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Essa incumbência seria a função da Câmara de Vereadores de Jucuruçu.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Vereadora Cida Vieira rompe com base governista e assume independência política na Câmara de Jucuruçu

 


Na sessão de reabertura dos trabalhos legislativos de 2026 da Câmara Municipal de Jucuruçu, realizada na noite desta quinta-feira (12/02) e presidida pela vereadora Maria Nilza Pereira Loyola (PP), um pronunciamento de elevada densidade política marcou o cenário institucional do município. Vereadora de segundo mandato e ex-presidente do Poder Legislativo, a pedagoga, geógrafa e radialista Maria Aparecida Vieira Moura, a “Cida Vieira” (PSDB), anunciou, com serenidade e firmeza, sua saída da base de sustentação do prefeito Arivaldo de Almeida Costa, o “Lili” (PSDB). O gesto, longe de representar ruptura intempestiva, revelou-se uma afirmação de independência e coerência, características que têm pautado sua trajetória pública. 

Aliada histórica da gestão municipal, Cida Vieira esteve ao lado do prefeito Lili, desde o início do primeiro mandato, sendo peça estratégica na condução dos trabalhos legislativos enquanto presidente da Casa. Em seu discurso, revisitou episódios determinantes de sua atuação, destacando o enfrentamento de momentos críticos, como o período das enchentes, quando defendeu a administração mesmo sob forte desgaste político. Recordou ainda que, à frente do Parlamento, pautou, encaminhou e aprovou projetos de interesse do Poder Executivo, demonstrando lealdade institucional e compromisso com a governabilidade. 

Ao tornar pública sua decisão na Tribuna da Câmara Municipal e também por meio de uma Carta Aberta à população, a vereadora Cida Vieira apresentou os fundamentos que a levaram a adotar uma postura de independência política. Segundo relatou, teria sido alvo de movimentos internos para fragilizar sua reeleição, além de episódios que classificou como perseguições e retaliações políticas. Reeleita com 323 votos – praticamente mantendo sua base eleitoral -, Cida reafirmou que sua permanência na vida pública não está atrelada a conveniências, mas à fidelidade ao mandato conferido pelo povo. Em tom altivo, declarou que não admite ser instrumento de interesses que desconsiderem diálogo, respeito e gratidão, valores que, segundo ela, devem nortear a boa política.

 Ao assumir posição independente, a parlamentar deixou claro que não se trata de oposição sistemática, mas de uma nova fase pautada por rigor técnico, análise criteriosa dos projetos do Poder Executivo e compromisso exclusivo com o interesse coletivo. Licenciada em Pedagogia, bacharela em Geografia, graduada em Rádio/Tv e professora há 30 anos, oriunda da zona rural e com histórico de atuação sindical e comunitária, a vereadora Cida Vieira resgatou sua biografia de superação e luta, reafirmando que suas decisões são tomadas com autonomia e consciência. Seu pronunciamento, marcado por convicção e maturidade política, projeta um novo capítulo na dinâmica legislativa de Jucuruçu, no qual a independência se apresenta como instrumento legítimo de fortalecimento da democracia local. 

CARTA ABERTA AO POVO DE JUCURUÇU 

Prezados cidadãos e cidadãs de Jucuruçu. 

Venho, por meio desta, na qualidade de vereadora eleita por este município, comunicar oficialmente minha decisão de deixar a base de apoio ao governo municipal. 

Esta decisão é fruto de um processo que se tornou insustentável. Na verdade, não estou saindo porque quis; fui convidada a sair, a retirar-me do grupo, pela forma como estava sendo tratada. Apesar de ter sido a única vereadora remanescente do grupo da atual gestão no primeiro mandato, fui vítima de manobras e movimentos para que fosse derrotada na minha reeleição. 

Mas, com a ajuda de Deus, da minha família e dos meus amigos, consegui me reeleger com 323 votos, perdendo apenas 21 votos em relação à primeira eleição. 

Dentre as manobras sofridas, cito: 

– Candidaturas lançadas com o objetivo de me derrotar; propagação, dentro do próprio grupo, de que minha candidatura já era considerada derrotada; 

– Demissão de funcionário em propriedade do prefeito por ter me apoiado; comunicado do prefeito à minha família de que, quando precisasse dele ou da administração, não precisava da minha intermediação, pois eu era, segundo ele, uma vereadora “sem moral” com ele; 

E aqui abro parênteses para uma das especialidades do prefeito: não apenas de tentar destruir quem o ajudou; e também não me refiro à especialidade dele fazer-se de vítima. Me refiro à especialidade de causar intrigas em famílias. E se o problema de não trabalhar pela comunidade do São Domingos era eu, pois bem, sinta-se livre, pois não sou mais seu problema. Trabalhe pela comunidade e faça algo pela minha família, já que até o momento não fez. 

– Ausência total de apoio na área da saúde, no primeiro ano deste mandato, para pessoas carentes do município, enquanto outros colegas conseguiram; 

– Perseguições no meu mandato eletivo na APLB Sindicato, com a revogação de um decreto que me garante o direito a uma carga horária de 40 horas semanais, baseada na Lei Municipal; 

– Retirada também de 20 horas da carga horária da colega Adenildes, que é coordenadora sindical do núcleo de Jucuruçu, atribuindo a ela que isso teria sido culpa minha; 

– Perseguição ao Dr. Caio, após ele ter subido no palanque no último comício para defender minha candidatura, pois a situação já era considerada insustentável por boa parte da população, diante das injustiças cometidas contra minha pessoa; 

– Perseguição a mim quando fiz cobranças duras em relação às estradas da comunidade do Córrego do São Domingos; compromissos não cumpridos, dentre outros fatos. 

Diante disso, pergunto: o que fiz em prol do grupo que ajudei a eleger e a reeleger? 

– Defendi, juntamente com tantas pessoas, a candidatura do prefeito no primeiro mandato, enquanto ele se mantinha escondido em Palmópolis, sua terra natal, devido a um processo administrativo junto à Justiça mineira; 

– Enfrentei, enquanto vereadora da base, o momento mais crítico da situação da população desabrigada no período da enchente; 

– Estive ao lado do prefeito, sujeitando-me inclusive a vaias direcionadas a ele, também durante o período da enchente; 

– Apoiei os candidatos a deputados da base, recepcionando-os em minha casa, já que o prefeito não possui residência na cidade; 

– Enfrentei uma situação extremamente difícil com seis colegas vereadores oposicionistas, enquanto presidente desta Casa Legislativa, para defender os interesses da gestão; Pautei, encaminhei, defendi e aprovei todos os projetos enviados pelo prefeito ao legislativo enquanto estive Presidente. 

– Defendi e estive ao lado da gestão nos momentos mais difíceis e críticos. 

Que fique bem claro ao povo de Jucuruçu: estou saindo da base política do prefeito que ajudei a eleger e a reeleger. Mas não posso ser usada por conveniências de quem não valoriza e não considera ninguém. Não se deve permanecer onde não se é bem-vinda. Ultimamente, fui usada, criticada e excluída. 

Para mim, política deve ser feita com diálogo, respeito, construção, lealdade, palavra empenhada e gratidão. A forma desrespeitosa, desleal e ingrata com que o prefeito trata seus aliados é inaceitável. 

Entendo que é mais conveniente para alguns dizerem que a vereadora, ou que os vereadores, traíram o prefeito, do que dizer que o prefeito traiu seus aliados. Diante de tanta gente que saiu da base do prefeito, será mesmo que quem traiu foi quem saiu? Será que o prefeito tem razão? Quem é, de fato, a vítima nesta história? 

Cito aqui apenas algumas pessoas que também foram vítimas de injustiças e ingratidão: vereador Binha do Táxi, vereador Fredi do Hospital, vereador Tim do Hospital, ex vereador Gilson Koiô, ex-vereador Miguel Homo, ex-vice-prefeita Leidian, deputado Cajado, Jurandir Oliveira, Nande (esposo da ex-vice-prefeita), Fábio Jardim, Deusdeth Ribas, Célio Nogueira, Dr. Caio Rodrigues (quantas pessoas na campanha o prefeito ouviu que estava votando nele para que ele mantivesse Dr. Caio no hospital, e sabemos com os fatos recentes como o prefeito agradeceu o médico), Vevei Cacoblo, Klebin de Abílio, Netão (em memória) e eu, vereadora Cida Vieira, dentre outros. 

Tenho uma trajetória de vida nesta cidade como uma mulher simples, vinda da roça, que enfrentou inúmeros desafios, principalmente financeiros. Para estudar, trabalhei duro, inclusive como doméstica na casa de muitos desta cidade, para alcançar meus objetivos. 

Desde estudante, tive posicionamento e história de luta também na política. Estudei, tornei-me professora deste município e sou professora há 30 anos. Lutei e luto até hoje pelos direitos trabalhistas de todos os servidores, em especial da categoria educacional. Tenho orgulho da minha história, pois tudo o que enfrentei e vivi até aqui me fez uma mulher forte, de garra e, acima de tudo, de muita fé. 

Por isso, não admito que quem não me conhece saia dizendo por aí que estou indo pela cabeça de A ou de B. Tenho 51 anos e, abaixo de Deus, sou dona de mim. Jamais tomo minhas decisões baseadas na vontade de alguém. 

Sempre segui alguém e, ultimamente, tenho procurado seguir ainda mais. Esse alguém chama-se Jesus Cristo, que tem sido meu guia e minha sustentação.

 

Sei que, a partir de agora, serão lançadas notas de repúdio e xingamentos contra a minha pessoa nas redes sociais. Ainda assim, estou em paz. Independentemente da minha posição política, as pessoas de Jucuruçu — mesmo aquelas que acham conveniente se posicionar contra mim neste momento — me conhecem, conhecem meu caráter, minha personalidade e sabem onde está a razão. 

A partir de hoje, assumo uma postura de independência política, o que não significa oposição absoluta, mas sim o compromisso de analisar cada projeto enviado pelo Executivo com rigor técnico, isenção e respeito a esta Casa Legislativa, votando sempre pelo que for melhor para o povo, e não por conveniência. 

A ingratidão é caracterizada por quem não reconhece o bem que lhe foi oferecido, nem a ajuda que lhe foi concedida. Mesmo diante de tudo isso, enquanto cristã, não desejo mal algum ao senhor prefeito. Sei que até Jesus Cristo foi vítima da ingratidão, quando curou dez leprosos e apenas um voltou para agradecê-lo. 

Estarei orando por ele, para que Deus o transforme e para que, como católico que se diz ser, honre sua devoção à Nossa Senhora./TN 

Jucuruçu – BA., 12 de fevereiro de 2026 

Humildemente, vereadora Cida Vieira

CASAMENTO /Prefeitura abre inscrições para casamento comunitário em Teixeira de Freitas

 

A Prefeitura de Teixeira de Freitas abriu o período de inscrições para o programa de casamento comunitário 2026, iniciativa que oferece a oficialização gratuita da união civil para casais de baixa renda no município. 

Os interessados podem se inscrever entre os dias 18 e 27 de fevereiro, na sede do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), localizada na Rua Prudente de Moraes, nº 567, no centro da cidade. O atendimento acontece em horário comercial. 

No ato da inscrição, os casais devem apresentar cópias legíveis dos documentos exigidos. A apresentação dos documentos originais será necessária apenas na fase de habilitação do casamento, que será realizada diretamente no cartório. 

A cerimônia do casamento civil está marcada para o dia 29 de maio. 

Critérios de participação 

Para participar do casamento comunitário, os casais precisam atender aos seguintes critérios: 

Estar inscritos no Cadastro Único (CadÚnico);

Ter renda familiar de até dois salários mínimos;

Apresentar a documentação exigida.

Documentos necessários 

  • Certidão de nascimento atualizada;
  • RG e CPF;
  • Comprovante de endereço;
  • Cadastro Único atualizado.

A ação tem como objetivo garantir o direito à formalização civil do casamento, promovendo cidadania e inclusão social para famílias em situação de vulnerabilidade. 

Mais informações podem ser obtidas diretamente no CEJUSC durante o período de inscrições./Sulbahianews

Mesmo com medida protetiva vigente, acusado agride ex-companheira e é preso pela Polícia Civil de Itamaraju


Itamaraju: A Polícia Civil de Itamaraju cumpriu, nesta quarta-feira (11), um mandado de prisão preventiva contra um homem acusado de descumprir medida protetiva e agredir fisicamente sua ex-companheira. O preso, Rodrigo Pacheco de Oliveira, 31 anos, tem um extenso histórico de violência doméstica e responde a outros cinco procedimentos criminais pelo mesmo tipo de crime. 

O mandado foi expedido pela Vara Criminal da Comarca de Itamaraju. Rodrigo é acusado de lesão corporal praticada contra mulher (art. 129, §13, do Código Penal) e descumprimento de medida protetiva de urgência (art. 24-A da Lei Maria da Penha). 

Investigação e Materialidade 

O inquérito foi instaurado para apurar um novo episódio de violência. Segundo as investigações, mesmo com uma medida protetiva vigente deferida pela Justiça, o acusado agrediu fisicamente a vítima em via pública. 

Durante as diligências, a polícia colheu o depoimento da vítima e juntou aos autos o laudo pericial de lesões corporais, além de outros elementos que confirmaram a materialidade do crime e os indícios de autoria. 

Reincidência e Periculosidade 

As investigações revelaram que Rodrigo Pacheco possui histórico reiterado de violência doméstica. Além dos inquéritos atuais, ele responde a outros cinco procedimentos relacionados a agressões, ameaças e descumprimento de medidas protetivas. 

A Polícia Civil destacou a escalada da violência e o desprezo do acusado às determinações judiciais. Diante da gravidade dos fatos, da reiteração criminosa e do risco concreto à integridade física da vítima, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, que foi deferida pelo Juízo competente. 

Cumprimento do Mandado 

Após diligências investigativas, os policiais civis localizaram e capturaram o investigado. Ele foi informado sobre o mandado de prisão, recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia Territorial de Itamaraju, onde o mandado foi cumprido. A prisão foi comunicada à Justiça. 

Rodrigo Pacheco de Oliveira permanece preso, à disposição do Poder Judiciário./Liberdadenews

Moradores de Jucuruçu cobram mais agilidade da Polícia Militar para coibir excesso de velocidade e barulho de descargas Kadron

 



Moradores do município de Jucuruçu têm manifestado preocupação com o aumento da velocidade de motocicletas e veículos no perímetro urbano da cidade. Segundo relatos da população, condutores estariam trafegando em alta velocidade, colocando em risco a segurança de pedestres, ciclistas e demais motoristas.

Além do excesso de velocidade, outro problema que tem gerado inúmeras reclamações é o barulho provocado por motocicletas com descarga do tipo Kadron, muitas vezes adulteradas. O ruído intenso, principalmente no período noturno, tem tirado o sossego de famílias inteiras, incomodando idosos, crianças, trabalhadores e pessoas enfermas.

De acordo com moradores, a situação tem se tornado cada vez mais frequente em avenidas centrais e também em bairros residenciais. “A gente não tem mais paz, principalmente à noite. É moto passando em alta velocidade e fazendo aquele barulho ensurdecedor”, relatou um morador que preferiu não se identificar.

A comunidade pede mais agilidade e presença ostensiva da Polícia Militar, com rondas constantes e ações de fiscalização para coibir abusos. A população também sugere a realização de blitz educativas e operações voltadas especificamente para verificar escapamentos adulterados e documentação dos veículos.

Vale lembrar que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê penalidades para quem trafega com descarga livre ou adulterada, além de multas e apreensão do veículo em caso de irregularidades. O excesso de velocidade também é infração grave ou gravíssima, dependendo do percentual acima do limite permitido.

Os moradores reforçam que o objetivo não é prejudicar ninguém, mas garantir segurança, ordem e qualidade de vida para todos. A expectativa é que as autoridades competentes adotem medidas urgentes para restabelecer a tranquilidade no perímetro urbano de Jucuruçu.

Na comunidade de Monte Azul, moradores relatam que motociclistas trafegam em alta velocidade pelas vias principais, principalmente no período da noite, colocando em risco crianças, idosos e pedestres.

Na região de Água Limpa, a população afirma que o barulho excessivo das motos com escapamentos adulterados tem causado transtornos constantes, prejudicando o descanso das famílias.

Em Coqueiro, moradores destacam que a situação tem gerado insegurança, já que alguns condutores transformam as ruas em verdadeiras pistas de corrida, desrespeitando os limites de velocidade.

No povoado da Palha, a comunidade reforça o pedido por rondas mais frequentes e operações de fiscalização, visando reduzir tanto o excesso de velocidade quanto a poluição sonora.

Já em Itamarati, moradores também pedem providências urgentes das autoridades competentes para garantir mais tranquilidade e segurança à população local.

A comunidade ressalta que o objetivo não é prejudicar trabalhadores ou motociclistas que utilizam seus veículos de forma regular, mas sim coibir abusos que comprometem o bem-estar coletivo.

Os moradores esperam que a Polícia Militar intensifique as ações nos distritos, com blitz educativas e fiscalização mais rigorosa, assegurando o cumprimento das normas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Justiça mantêm decisão de levar a júri popular guarda municipal acusado de matar cantor em Itabela


Itabela: O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) negou provimento ao recurso do guarda civil municipal de Itabela Paulo Cesar Soares Santos, acusado de homicídio qualificado contra o cantor de arrocha Josemar Xavier Pereira, conhecido como Jô Xavier, e manteve a decisão de levá-lo a julgamento pelo júri popular. O crime aconteceu na noite de 27 de abril de 2025, na Rua Getúlio Vargas, em Itabela. O acusado matou Jô Xavier a tiros. 

Paulo Cesar, de 37 anos, havia recorrido da decisão de pronúncia feita pela Vara Criminal da Comarca de Itabela, na tentativa de afastar as qualificadoras de “motivo fútil” e “recurso que dificultou a defesa da vítima”. No entanto, o Tribunal confirmou a presença de indícios suficientes para a manutenção das duas qualificadoras, apenas mudando de fútil para torpe. 


De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por ciúmes. A vítima estaria se relacionando com a ex-companheira do suspeito. Na noite do homicídio, os dois estavam em bares próximos, quando houve uma discussão. Paulo César sacou uma pistola e atirou quatro vezes contra o cantor, que morreu no local. 

Após o crime, o guarda fugiu para o Espírito Santo, onde foi preso no dia 20 de maio, na cidade de Vila Velha. Paulo César foi encontrado na casa de uma irmã, onde tomava café no momento em que foi detido./ Radarnews

Polícia Civil de Teixeira de Freitas realiza prisão por furto em comércio e recupera materiais subtraídos


A Polícia Civil de Teixeira de Freitas, por meio da Delegacia Territorial, efetuou a prisão de um homem de 29 anos, após ser flagrado furtando diversos materiais elétricos em um estabelecimento comercial (material de construção) localizado no centro de Teixeira de Freitas, na manhã desta terça-feira (09/02). 

O representante legal da empresa citada comunicou à Polícia Civil que, por volta das 08h30min, um indivíduo não identificado havia furtado ferramentas e materiais elétricos no setor de sua loja. O suspeito, que trajava camisa de manga longa amarela, calça jeans e bolsa vermelha, subtraiu diversos equipamentos e fugiu do local em uma motocicleta Honda Biz de cor vermelha. 

Durante o registro da ocorrência, o representante da empresa recebeu uma ligação de um funcionário, informando que o suposto autor havia retornado ao estabelecimento, possivelmente tentando furtar mais produtos. 

A equipe do Serviço de Investigação (S.I.) da Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas se deslocou imediatamente até o local, onde encontrou o suspeito, que de pronto foi identificado. Durante a abordagem, ele confessou o furto e indicou o local onde os materiais estavam escondidos. 

Com a ajuda do conduzido, os Policiais Civis se deslocaram até uma empresa situada no bairro Jardim Caraípe, onde foram encontrados os materiais furtados, incluindo fios elétricos, disjuntores, caixa de quadro de distribuição e chaves Philips, todos devidamente acondicionados em uma dispensa do estabelecimento. 

O autor foi preso em flagrante e conduzido até a Delegacia Territorial para a adoção das medidas cabíveis. Os materiais furtados foram recuperados e devolvidos à empresa de Material de Construção. Além disso, imagens do circuito interno de segurança da loja, que registraram o momento do furto, foram anexadas ao procedimento. 


A Polícia Civil reforça seu compromisso com a segurança. O autor será submetido às medidas legais pertinentes./Bahiaextremosul/DT Teixeira de Freitas

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

FALTA DE ENERGIA REVOLTA MORADORES DO COQUEIRO, EM JUCURUÇU

 



Moradores do distrito de Coqueiro, no município de Jucuruçu (BA), estão enfrentando sérios transtornos devido à constante falta de energia elétrica na localidade. Segundo relatos da comunidade, o problema ocorre praticamente todos os dias, especialmente no período das 18h às 11h, comprometendo a rotina das famílias.

De acordo com os moradores, as interrupções frequentes têm causado prejuízos financeiros e inúmeros transtornos, principalmente para comerciantes, trabalhadores e estudantes que dependem da energia para exercer suas atividades. A população afirma que as contas de energia estão sendo pagas em dia, mas o serviço prestado não tem correspondido à qualidade esperada.

A situação é considerada inaceitável por grande parte da comunidade, que denuncia a falta de respeito com o consumidor e cobra providências urgentes por parte da concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região.

Além dos prejuízos materiais, a falta de energia também compromete a conservação de alimentos, o funcionamento de eletrodomésticos e a segurança dos moradores durante o período noturno.

Diante do cenário, a comunidade de Coqueiro exige medidas imediatas para solucionar o problema e garantir um serviço estável e de qualidade. Os moradores pedem ainda que as autoridades competentes acompanhem o caso e busquem uma solução definitiva para evitar que os transtornos continuem afetando a população.

A reportagem deixa o espaço aberto para que a concessionária responsável se manifeste sobre a situação e apresente esclarecimentos à comunidade.

Por/Jucurunet

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.