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terça-feira, 12 de maio de 2026

Buracos, risco e abandono: acidente na BR-418 reacende cobrança por manutenção urgente

 


Um acidente registrado na noite deste domingo (10), no KM 55 da BR-418, próximo à comunidade de Espora Gato, distrito de Caravelas, voltou a chamar atenção para o estado crítico de conservação da rodovia, considerada uma das principais ligações entre a BR-101 e os municípios do extremo sul baiano. 

Segundo informações apuradas, o motorista seguia da localidade de Juerana com destino ao distrito de Posto da Mata, em Nova Viçosa, onde reside, quando acabou perdendo o controle do veículo após ser ofuscado pelo farol alto de uma carreta. O automóvel saiu da pista e despencou em uma ribanceira às margens da estrada. 

Apesar da gravidade do acidente, o condutor sofreu apenas ferimentos leves. O caso, no entanto, reforça uma preocupação antiga de motoristas e moradores que utilizam diariamente a BR-418: a precariedade da via. 

A rodovia apresenta buracos em diversos trechos, acostamentos deteriorados e falta de sinalização adequada, cenário que, segundo relatos enviados à redação, tem contribuído para acidentes frequentes. O problema se agrava devido ao intenso fluxo de carretas utilizadas no transporte de eucalipto, comum na região. 

Moradores que vivem às margens da BR-418 afirmam que há anos cobram providências das autoridades responsáveis, mas denunciam a ausência de ações concretas para resolver o problema. Em um ato simbólico de protesto, moradores chegaram a produzir um “bolo de aniversário” para ironizar o tempo em que a estrada permanece sem manutenção adequada. 

A BR-418 é estratégica para o turismo e a economia regional, dando acesso a cidades litorâneas como Alcobaça, Prado e Caravelas. Para quem depende diariamente da rodovia, a sensação é de insegurança constante. .


Enquanto medidas efetivas não são tomadas, motoristas seguem enfrentando riscos em uma estrada marcada pelo abandono e pela falta de infraestrutura./Bahiaextremosul.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

O prefeito de Jucuruçu, Arivaldo de Almeida Costa, o Lili, começa a perceber que gestor público não está acima da lei.

 


Desde que o vereador Tim do Hospital rompeu politicamente com a base governista e passou a exercer postura mais crítica e fiscalizadora, uma sequência de atitudes da gestão passou a ser interpretada por parte da população e de servidores como perseguição política e assédio moral, tendo como principal alvo o médico Dr. Caio Rodrigues dos Santos, profissional vinculado ao Programa Médicos pelo Brasil e reconhecido pelo trabalho desenvolvido na Atenção Primária do município.

 


Entre as medidas mais questionadas esteve o remanejamento o médico para outro município. Mas o que poucos sabem é a escalada de medidas questionáveis da gestão incluiu a suspensão do pagamento da ajuda de custo municipal, benefício previsto em lei e regulamentado por normas federais. 

Após notificação extrajudicial formal encaminhada pela Associação de Médicos pelo Brasil (AMPB), cobrando a regularização imediata do pagamento, a Prefeitura efetuou nesta segunda-feira, 11 de maio, o depósito dos valores retroativos devidos ao médico.

 


O episódio reforça quatro recados importantes: injustiçados precisam ter coragem para buscar seus direitos; perseguição e assédio não podem ser naturalizados na administração pública; a justiça, às vezes, chega mais rápido do que muitos imaginam; e nenhum prefeito está acima da lei.

Hantavírus: tira-dúvidas esclarece 8 pontos sobre o surto que preocupa o mundo

 



Desde o dia 3 de maio, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a morte de três pessoas a bordo do cruzeiro MV Hondius, o hantavírus entrou no radar global. As buscas sobre a doença dispararam nos últimos dias, impulsionadas inclusive pelo receio de uma nova pandemia. Até agora, autoridades sanitárias confirmaram ao menos sete casos ligados à embarcação, enquanto outros seguem em investigação. 

O episódio mobilizou uma operação internacional incomum. Após os primeiros casos suspeitos e a confirmação das mortes, o Hondius passou dias circulando sem autorização imediata para atracar. Nesse meio-tempo, diferentes países começaram a organizar operações próprias para repatriar passageiros, combinando evacuações e monitoramento sanitário. O fim do desembarque está previsto para essa segunda-feira, 11. 

A saga incluiu cenas que lembraram os primeiros meses da covid-19: passageiros deixando o navio em pequenos grupos, usando trajes de proteção azuis, e sendo levados em ônibus adaptados, com barreiras físicas separando motoristas e viajantes. 

Também houve espaço para uma operação militar de quase 10 mil quilômetros, com médicos e paraquedistas mobilizados para alcançar um passageiro que havia descido no caminho em Tristão da Cunha, território britânico conhecido por abrigar uma das comunidades mais isoladas do mundo, com cerca de 200 moradores.

Hantavírus: Paraná confirma dois casos e autoridades reforçam que doença já circulava no Brasil

O vírus que veio dos Andes: a origem do surto de hantavírus e os riscos para o Brasil

Entenda os riscos da Pseudomonas aeruginosa, bactéria encontrada em produtos da Ypê

Tudo isso – querendo ou não – desperta receios, inclusive depois da pandemia de covid-19. Mas afinal, o que é o hantavírus, como ele é transmitido e qual é o risco real de disseminação? Abaixo, tire as principais dúvidas sobre a doença. 

O que é o hantavírus?

O hantavírus é um grupo de vírus transmitidos principalmente por roedores silvestres infectados. O contato com urina, fezes e saliva desses animais, especialmente em locais fechados e pouco ventilados, é a principal forma de infecção em humanos. 

Como ocorre a transmissão?

Na maioria dos casos, a infecção acontece após o contato com urina, fezes ou saliva de roedores infectados. O cenário mais comum é quando essas secreções secam no ambiente e pequenas partículas contaminadas acabam sendo espalhadas no ar – por exemplo, ao varrer ou limpar locais fechados e pouco ventilados, como galpões, depósitos, sótãos, cabanas ou casas que ficaram muito tempo sem uso. 

A transmissão também pode ocorrer ao tocar materiais contaminados e depois levar a mão aos olhos, nariz ou boca, além de casos mais raros envolvendo mordidas de roedores ou alimentos contaminados. 

O hantavírus passa de pessoa para pessoa?

Na maior parte das variantes, não. Porém, existe uma exceção: a chamada “cepa dos Andes”, identificada principalmente na Argentina e no Chile. Estudos sugerem que ela pode ser transmitida entre pessoas em situações de contato próximo e prolongado. No caso do MV Hondius, autoridades investigam justamente a possibilidade de os casos estarem relacionados a essa variante.

 

O hantavírus é um vírus ‘novo’?

Embora tenha ganhado evidência agora, o hantavírus não é uma doença nova. No Brasil, por exemplo, já foram confirmados sete casos em 2026. Já em 2025, houve cerca de 40 registros da doença. O ponto é que todos os casos estão relacionados ao tipo de contaminação mais comum, que envolve a inalação de aerossóis formados a partir de excreções de roedores. 

O que chama atenção no episódio atual é a possível circulação da cepa andina, considerada rara e associada à transmissão entre pessoas. Além disso, o fato de o surto envolver um cruzeiro internacional – e toda a operação de monitoramento e repatriação ao redor dele – contribuiu para ampliar a repercussão do caso. 

Quais são os sintomas?

Os sintomas iniciais costumam se parecer bastante com os de uma gripe forte: 

Febre repentina

Dor de cabeça

Dores musculares

Fadiga

Calafrios

Náusea, vômito ou diarreia

Depois de alguns dias, alguns pacientes podem evoluir para sintomas mais graves, principalmente respiratórios, como tosse, falta de ar e dificuldade respiratória. Em outras variantes, o vírus pode atingir os rins e causar insuficiência renal, sangramentos e queda importante da pressão. 

Os sintomas costumam surgir entre uma e seis semanas após a exposição ao vírus. 

A doença é grave?

Pode ser. A síndrome pulmonar por hantavírus, registrada nas Américas, tem alta taxa de mortalidade nos casos graves. Estudos apontam que cerca de um terço dos pacientes que desenvolvem comprometimento respiratório importante morre. 

Já a febre hemorrágica com síndrome renal, mais comum na Europa e na Ásia, também pode provocar complicações severas, incluindo choque circulatório e insuficiência renal. 

No caso do MV Hondius, as autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre o que exatamente levou à morte dos passageiros a bordo. 

Existe tratamento?

Não existem vacinas nem medicamentos específicos para o hantavírus. O tratamento costuma ser feito com suporte médico intensivo. 

Nos casos pulmonares, pacientes podem precisar de oxigênio, ventilação mecânica e até Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), técnica usada para oxigenar o sangue fora do corpo. 

Quando há comprometimento renal, alguns pacientes precisam de diálise. 

Existe risco de uma nova pandemia?

A OMS fez questão de afastar comparações com a covid-19 e afirmou que o risco epidêmico global segue baixo. 

“Não é o começo de uma pandemia”, disse Maria Van Kerkhove, responsável pela área de prevenção e preparação para epidemias e pandemias da OMS, na primeira coletiva da agência após o início da crise no MV Hondius. 

O principal ponto destacado pelos especialistas é que a forma de transmissão do hantavírus continua muito diferente da observada no coronavírus. Na maior parte dos casos, a infecção acontece a partir do contato com excreções de roedores infectados e não pela uma circulação entre humanos. 

Mesmo no caso da cepa dos Andes, os registros indicam um contágio mais limitado, geralmente ligado a contatos próximos e prolongados./veja

Jucuruçu se despede do senhor IÔIÔ, que faleceu em Belo Horizonte e será velado e sepultado em Jucuruçu.

 

Nota de Falecimento

Com profundo pesar, comunicamos o falecimento do senhor José da Silva Amorim popularmente conhecido por Ioiô, aos 87 anos de idade ex-  morador do Bairro Califórnia, residente na Avenida Itamaraju, nº 559.

O falecimento ocorreu em Belo Horizonte, onde o senhor IôIô estava morando ultimamente e cuidando de sua saúde. Segundo informações de familiares, ele enfrentava problemas de saúde há algum tempo, especialmente relacionados à pressão arterial, tendo sido internado em diversas ocasiões. Infelizmente, em seu último atendimento, seu quadro clínico se agravou, evoluindo a óbito.

Descrito como uma pessoa querida e de bom convívio, ele trabalhou muitos anos em Jucuruçu com tropa e sua partida deixa um vazio irreparável entre familiares, amigos e todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

O corpo será trasladado para Jucuruçu, onde ocorrerá o sepultamento no Cemitério Jardim da Saudade.

O senhor José da Silva Amorim deixa um importante legado familiar, com uma extensa descendência ele deixa cinco filhos e vários netos e bisnetos, fruto de uma trajetória marcada por laços de afeto e união.

Neste momento de dor e despedida, manifestamos nossas mais sinceras condolências aos familiares e amigos, desejando força, fé e conforto para superar essa perda irreparável.

Safra recorde de café em 2026 acende alerta para queda de preços e desafia produtores no Brasil

 


O setor cafeeiro brasileiro vive um momento de contraste entre produtividade elevada e incertezas de mercado. No extremo sul da Bahia, regiões tradicionalmente ligadas à pecuária e à agricultura vêm se destacando pela força produtiva, com lavouras bem cuidadas, vigorosas e com alto padrão de qualidade.

A diversidade agrícola da região chama atenção. Além da pecuária forte, produtores investem em lavouras cada vez mais tecnificadas, resultando em grãos de excelente qualidade, o que reforça o protagonismo do extremo sul baiano no cenário agrícola nacional.

De acordo com levantamento recente apresentado em reportagem especial, o Brasil poderá colher, em 2026, uma das maiores safras de café de sua história. A estimativa gira em torno de 66 milhões de sacas — um volume significativamente superior ao registrado no início dos anos 2000, quando a produção variava entre 30 e 40 milhões de sacas.

Apesar da expectativa de safra robusta, especialistas alertam para os impactos no mercado. Segundo o professor de agronomia Thiago Costa, da Unicesumar de Maringá, o setor vive um ponto de inflexão.

“Estamos diante de um aumento significativo na oferta de café brasileiro, tanto no mercado interno quanto no externo. Esse crescimento pressiona a relação entre oferta e demanda, o que tende a provocar queda nos preços pagos ao produtor”, explica.

Outro fator que preocupa é o custo de produção. Nos últimos anos, os insumos agrícolas, como fertilizantes e defensivos, sofreram alta expressiva, influenciados principalmente pelos custos logísticos e pelo cenário internacional.

Diante desse contexto, especialistas apontam caminhos para os produtores enfrentarem o novo cenário. A adoção de fertilizantes orgânicos, produzidos no próprio país, e o uso de bioinsumos surgem como alternativas viáveis para reduzir custos. Além disso, a gestão eficiente de dados na propriedade rural é considerada essencial para melhorar a tomada de decisões e aumentar a rentabilidade.

Enquanto o produtor enfrenta margens mais apertadas, o consumidor pode sentir um alívio no bolso. A tendência de queda nos preços já começa a aparecer nas prateleiras. O quilo do café, que anteriormente era comercializado por cerca de R$ 30, atualmente pode ser encontrado entre R$ 23 e R$ 25 em muitos estabelecimentos.

Essa redução pode estimular o consumo e ampliar a escala do mercado, criando um efeito positivo no curto prazo. No entanto, especialistas alertam que o produtor será diretamente impactado pela diminuição da rentabilidade.

Atualmente, o Brasil é responsável por aproximadamente um terço de todo o café produzido no mundo, consolidando-se como líder global no setor. O desafio, agora, será equilibrar a alta produtividade com sustentabilidade econômica, garantindo competitividade sem comprometer a renda no campo.

Músico teixeirense "Betinho", ex-Fantasia do Samba, morre em colisão frontal na BA-650


Teixeira de Freitas: O músico teixeirense Herbert de Jesus Silva, conhecido como "Betinho", ex-baterista da banda Fantasia do Samba, morreu na noite do último domingo (10 de maio), por volta das 20h, em um grave acidente na BA-650. A colisão frontal entre dois veículos Ford/EcoSport ocorreu em uma curva conhecida como "Distampina", no trecho entre os municípios de Itagibá e Dário Meira (BA). 

De acordo com as informações, o acidente deixou uma vítima fatal e quatro feridos, todos socorridos ao Hospital Municipal de Itagibá (HMI). Com o forte impacto da batida, os dois veículos capotaram às margens da rodovia. 

Artistas a caminho de show 

O cantor "Raimundo Seresteiro" seguia para o município de Dário Meira, onde faria uma apresentação em evento particular, quando ocorreu a colisão. Ele era muito ligado a "Betinho", a quem considerava como um filho. 

"Raimundo Seresteiro" foi socorrido e encaminhado à unidade hospitalar de Itagibá, mas não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde. O motorista do outro EcoSport, identificado apenas pelo prenome "Ruan", morador de Itagibá, sofreu lesões estáveis e também foi levado ao HMI. 

Betinho morreu no local 

"Betinho" não resistiu ao forte impacto e veio a óbito ainda no local do acidente. O delegado plantonista autorizou a remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e, posteriormente, a liberação à família. 

As circunstâncias da colisão serão investigadas pela Polícia Civil de Itagibá, com apoio da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). 

O Liberdade News lamenta profundamente a morte precoce do músico teixeirense "Betinho" e manifesta solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor./Liberdadenews

Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus em 2026; doença não tem vacina

 


A Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais confirmou a primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026. A vítima, um homem de 46 anos, residia no município de Carmo do Paranaíba e, segundo informações preliminares, teria tido contato com roedores silvestres em uma área agrícola.

O falecimento ocorreu ainda no mês de fevereiro, mas a confirmação da causa veio posteriormente, após análises laboratoriais conduzidas pela Fundação Ezequiel Dias. As autoridades sanitárias informaram que o caso não apresenta vínculo com outros registros recentes, sendo tratado como episódio isolado.

A hantavirose é uma infecção viral transmitida, principalmente, pela inalação de partículas contaminadas provenientes da urina, fezes ou saliva de roedores infectados. Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, falta de ar, tosse seca, taquicardia e queda da pressão arterial. A evolução da doença costuma ser rápida e pode levar a complicações graves. Até o momento, não há vacina disponível nem tratamento antiviral específico.

Paralelamente, autoridades internacionais investigam um possível surto da doença relacionado ao navio polar MV Hondius, operado pela Oceanwide Expeditions. A embarcação foi retida em Cabo Verde antes de seguir para as Ilhas Canárias.

Até o momento, ao menos três mortes foram registradas entre os passageiros do cruzeiro, que saiu de Ushuaia no dia 1º de abril com 149 pessoas de diversas nacionalidades. Outros ocupantes permanecem hospitalizados em estado grave, enquanto equipes médicas buscam identificar o local exato da possível contaminação.

O Ministério da Saúde esclareceu que os casos confirmados no país não possuem relação com o episódio internacional, que segue sob monitoramento da Organização Mundial da Saúde.

Dados oficiais apontam que, em 2025, o Brasil registrou 35 ocorrências da doença. Já em 2026, até o momento, sete casos foram confirmados.

Por se tratar de uma enfermidade grave e de progressão acelerada, a hantavirose é classificada como de notificação compulsória imediata. Isso obriga profissionais de saúde a comunicarem qualquer suspeita às autoridades competentes no prazo máximo de 24 horas.

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.