 

Segundo relato do proprietário e de trabalhadores, os suspeitos portavam armas de grosso calibre, efetuaram disparos e arrombaram os imóveis da fazenda, fazendo ameaças constantes. As vítimas afirmam que foram mantidas sob vigilância e intimidação, sendo obrigadas a deixar o local. Ainda conforme o registro, o proprietário teria sido coagido a gravar um vídeo declarando que a saída ocorreu de forma voluntária. 

Durante a ação, os invasores teriam levado uma caminhonete da propriedade, além de equipamentos agrícolas, eletrônicos e celulares. As vítimas relataram que o grupo afirmou agir em nome de supostas lideranças indígenas, alegando uma “retomada” da área. 

O delegado titular de Prado, encaminhou a ocorrência à Polícia Federal de Porto Seguro e comunicou o comando da Força Nacional que atua na região, onde há uma força-tarefa federal voltada a conflitos fundiários envolvendo produtores rurais e comunidades indígenas.


O caso reacende preocupações de moradores e setores produtivos sobre a segurança no campo, a origem de armamentos de alto poder de fogo e o impacto social e econômico desses episódios no Extremo Sul da Bahia. A expectativa é de que os fatos sejam investigados e os responsáveis identificados, com respeito ao devido processo legal./Bahiaextremosul

O isolamento como método: o esvaziamento político na gestão Lili em Jucuruçu

 


A política de Jucuruçu vive um momento que exige mais do que leitura apressada dos fatos. Exige atenção aos movimentos, às ausências e, sobretudo, às escolhas feitas dentro do poder. Desde o resultado das eleições de 2024, um padrão se consolidou de forma progressiva e inequívoca: o escanteamento sistemático de aliados eleitos na própria chapa do prefeito.


O pós-eleição de 2024: vitória sem coesão

Encerrado o processo eleitoral de 2024, três vereadores eleitos na chapa do prefeito Arivaldo — Cida Vieira, Tim do Hospital e Fredi do Hospital — passaram a ocupar um lugar politicamente desconfortável: o da formalidade sem influência.

Não houve ruptura pública. Não houve comunicado oficial. O que houve foi algo mais sutil e, politicamente, mais grave: a perda completa de interlocução efetiva com o Executivo.

Desde o início da legislatura, tornou-se visível que esses parlamentares deixaram de participar do núcleo de decisões do governo. A vitória nas urnas não se traduziu em espaço político, tampouco em capacidade de articulação junto ao Executivo.


2025: quando as indicações passaram a ser ignoradas

Ao longo de 2025, o processo se aprofundou. Indicações apresentadas pelos três vereadores — mecanismo legítimo e tradicional da relação entre Legislativo e Executivo em qualquer município — simplesmente não avançaram.

Projetos, demandas locais e sugestões políticas vindas desses parlamentares passaram a não produzir qualquer consequência administrativa concreta. Na prática, seus mandatos foram neutralizados, mesmo mantendo respaldo eleitoral.

Isso não é detalhe. Em cidades pequenas, onde a política se constrói no contato direto com a população, ignorar sistematicamente as indicações de um vereador equivale a esvaziar seu mandato.


O favoritismo explícito

Enquanto três vereadores eleitos na chapa do prefeito eram gradualmente afastados do centro de decisões, um dado chamou ainda mais atenção: a escuta exclusiva e recorrente do prefeito a apenas uma vereadora de sua base, a única que permaneceu plenamente alinhada e integrada ao Executivo.

O contraste é incontornável. A gestão passou a operar sob uma lógica de preferência pessoal, não de colegialidade política. Em vez de respeitar a pluralidade mínima de sua própria base, o prefeito optou por centralizar a interlocução em um único nome, transformando aliados eleitos em figuras decorativas.

Trata-se de uma prática incompatível com qualquer noção madura de liderança democrática.

Desprezar aliados não é estratégia, é falha de caráter político.

Na política, alianças não se mantêm apenas na vitória. Elas se consolidam no exercício do poder. Desprezar aliados eleitos, silenciá-los institucionalmente e negar-lhes espaço de atuação não é apenas um erro estratégico — é uma demonstração de desprezo político.

Governar com favoritismo é governar com miopia. Mais do que isso: é governar com ingratidão, rompendo o pacto mínimo entre liderança e base que sustenta qualquer projeto político duradouro.

A história recente de Jucuruçu mostra que esse comportamento não é episódico. É um modus operandi.


Um padrão que se repete

O afastamento de aliados após cumprirem seu papel eleitoral já ocorreu em outros momentos da trajetória política do prefeito. O que se vê agora é a repetição do método, aplicada novamente a quem ajudou a construir a vitória.

Na política, padrões reiterados deixam de ser coincidência e passam a ser identidade.


O efeito colateral: erosão da própria base

Ao optar por governar ouvindo poucos e ignorando muitos, o prefeito não fragiliza apenas seus aliados — fragiliza o próprio governo. Mandatos esvaziados produzem bases ressentidas, articulações enfraquecidas e um ambiente político instável.

A médio prazo, o custo desse isolamento tende a se refletir no cenário eleitoral seguinte.


O tabuleiro segue em movimento

Enquanto o discurso oficial insiste em afirmar que “não é hora de falar de 2028”, as ações da gestão revelam que o futuro já está sendo moldado — por exclusão, não por construção.

Em Jucuruçu, a política não para. E quando um governo escolhe governar desprezando aliados, ele não apenas redefine o presente: abre espaço para novas forças ocuparem o futuro.


O discurso, o silêncio e o tabuleiro: a política de Jucuruçu em movimento

A política de Jucuruçu nunca foi feita apenas de eleições. Sempre foi, antes de tudo, feita de gestos, sinais e silêncios. E é justamente nesse campo — menos visível, mas decisivo — que se desenha o atual momento político do município.

Publicamente, o prefeito Arivaldo repete que o foco da gestão é o presente. Que “não é hora de falar de sucessão”. Que 2028 ainda está distante. O discurso é de normalidade administrativa. Mas a prática revela outra coisa: o futuro está sendo organizado agora — não por meio de anúncios, mas por meio de exclusões graduais.


O método: esgotar sem expulsar

Ao longo dos últimos anos, consolidou-se um padrão reconhecível na política local. Não há rompimentos públicos, notas oficiais ou comunicados diretos de afastamento. O método é mais sofisticado — e mais eficaz.

Aliados deixam de ser ouvidos.
Pedidos não avançam.
Portas deixam de se abrir.
Decisões não chegam.

Formalmente, ninguém é declarado indesejado. Na prática, o recado é compreendido. Trata-se de um esvaziamento progressivo, um desgaste silencioso que força a saída sem jamais assumir o custo político do rompimento.

Esse comportamento não é novidade na história recente de Jucuruçu.


Um padrão antigo

No primeiro mandato, nomes relevantes do próprio grupo que ajudou a eleger o prefeito acabaram afastados do núcleo de poder. Figuras como Binha do Táxi, Nande Jardim, Leidian Jardim, Homo de Monte Azul e Gilson Koiô deixaram de ocupar espaço político efetivo. Em comum, todos passaram pelo mesmo processo: isolamento antes da ruptura.

Na política, padrões não se repetem por acaso. Eles indicam método.


O episódio mais recente — e talvez mais emblemático — envolve vereadores eleitos na própria chapa do prefeito. Cida Vieira, Tim do Hospital e Fredi do Hospital não foram oficialmente descartados. Nenhuma declaração pública do prefeito os apontou como problema. Ainda assim, o afastamento político foi evidente.

Quando três dos quatro vereadores eleitos com o prefeito passam a atuar fora do seu raio de influência, não se trata de ruído pontual. Trata-se de reconfiguração de poder. De acordar para algo que não está certo.

Sempre que um aliado se afasta, o roteiro se repete. O prefeito assume o papel de vítima: “me abandonaram”. Mas a pergunta que ecoa nos bastidores é outra: quem foi empurrado para fora?

A vitimização funciona como estratégia narrativa. Desloca a responsabilidade do gestor para quem saiu, ao mesmo tempo em que preserva a imagem pública do comando. É um jogo conhecido — e eficiente — em cidades pequenas, onde a memória política é curta e o discurso ainda pesa mais que os fatos.


Enquanto isso, do outro lado do tabuleiro

Enquanto aliados do prefeito se desgastam internamente, Uberlândia, ex-cônjuge de Arivaldo e derrotada na eleição de 2024, observa o cenário com calma. Fora do embate direto, sem ataques públicos, mantém-se politicamente visível.

O silêncio, nesse caso, não é ausência. É estratégia.

Na política, nem sempre vence quem grita mais. Muitas vezes, vence quem espera melhor.


A cidade e o desejo das ruas

Há um sentimento difuso, mas crescente, entre eleitores de Jucuruçu: o cansaço da polarização. A cidade tem sido, por décadas, refém de disputas entre grupos familiares, projetos personalistas e revezamentos de poder que pouco renovam.

O que emerge das ruas é o desejo por uma terceira via real:

·         alguém de Jucuruçu;

·         que não tenha governado antes;

·         que não seja fantoche de grupos tradicionais;

·         que não trate aliados como descartáveis;

·         que encerre a política de perseguição;

·         que una carisma, competência e novas ideias.

Esse desejo não tem, ainda, um nome definitivo. Mas tem espaço político.


O jogo não para

Ouça a narrativa!   

O tabuleiro está em movimento. Mesmo que o discurso oficial tente congelar o debate, as ações contam outra história. Na política, palavras podem esperar. Gestos, não.

Com os olhos voltados para 2028, Jucuruçu vive um momento de inflexão. Ou rompe com o ciclo de controle silencioso, esvaziamentos estratégicos e vitimizações recorrentes — ou seguirá prisioneira de um modelo onde o poder muda de mãos, mas não de lógica.

A pergunta que fica não é apenas quem será o próximo nome.

É se a cidade terá coragem de mudar o jogo.


Autor desconhecido mais super focado na verdadeira história de Jucuruçu.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Após divulgação no Jucurunet, homem desaparecido é encontrado em menos de uma hora



O senhor Edimilson Pereira Costa, que estava desaparecido, foi encontrado em menos de uma hora após a publicação da matéria no portal Jucurunet, demonstrando mais uma vez a força da informação e da mobilização popular.

Edimilson havia sido dado como desaparecido após sair da rodoviária de Itamaraju, o que gerou grande preocupação, especialmente por ele possuir problema de epilepsia.

Para alívio da família e de todos que acompanharam o caso, o senhor Edimilson foi localizado pelo vereador de Monte Azul, Totinha de Jucurucy. O edil entrou em contato com a redação e garantiu que Edimilson está bem e que em breve estará de volta ao convívio de sua família.

A família fez questão de agradecer ao portal Jucurunet pela rápida divulgação da notícia, ressaltando a importância da imprensa local na prestação de serviço à comunidade.

O caso teve um desfecho positivo e reforça o compromisso do Jucurunet com a informação responsável e com o bem-estar da população.

Por/Jucurunet

Final Feliz: PM localiza irmãos desaparecidos em Itanhém; crianças tentavam chegar de bicicleta ao pai no Espírito Santo


Itanhém: Dois irmãos, de 10 e 12 anos, que estavam desaparecidos no município de Itanhém, foram localizados com segurança pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (05). As crianças foram encontradas em uma propriedade rural às margens da BA-290, próximo ao distrito de Nova Lídice, após percorrerem cerca de 72 quilômetros de bicicleta. 

A PM (44ª CIPM) iniciou as buscas logo após ser acionada sobre o desaparecimento. Segundo os relatos colhidos, os irmãos tomaram a decisão de viajar sozinhos em direção a Vitória, no Espírito Santo, com o objetivo de reencontrar o pai biológico. 

A Jornada e o Acolhimento 

As crianças relataram aos policiais que não suportavam mais os desentendimentos com o padrasto e, por isso, decidiram fazer a longa viagem. 

Antes da chegada da guarnição, os menores já haviam recebido auxílio de uma família local, que os acolheu na propriedade rural, oferecendo água e alimentação. 

Encaminhamento e Acompanhamento

Após serem encontrados, os irmãos foram encaminhados ao Conselho Tutelar e à Delegacia Territorial da Polícia Civil de Itanhém para os devidos procedimentos. 

O caso segue sob acompanhamento dos órgãos competentes, que irão apurar todas as circunstâncias e garantir a proteção integral das crianças./Liberdadenews

Homem com epilepsia está desaparecido após sair da rodoviária de Itamaraju



Encontra-se desaparecido o senhor Edimilson Pereira Costa, que sumiu na sexta-feira, 06 de fevereiro de 2026. De acordo com informações repassadas por familiares e amigos, Edimilson possui problema de epilepsia, o que aumenta a preocupação em relação ao seu paradeiro.

Segundo relatos, Edimilson estava em Itamaraju, onde havia ido até uma advogada. Após o atendimento, ele saiu em direção à rodoviária, e desde então não foi mais visto. Um amigo que o acompanhava informou que já realizou buscas em diversos locais, mas não obteve sucesso.

A família está angustiada e pede a ajuda da população para localizar Edimilson Pereira Costa o mais rápido possível. Qualquer informação, por menor que seja, pode ser fundamental para encontrá-lo.

👉 Se você viu ou sabe do paradeiro de Edimilson Pereira Costa, entre em contato imediatamente:
📱 WhatsApp (filha): (73) 98139-7551
🚨 Ou ligue para a Polícia Militar pelo 190

Por/Jucurunet

Família presta justa e emocionante homenagem à matriarca Maria de Fátima de Oliveira pelos seus 70 anos

 


Amor, história e legado marcam a trajetória de uma mulher referência em Jucuruçu

Os filhos, netos e bisnetos prestam uma justa e emocionante homenagem à querida matriarca Maria de Fátima de Oliveira, que celebra seus 70 anos de vida, uma trajetória marcada por amor, fé, dedicação e fortes laços familiares.

Nascida em 06 de fevereiro de 1956, Dona Maria construiu uma história de respeito e admiração no município de Jucuruçu, sendo reconhecida como uma mulher guerreira, simples e de coração generoso.

Ela é uma das grandes referências de um local muito conhecido e visitado pela população, denominado Saia Rodada, ponto tradicional situado às margens do Rio Jucuruçu, próximo do distrito do Coqueiro onde ao longo dos anos aconteceram grandes eventos festivos, esportivos e encontros marcantes da vida social do município.

O Saia Rodada não representa apenas um espaço físico, mas um verdadeiro símbolo de convivência, alegria e memória afetiva, carregando também a presença e a história de Dona Maria.

Viúva do senhor Valdeque Venâncio dos Santos, que faleceu aos 60 anos de idade, Dona Maria seguiu firme na caminhada da vida, tornando-se exemplo de força, coragem e amor incondicional à família.

Mãe dedicada de 7 filhos, ela é também orgulho dos seus 16 netos e 2 bisnetos, que veem nela um pilar familiar, uma conselheira sábia e uma fonte constante de carinho e ensinamentos.

Aos 70 anos, Maria de Fátima de Oliveira continua sendo sinônimo de sabedoria, humildade e união, deixando um legado que atravessa gerações e fortalece a história de sua família.

Esta homenagem representa o reconhecimento, o amor e a gratidão de todos que tiveram o privilégio de conviver com Dona Maria, celebrando uma vida de dedicação e bons exemplos.

“Os filhos se levantam e a chamam bem-aventurada;
seu marido também, e ele a louva.”

(Provérbios 31:28)

Que Deus continue abençoando sua vida, concedendo saúde, paz e muitos anos de convivência, para que sua história siga sendo inspiração no município de Jucuruçu.

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.