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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Acidente envolve carro da hemodiálise de Jucuruçu e Fiat Palio na BA-284

 



 Um acidente de trânsito foi registrado nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, na BA-284, nas proximidades do município de Itamaraju. A ocorrência envolveu o veículo que realiza o transporte de pacientes para hemodiálise do município de Jucuruçu e um automóvel Fiat Palio, de cor branca.

Até o momento, não há informações oficiais sobre as causas do acidente. As circunstâncias serão esclarecidas após a divulgação do boletim de ocorrência pelas autoridades policiais competentes, que estiveram ou ainda estão apurando os fatos no local.

Também não há confirmação se houve pessoas feridas no impacto. Informações sobre o estado de saúde dos ocupantes dos veículos ainda não foram repassadas à imprensa.

O caso chama atenção pelo fato de esta ser a segunda vez que o veículo responsável pelo transporte de pacientes para hemodiálise do município se envolve em acidente, o que gera preocupação entre familiares e a população local.

Seguimos acompanhando o caso e aguardamos a nota oficial da polícia para trazer mais detalhes com precisão e responsabilidade jornalística.

Por/Jucurunet

Entenda o significado da Quarta-Feira de Cinzas: muito além do fim do Carnaval

 

Data marca o início da Quaresma para os católicos e é um convite à reflexão e renovação espiritual

 



Após dias de folia, blocos de rua e desfiles, o Brasil chega à Quarta-Feira de Cinzas. Para muitos, este é simplesmente o dia de descansar a ressaca e guardar os adereços até o próximo ano. No entanto, por trás do calendário e do feriado facultativo, a data carrega um dos significados mais profundos e antigos da tradição cristã. 

A Quarta-Feira de Cinzas é o primeiro dia da Quaresma — os 40 dias que antecedem a Páscoa — e um marco de virada de chave: do excesso e da euforia para a introspecção e a simplicidade. 

Afinal, o que significa a Cinza? 

O ritual que dá nome à data é a imposição das cinzas sobre a cabeça dos fiéis (ou na testa, em forma de cruz) durante as missas. Mas de onde vêm essas cinzas? 

Tradicionalmente, elas são produzidas a partir da queima dos ramos bentos no Domingo de Ramos do ano anterior — aqueles mesmos ramos que simbolizaram a entrada de Jesus em Jerusalém. Ao serem queimados, eles se transformam no pó que lembra aos cristãos a efemeridade da vida. 

Ao impor as cinzas, o padre repete a frase bíblica: "Lembra-te que és pó e ao pó hás de voltar" (Gênesis 3,19) ou a exortação "Convertei-vos e crede no Evangelho" (Marcos 1,15). 

  • O gesto tem três significados principais: 
  • Humildade: Reconhecer a própria fragilidade humana. 
  • Arrependimento: Um pedido de perdão pelos erros cometidos. 
  • Conversão: O compromisso de mudar de vida durante a Quaresma. 
  • Por que logo depois do Carnaval?

A ligação entre o Carnaval e a Quarta-Feira de Cinzas não é uma coincidência, mas um complemento histórico. 

A palavra Carnaval tem origem na expressão latina "carnis levale", que significa "retirar a carne". Antigamente, essa era a última festa antes do período de jejum e abstinência imposto pela Quaresma, onde os fiéis se privavam de carne vermelha e de certos prazeres. 

Assim, a terça-feira gorda (Mardi Gras, em francês) servia para consumir o que não se poderia comer nos dias seguintes. Na quarta, começa o sacrifício. Por isso, a data é marcada pelo silêncio, pela discrição e, para os mais devotos, pelo jejum. 

O que muda na prática? 

Para a Igreja Católica, a Quarta-Feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência de carne. Isso significa: 

Abstinência: Não comer carne vermelha ou de frango (válido para maiores de 14 anos). 

Jejum: Fazer apenas uma refeição completa no dia (ou duas pequenas, que não somem a principal), indicado para maiores de 18 até 60 anos. 

Independentemente da crença religiosa, a data se consolidou no imaginário popular como um símbolo de recomeço. É o momento em que a folia dá lugar à rotina e, para muitos, ao cumprimento das promessas e metas feitas para o ano. 

Nesta quarta-feira, enquanto o país lentamente volta ao normal, as cinzas na testa dos fiéis servem como um lembrete visível de que, após a euforia, é preciso olhar para dentro e refletir.

Acidente com van que saiu da Bahia deixa cinco mortos e onze feridos » Teixeira News

 


Um acidente no final da madrugada desta terça-feira (17), entre uma van que saiu de Santa Rita de Cássia, na Bahia, deixou 5 mortos na BR-020. A colisão ocorreu entre o Distrito Federal e a cidade de Formosa, no estado de Goiás.

O veículo com 17 passageiros seguia para Brasília. Durante o trajeto, o veículo bateu na traseira de um caminhão por volta das 5h. Cinco pessoas morreram ainda no local. 

Segundo apuração do portal Metrópoles, os mortos são dois homens, duas mulheres e a criança. Contudo, ainda não há informações sobre a identidade das vítimas. 

Em nota, a Prefeitura de Santa Rita de Cássia manifestou profundo pesar pela tragédia. A vice-prefeita Leila Serpa também lamentou o ocorrido e se solidarizou com as famílias das vítimas. 

Além disso, outras 11 pessoas ficaram feridas, todas encaminhadas para unidades de saúde em Formosa (GO) e em Brasília. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), os pacientes apresentavam estados de saúde classificados como grave e moderado. 

No total, 17 vítimas receberam atendimento médico. Para a ocorrência, os bombeiros mobilizaram 12 viaturas de resgate. 

Com o impacto, a parte frontal da van ficou completamente destruída. O veículo transportava passageiros que saíram do Oeste da Bahia com destino à capital federal. 

A via foi interditada temporariamente para garantir a segurança das equipes. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) assumiu a preservação do local e dará sequência à investigação, mas até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre a dinâmica do acidente./TN

Carnaval esvazia Jucuruçu e moradores lotam praias e cachoeiras da região

 


O clima de Carnaval transformou completamente o cenário em Jucuruçu neste início de semana festiva. Conhecida pela tranquilidade do interior, a cidade amanheceu praticamente vazia, com ruas silenciosas e pouco movimento no centro comercial.

A maioria da população aproveitou o período para viajar em busca das belíssimas praias da região, especialmente no litoral do extremo sul da Bahia, onde o sol e o mar se tornaram os principais atrativos do feriadão.

Já os mais humildes optaram por alternativas naturais dentro do próprio município, procurando as encantadoras cachoeiras espalhadas pela zona rural. Os balneários naturais se tornaram ponto de encontro de famílias, amigos e jovens em busca de lazer, descanso e contato com a natureza.

Em locais como a tradicional Cachoeira de Vanda, o movimento foi intenso desde os primeiros dias de folia, com registros de acampamentos, som ambiente e muita confraternização.

Enquanto isso, na sede do município, o reflexo foi imediato: ruas quase desertas, poucos veículos circulando e silêncio incomum para um período festivo.

Grande parte do comércio local também manteve as portas fechadas, acompanhando o ritmo da cidade e dando uma pausa nas atividades. Apenas serviços essenciais e alguns estabelecimentos específicos funcionaram em horário reduzido.

Para muitos comerciantes, o Carnaval é um período de baixo movimento na cidade, já que boa parte dos consumidores está fora.

Por outro lado, o turismo nas áreas naturais e nas cidades litorâneas vizinhas movimenta a economia regional.

O cenário reforça uma tradição já conhecida: quando chega o Carnaval, Jucuruçu se divide entre o mar e as cachoeiras.

Entre viagens, encontros e descanso, o importante é aproveitar o período com segurança e responsabilidade.

Com o fim da folia, a expectativa é que a cidade volte ao seu ritmo normal, retomando o movimento nas ruas e no comércio.

Até lá, Jucuruçu segue no compasso da tranquilidade, enquanto sua população busca diversão em meio às belezas naturais da região.

Por/Jucurunet

Mulher é presa por perturbação do sossego, desobediência e desacato em Teixeira de Freitas


A Polícia Militar prendeu uma mulher de 29 anos no final da noite desta segunda-feira (16), por volta das 23h40, na Rua João Amaro Gomes, bairro Tancredo Neves, em Teixeira de Freitas, pelos crimes de perturbação do sossego, desobediência e desacato. 

A ação teve início após a guarnição da 87ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) ser acionada pelo CICOM (Centro Integrado de Comunicações) para averiguar denúncia de som em volume elevado proveniente de uma residência. 

Ao chegar ao local, os policiais constataram um veículo automotor estacionado na garagem do imóvel, com aparelho de som ligado e emitindo ruído em intensidade elevada, audível a considerável distância. A mesma residência já havia sido advertida minutos antes quanto à necessidade de cessar a irregularidade. 

Durante a intervenção, que passou a ser registrada por meio de gravação audiovisual, foi determinada a imediata interrupção do som, em razão do incômodo causado à coletividade. No entanto, a ordem legal não foi acatada, configurando, em tese, o crime de desobediência. 

No decorrer da abordagem, a conduzida e outras pessoas presentes passaram a interpelar os policiais militares. Conforme relato da ocorrência, a mulher proferiu ofensas verbais e palavras de baixo calão contra a guarnição, caracterizando o crime de desacato. Ela manteve comportamento hostil e exaltado durante toda a atuação policial, tentando inclusive impedir o registro da ocorrência e resistindo às determinações dos policiais no exercício regular da função. 

Diante da resistência apresentada e da alteração do estado de ânimo da envolvida e de terceiros, foi necessário o acionamento de apoio policial para garantir a segurança da equipe e assegurar a continuidade da intervenção. 

A mulher foi conduzida e apresentada à Delegacia de Polícia, onde também foi apresentado o veículo VW/Saveiro 1.6, cor vermelha, placa IJL-4144, juntamente com o som automotivo utilizado na prática da perturbação do sossego./Bahiaextremosul/87ª CIPM

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Morre aos 92 anos Osvaldo Feitosa Bezerra, o eterno “Rei do Brega”

 


A música popular brasileira perdeu no sábado, 14 de fevereiro de 2026, um de seus personagens mais autênticos. Faleceu aos 92 anos, no Hospital Municipal de Brumado (BA), o cantor e compositor Osvaldo Feitosa Bezerra, conhecido nacionalmente como “Rei do Brega” ou “Cidadão do Brega”.

Natural de Limoeiro do Norte, no Ceará, nascido em 5 de setembro de 1933, Osvaldo construiu uma trajetória que se confunde com a própria consolidação do brega romântico no Brasil. Ainda jovem, serviu à Marinha do Brasil entre 1950 e 1962, período em que viveu no Rio de Janeiro e teve contato com a efervescência cultural da chamada Era de Ouro do rádio.

Na então capital federal, participou de programas de calouros da histórica Rádio Tupi, onde dividiu espaço com nomes que se tornariam lendas da música nacional, como Ângela Maria e Ary Barroso. A experiência marcou o início de uma carreira que ganharia força anos depois.

Após deixar a Marinha e enfrentar perdas pessoais, Osvaldo encontrou no Norte do país o terreno fértil para consolidar sua identidade artística. Em Belém do Pará, tornou-se presença constante em bares e casas noturnas, assumindo definitivamente o título de “Rei do Brega”, que defendia com orgulho.

Seu primeiro grande marco fonográfico foi o álbum “O Rei do Brega”, lançado em 1981. Ao longo dos anos 80 e 90, lançou diversos discos e consolidou uma discografia extensa, com centenas de composições que circularam intensamente nas rádios do Norte e Nordeste.

Entre os maiores sucessos estão “Cidadão no Brega”, “Cachaça Amiga”, “Sou Caminhoneiro”, “Não Brinca Comigo”, “Coração Indeciso”, “Volta Meu Amor” e “Mulher de Qualquer Um”. Também reivindicava coautoria de “Dama de Vermelho”, eternizada na voz de Waldick Soriano.

Defensor do chamado “brega raiz”, Osvaldo criticava vertentes mais recentes do gênero, como o arrocha, por considerar que se distanciavam da essência romântica e popular que ele valorizava. Para o artista, a música deveria ser feita para dançar “coladinho” e servir de consolo às dores de amor do povo simples.

Em entrevistas, sustentava que o título de “Rei do Brega” lhe pertencia antes mesmo de ser associado a outros ícones do gênero, como Reginaldo Rossi. Para ele, a expressão não era pejorativa, mas um símbolo de autenticidade e identidade popular.

Além da carreira solo, Osvaldo foi padrinho artístico de músicos que mais tarde ganhariam projeção nacional. Entre eles, o guitarrista Aldo Sena e o músico Chimbinha, que chegou a tocar em sua banda no início da trajetória.

Nos últimos anos, viveu entre Livramento de Nossa Senhora e Brumado, na Bahia. Mesmo enfrentando dificuldades financeiras e problemas de saúde, incluindo deficiência visual, mantinha-se como figura respeitada e símbolo de resistência cultural.

O velório foi realizado em Livramento de Nossa Senhora, onde também ocorreu o sepultamento. Ele deixa seis netos e uma legião de admiradores que viam em sua voz a tradução das próprias dores e paixões.

Com sua partida, encerra-se um capítulo importante da história da seresta e do bregão nordestino. Fica o legado de um artista que ajudou a escrever, à sua maneira, a trilha sonora sentimental de um Brasil profundo — aquele que ama, sofre e canta sem medo de ser chamado de brega.

Por/Jucurunet

ALERTA NA DIVISA: Ponte entre Guaratinga e Santo Antônio do Jacinto apresenta risco estrutural

 


Uma situação preocupante tem chamado a atenção de motoristas que trafegam pela ponte que liga o município de Guaratinga, no extremo sul da Bahia, a Santo Antônio do Jacinto, em Minas Gerais. A estrutura, conhecida como Ponte Giruzina, que marca a divisa entre os dois estados, apresenta sinais visíveis de comprometimento em sua base de sustentação.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram desgaste significativo em uma das vigas principais, levantando suspeitas de possível rompimento. A situação acende o alerta para o risco de acidentes, principalmente para veículos de maior porte, como caminhões e ônibus escolares que utilizam a via diariamente.

Moradores da região relatam que a ponte é essencial para o escoamento da produção rural, transporte de estudantes e deslocamento de pacientes que dependem de atendimento médico em cidades vizinhas. Caso a estrutura seja interditada ou venha a ceder, o prejuízo logístico e social pode ser grande para as comunidades dos dois lados da divisa.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre interdição total da ponte, mas a recomendação é que motoristas redobrem a atenção ao trafegar pelo local. Em caso de emergência, a orientação é acionar as autoridades competentes.

A população cobra providências urgentes dos órgãos responsáveis pela manutenção da estrutura, para que seja realizada uma vistoria técnica detalhada e, se necessário, obras emergenciais de reforço ou reconstrução.

Seguimos acompanhando o caso e aguardando posicionamento oficial das prefeituras e dos governos estaduais da Bahia e de Minas Gerais.

Por/Jucurunet

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.