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nos bairros e no campo. E o Jucurunet está presente para ouvir, informar e
levar os fatos ao conhecimento de todos.
Teixeira de Freitas: A Justiça da Bahia deu
passos decisivos para o desfecho de um dos casos de violência sexual e abuso de
confiança familiar em Teixeira de Freitas. O réu Lomarck de Oliveira Pureza,
policial penal do estado, teve seus recursos rejeitados no Tribunal de Justiça
do Estado da Bahia (TJBA), mantendo a pesada condenação de 28 anos, 5 meses e 7
dias de reclusão em regime inicial fechado, além da decretação expressa da
perda do cargo público.
O caso remonta ao mês de
outubro de 2016, quando a vítima tinha apenas 8 anos de idade. Valendo-se de
sua posição de padrasto e do acesso direto ao ambiente doméstico, o agente
público foi acusado e posteriormente condenado por praticar atos libidinosos de
forma continuada contra a menor.
A Tese Defensiva: Negativa de
Autoria, Inconsistências e Tese de Vingança
Ao apresentar a Resposta à
Acusação e ao longo de sua manifestação técnica, a defesa de Lomarck de
Oliveira Pureza estruturou uma linha de contestação focada na inexistência de
provas materiais diretas e no questionamento da credibilidade das acusações. A
peça defensiva fundamentou-se nos seguintes pontos centrais:
• Convivência Harmônica e
Ausência de Desconforto: A defesa argumentou que o convívio entre o acusado e a
criança era afetuoso, respeitoso e sem indícios de distanciamento ou pavor —
comportamento este que, segundo os advogados, destoaria do padrão típico de uma
criança submetida a abusos rotineiros no ambiente doméstico.
• Motivação por Vingança e
Conflito Pessoal: Sustentou-se que a denúncia surgiu justamente após o término
do relacionamento com a genitora da criança, motivado por desentendimentos e
infidelidades do casal. A defesa alegou que a genitora teria instrumentalizado
a acusação por rancor e mágoa, caracterizando um "desejo de
vingança".
• Demora no Registro e
Condição de Fiadora: Foi enfatizado o hiato de quatro meses entre a suposta
descoberta dos fatos (novembro de 2016) e a comunicação formal à Polícia Civil
(março de 2017). Para a defesa, essa demora teria ocorrido intencionalmente
para que o réu retirasse a genitora da condição de fiadora de seu financiamento
estudantil antes da denúncia.
• Questionamento dos Sintomas
e Laudos: A defesa pontuou que os sinais iniciais (coceira e secreção) seriam
decorrentes de candidíase infantil, uma condição biológica natural sem ligação
com abuso. Além disso, contestou a validade técnica dos laudos psicológicos
apresentados no início do processo, alegando falta de rigor metodológico e
solicitando novas perícias por órgãos especializados, ao tempo em que
argumentou a aplicação do princípio do in dubio pro reo (na dúvida, a favor do
réu).
O Escrutínio Judicial e a
Solidificação das Provas
Apesar do esforço
argumentativo da defesa técnica, o Poder Judiciário desconstruiu os argumentos
ao confrontá-los com o acervo probatório global reunido na instrução criminal.
A sentença proferida pela 2ª
Vara Criminal de Teixeira de Freitas e posteriormente confirmada no TJBA
ponderou que a ausência de lesões físicas ou vestígios anatômicos no exame
pericial não afasta os crimes contra a dignidade sexual, que frequentemente
envolvem atos libidinosos diversos da conjunção carnal e sem marcas visíveis.
Além disso, a alegação de
"motivação financeira ou vingança" perdeu força diante da firmeza e
consistência do depoimento prestado pela vítima sob escuta protegida, amparado
por relatórios psicossociais detalhados e depoimentos de testemunhas. A
condenação fundou-se na seguinte estrutura probatória:
• Depoimento da Vítima:
Relato coeso, sem contradições, colhido sob técnicas adequadas de proteção
infantil.
• Prova Testemunhal e
Admissão: Declarações da genitora, da tia e de um pastor da comunidade, perante
o qual o acusado chegou a abordar o assunto e demonstrar arrependimento.
• Avaliação Psicológica e
Pericial: Laudos que atestaram alterações comportamentais e traumas
psicológicos severos diretamente relacionados ao abuso intra-familiar.
Com base nesses elementos, o
magistrado reconheceu a gravidade concreta das condutas, a causa de aumento
pelo vínculo de padrasto e a continuidade delitiva, fixando a pena definitiva
em mais de 28 anos de reclusão.
Radiografia Jurídica: Em Que
Ponto Está o Processo?
Para compreender o panorama
atual do processo e a iminência da execução da pena, destaca-se o fluxo das
instâncias superiores:
1. Decisão Unânime no
Tribunal de Justiça (TJBA)
A defesa recorreu da
condenação por meio de Apelação Criminal no TJBA. Contudo, os magistrados da 2ª
Turma da Segunda Câmara Criminal, acompanhando o voto da relatora,
Desembargadora Inez Maria Brito Santos Miranda, negaram provimento ao recurso
por unanimidade. A decisão manteve integralmente a pena privativa de liberdade
e a perda do cargo público de policial penal.
2. Esgotamento da Discussão
de Fatos e Provas
Do ponto de vista processual,
a possibilidade de reavaliar se o réu é "culpado ou inocente" ou
refazer o exame de depoimentos e laudos encerrou-se definitivamente na Segunda
Instância. As Cortes Superiores — como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) —
não realizam o reexame de provas (conforme estabelece a Súmula 7 do STJ).
Tentando levar o caso a
Brasília, a defesa interpôs Recurso Especial, mas a 2ª Vice-Presidência do TJBA
inadmitiu a remessa do recurso, aplicando os óbices regimentais e sumulares.
3. Proximidade do Trânsito em
Julgado e Prisão
Na fase atual, restava à
defesa o manejo de um Agravo em Recurso Especial (AREsp) ao STJ, recurso de
rito estrito focado apenas em destravar o processamento do apelo anterior.
Com o esgotamento dessa
última via ou o decurso do prazo recursal, ocorrerá o trânsito em julgado. A
partir desse momento, a decisão torna-se definitiva e irrecorrível,
desdobrando-se nas seguintes medidas:
1. Expedição do mandado de
prisão definitiva para o imediato recolhimento de Lomarck de Oliveira Pureza ao
sistema prisional para início do cumprimento da pena em regime fechado;
2. Envio de ofício formal ao
órgão estadual competente determinando a efetivação da perda do cargo público e
a consequente demissão dos quadros do Estado./Liberdadenews
Um casal foi agredido pelo
empresário Jeferson Campos Santos, de 37 anos, na noite de quarta-feira (28),
em frente a um bar no bairro Urbis 1, em Eunápolis. Segundo as vítimas, a
discussão começou depois que ele negou um lanche a um homem por ter votado em
Lula. O casal se ofereceu para pagar a comida.
O motorista Ailson Silva
Rodrigues e Rozionaria Oliveira de Farias, ambos de 45 anos, relataram por
telefone ao RADAR que estavam na mesa ao lado de Jeferson quando um homem se
aproximou e pediu um lanche.
De acordo com os dois, o
empresário perguntou em quem ele havia votado. Ao ouvir que tinha “feito o L”,
recusou a ajuda. A oferta do casal para comprar a refeição deu início à
discussão que terminou nas agressões.
Jeferson se apresenta como
proprietário da brinquedoteca Vila Kids e manifesta apoio ao bolsonarismo em
vídeos publicados nas redes sociais.
AGRESSÕES GRAVADAS
Vídeos feitos por testemunhas
mostram Jeferson correndo pela rua, subindo no capô de um carro e avançando em
direção ao casal. A mulher tenta intervir e é derrubada duas vezes.
Ailson é atingido e cai
desacordado. Quando Rozionaria tenta protegê-lo, é empurrada contra um carro. O
empresário volta até o motorista e desfere pelo menos quatro chutes no rosto
dele, mesmo com a vítima inconsciente.
A mulher tenta impedir as
agressões novamente e é jogada no chão.
VERSÃO À POLÍCIA
Em depoimento, Jeferson
alegou que a pergunta sobre o voto foi uma brincadeira e que passou a ser
insultado pelo casal. Segundo a versão dele, a discussão se intensificou quando
foi à mesa dos dois questionar as provocações.
Ailson e Rozionaria
registraram um boletim de ocorrência e fizeram exame de corpo de delito na
manhã desta quinta-feira (29). O empresário também foi ouvido pela polícia e
liberado em seguida.
Na semana passada, Jeferson
também fez ataques pessoais e ofensas a um jornalista pelas redes sociais, em
publicações de defesa do bolsonarismo./RADAR:
Jucuruçu – Bahia | Quinta-feira, 29 de outubro de 2026 - Buraco de grandes proporções na rodovia preocupa condutores e moradores; pedido é por uma intervenção urgente do DNIT.
Uma cratera na rodovia BA-284, precisamente a cerca de 7 quilômetros da cidade de Jucuruçu, no trecho que liga o município a Itamaraju, vem causando preocupação e insegurança entre os condutores de veículos e demais pessoas que transitam pelo local.
O problema está localizado em um trecho conhecido popularmente como Curva de Paraíba ou Dona Ivone, onde as condições da pista representam um perigo para quem precisa utilizar a rodovia diariamente.
A situação exige atenção redobrada dos motoristas, principalmente daqueles que não conhecem bem o trecho. A presença da cratera pode provocar acidentes, danos aos veículos e colocar vidas em risco.
Pedido de providências urgentes
Diante da situação, fica aqui um pedido de urgência ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para que tome as providências necessárias e realize os reparos na rodovia o mais rápido possível.
A preocupação é que o problema se agrave ainda mais, aumentando os riscos de acidentes em uma estrada importante para a circulação de moradores, trabalhadores, comerciantes e visitantes da região.
A pergunta que fica é: será necessário acontecer uma tragédia para que as providências sejam tomadas?
O Jucurunet chama a atenção das autoridades responsáveis para a necessidade de uma intervenção imediata. A manutenção das rodovias é fundamental para garantir a segurança de todos que dependem dessas vias.
Alerta aos motoristas
Aos condutores que trafegam pela BA-284, no sentido Jucuruçu–Itamaraju, fica o alerta: redobrem os cuidados ao passar pela região da Curva de Paraíba ou Dona Ivone.
Reduzam a velocidade, mantenham distância segura dos demais veículos e evitem manobras bruscas ao se aproximarem do trecho.
A segurança no trânsito é responsabilidade de todos, mas a recuperação da rodovia é uma obrigação dos órgãos competentes.
Uma jovem de 21 anos sofreu
queimaduras de segundo e terceiro graus em aproximadamente 30% do corpo após
ser atacada pelo namorado, que teria jogado álcool sobre ela e ateado fogo com
um isqueiro. O caso aconteceu na segunda-feira (26), no bairro Morada Real, em
Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.
A vítima, identificada como
Paloma da Silva Gomes, está internada no Hospital Geral de Vitória da
Conquista, onde passou por procedimentos cirúrgicos. Em razão da gravidade dos
ferimentos, a previsão era de que ela fosse transferida nesta quinta-feira (29)
para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, unidade de referência no
atendimento a pacientes com queimaduras.
O principal suspeito do crime
é Saymon Santos Silva, de 18 anos, que mantinha um relacionamento com a jovem
havia pelo menos um ano. Até a última atualização das informações, ele não
havia sido localizado. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Vítima tentou apagar as
próprias chamas
Segundo relatos de
familiares, o ataque ocorreu após uma discussão, enquanto Paloma arrumava as
malas para deixar a residência. O suspeito teria jogado álcool nas costas da
jovem e, em seguida, utilizado um isqueiro para provocar as chamas.
De acordo com Letícia da
Silva, irmã da vítima, Paloma inicialmente acreditou que o líquido lançado
sobre seu corpo fosse água. Após perceber que estava em chamas, ela precisou
tentar apagar o fogo sozinha.
“Foi pelas costas. Jogou
álcool de posto de gasolina. Ela pensou que era água, ele pegou o isqueiro e
jogou fogo nela. Ela falou que teve que se socorrer sozinha. Só com o segundo
balde de água que apagou o fogo. A roupa ficou toda grudada no corpo”, relatou
Letícia.
A violência provocou
ferimentos graves, exigindo atendimento hospitalar e cirurgias. A família
acompanha a recuperação da jovem e aguarda a transferência para uma unidade
especializada.
Familiares afirmam que Paloma
vivia um relacionamento abusivo e que já teria sofrido agressões físicas
anteriores por parte do namorado. O episódio mais recente ocorreu no momento em
que ela se preparava para sair de casa.
A mãe da jovem, Rosângela da
Silva, lamentou a violência sofrida pela filha e expressou o sofrimento da
família diante da gravidade da situação.
“Muita dor, muito desespero.
Não tenho nem palavras para falar. Como uma pessoa teve coragem de fazer isso com
minha filha?”, desabafou.
A Polícia Civil investiga as
circunstâncias do ataque e realiza diligências para localizar o suspeito. Até a
última atualização das informações utilizadas nesta reportagem, não havia
confirmação de sua prisão./Bahiaextremosul
Uma reflexão profunda sobre os
caminhos do tráfico, o futuro da juventude e o preço de uma vida perdida.
Existem escolhas na vida que podem mudar
completamente o nosso destino. Algumas nos conduzem à felicidade, ao
crescimento e à realização dos nossos sonhos. Outras, infelizmente, podem nos
levar a caminhos sem volta. E entre os caminhos mais tristes, perigosos e
devastadores está o mundo das drogas e do tráfico.
Com todas as letras, afirmo: entrar para o
mundo do tráfico de drogas é uma das decisões mais equivocadas que um jovem
pode tomar. E não retiro nenhuma letra, nenhuma vírgula e nenhum ponto dessa
afirmação.
É preciso ter coragem para dizer aquilo que
muitos preferem silenciar. É preciso alertar a juventude sobre uma realidade
que, diariamente, destrói famílias, interrompe sonhos e transforma vidas
promissoras em histórias de dor.
Mas afinal, o que leva um jovem a escolher
esse caminho?
Será o dinheiro fácil? Será a ilusão do
poder? Será a vontade de ser respeitado? Ou será a falta de perspectiva de uma
vida melhor?
São perguntas que precisam ser feitas.
O dinheiro do tráfico pode até
parecer atraente, mas o preço cobrado é alto demais.
O jovem que entra nesse universo muitas vezes
acredita que está conquistando o mundo. Compra roupas, ostenta dinheiro, exibe
armas e acredita que está acima de tudo e de todos. Entretanto, por trás dessa
aparência de poder, existe uma realidade cruel: o medo, a violência, a
perseguição, a prisão e, frequentemente, a morte prematura.
É preciso compreender que o dinheiro
conquistado por meio do tráfico não compra tranquilidade, não garante segurança
e muito menos assegura um futuro.
A vida não é um jogo de videogame. Não existe
botão para recomeçar depois de uma decisão fatal.
A juventude
está trocando sonhos por ilusões?
É triste observar jovens com tanta
capacidade, inteligência e potencial desperdiçando suas vidas em um caminho que
oferece muito pouco e cobra praticamente tudo.
Tanta coisa boa para viver!
Existe o trabalho honesto, o estudo, o amor,
a família, a amizade, a possibilidade de construir uma história digna. Existe
um mundo inteiro de oportunidades que podem ser conquistadas com esforço,
persistência e responsabilidade.
Mas alguns jovens, seduzidos pela ilusão do
dinheiro rápido, acabam mergulhando em uma realidade que pode destruir tudo
aquilo que poderiam construir.
E aqui fica uma reflexão dura, porém
necessária: vale a pena colocar a própria vida em risco por algo que não
oferece nenhuma garantia de futuro?
A resposta deveria ser evidente.
Não vale a pena!
O tráfico não
tem compromisso com a sua vida
Quem entra para o tráfico precisa entender
uma coisa: o crime não é uma família, não é uma profissão segura e não é um
projeto de vida.
Quando a situação aperta, quando a violência
chega, quando a liberdade é perdida ou quando a morte bate à porta, a
ostentação desaparece.
Aqueles que antes estavam ao seu lado podem
simplesmente desaparecer.
E quem fica?
Ficam a mãe que chora, o pai que sofre, os
filhos que crescem sem a presença do responsável, os irmãos que carregam a dor
e uma família inteira marcada por uma tragédia que poderia ter sido evitada.
A juventude precisa compreender que nenhuma
quantidade de dinheiro justifica perder a própria vida.
Não existe vitória em conquistar bens
materiais e perder a liberdade. Não existe sucesso em ser temido nas ruas e
provocar sofrimento dentro da própria casa.
O verdadeiro sucesso é viver,
construir, conquistar e voltar para casa em segurança.
Um alerta
também para os usuários de drogas
Esta reflexão não se limita aos traficantes.
Ela também se dirige aos usuários.
O consumo de drogas pode trazer consequências
graves para a saúde, para a vida familiar, para o trabalho e para o futuro de
qualquer pessoa.
É necessário compreender que a dependência
não deve ser tratada com desprezo, humilhação ou condenação. Muitas pessoas
precisam de ajuda, acolhimento e tratamento para conseguir reconstruir suas
vidas.
Mas também é preciso reconhecer que alimentar
o mercado ilegal de drogas contribui para manter uma cadeia de violência que
atinge comunidades inteiras.
Quem enfrenta a dependência precisa encontrar
apoio. Quem está começando a experimentar precisa refletir. E quem acredita que
pode controlar tudo precisa entender que nem sempre o caminho de volta é
simples.
Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. É uma
demonstração de coragem.
Uma mensagem
para os jovens de Jucuruçu e de todo o Brasil
Jovem, pare por alguns minutos e reflita
sobre o seu futuro.
Você tem uma vida inteira pela frente. Tem sonhos
que ainda não realizou, lugares que ainda não conheceu, pessoas que ainda vai
encontrar e histórias que ainda poderá escrever.
Não permita que uma decisão precipitada
destrua tudo isso.
Não confunda dinheiro fácil com prosperidade.
Não confunda medo com respeito. Não confunda ostentação com felicidade.
A vida é muito mais do que aquilo que aparece
nas redes sociais.
Se você está no tráfico, ainda existe a
possibilidade de buscar ajuda e mudar de direção. Se está envolvido com drogas,
procure apoio. Se conhece alguém nessa situação, não se cale diante do
sofrimento.
Existem caminhos para reconstruir a vida.
E se você é pai, mãe, educador ou
responsável, converse com os jovens. Escute suas dificuldades. Ajude-os a
encontrar oportunidades. Muitas vezes, uma conversa sincera pode fazer a
diferença.
Reflexão
final: a vida não tem preço
É preciso dizer a verdade, mesmo quando ela
incomoda.
O tráfico de drogas não é um caminho de
sucesso. É uma realidade marcada por riscos, sofrimento e destruição.
O jovem que troca seus sonhos pela ilusão do
crime está colocando em jogo o bem mais precioso que possui: a própria vida.
E quando essa vida é interrompida, não existe
dinheiro capaz de devolver o tempo perdido.
Por isso, fica o alerta:
Não seja escravo de uma ilusão. Não
entregue sua juventude ao crime. Não permita que o tráfico escreva o final da
sua história.
Você nasceu para viver, para crescer, para
conquistar e para construir um futuro.
Itanhém: Uma grande operação
policial deflagrada na manhã desta quarta-feira, 28 de outubro, resultou na
prisão de 11 pessoas investigadas por envolvimento com uma organização
criminosa ligada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
A Operação Divisa Sul foi
realizada simultaneamente na Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, atingindo
suspeitos apontados como integrantes de uma estrutura que atuava principalmente
em Itanhém. A ação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itanhém, em
conjunto com a 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas.
O balanço
Foram presos sete homens e
quatro mulheres, com idades entre 18 e 34 anos. As equipes cumpriram mandados
de prisão preventiva e temporária, além de efetuarem prisões em flagrante por
tráfico de drogas e associação para o tráfico.
O balanço aponta 11 pessoas
presas e 13 registros de prisão, considerando que dois investigados também
foram autuados em flagrante durante o cumprimento de mandados judiciais. As
prisões ocorreram em Itanhém e Itabuna (BA), Serra (ES) e Bertópolis (MG).
Durante as diligências, os
policiais apreenderam mais de 3 kg de drogas entre maconha e crack.
A investigação
Segundo a Polícia Civil, as
investigações tiveram início em agosto de 2024 e identificaram indícios de uma
organização criminosa estruturada para atuar no comércio ilegal de
entorpecentes em Itanhém.
O trabalho investigativo
apontou que integrantes do grupo, mesmo residindo em outros municípios e
estados, continuavam participando do gerenciamento das atividades criminosas,
incluindo a administração financeira e a organização do tráfico.
Bloqueio de R$ 3 milhões
Um dos pontos de maior
destaque da operação foi a decisão judicial que autorizou o bloqueio de
aproximadamente R$ 3 milhões em ativos financeiros relacionados às atividades
ilícitas investigadas.
A medida busca atingir não
apenas os suspeitos envolvidos diretamente na comercialização de entorpecentes,
mas também os recursos financeiros associados à manutenção da organização
criminosa.
Quem são os presos
Em Serra (ES):
· Rayan Souza Neves, 34 anos
(preventiva)
· Larissa Santos Bastos, 29
anos (preventiva)
· Bruno Rodrigues Gomes, 24
anos, o “Bruno Cabeça” (preventiva)
Em Bertópolis (MG):
· Gisandro Mendes da Silva,
26 anos (temporária e flagrante por tráfico)
Em Itanhém (BA):
· Natiele de Jesus Fernandes,
27 anos (preventiva e flagrante por tráfico e associação)
· Gidelvan Alves da Silva, 29
anos (flagrante por tráfico e associação)
· Kenedy de Jesus Ferreira,
18 anos (preventiva)
· Alerrandro Lima dos Santos
Mota, 20 anos (temporária)
· Alane Silva de Souza, 25
anos (preventiva)
· Ciara Sousa da Cruz, 21
anos (temporária)
Em Itabuna (BA):
· Carlos Roberto Alves
Santos, 33 anos (temporária)
Outros dois investigados não
foram localizados: um era procurado em Salvador (BA) e o outro em Angra dos
Reis (RJ). Ambos são considerados foragidos.
Forças envolvidas
A operação contou com a
participação do Denarc, Depom, Polícia Militar da Bahia, Polícia Militar do
Espírito Santo, Polícia Civil do Rio de Janeiro e Polícia Militar de Minas
Gerais.
Importante
A Operação Divisa Sul
evidencia a importância do trabalho investigativo da Delegacia Territorial de
Itanhém e da 8ª Coorpin, especialmente no enfrentamento a organizações
criminosas que atuam no Extremo Sul da Bahia.
Mais do que as prisões
realizadas, a ação demonstra a importância de investigações qualificadas,
capazes de identificar estruturas de comando, conexões interestaduais e
movimentações financeiras associadas ao tráfico de drogas.
Os presos permanecem à
disposição da Justiça, e as investigações continuam para localizar os dois
foragidos e esclarecer a participação individual de cada investigado.
O Liberdade News segue
acompanhando os desdobramentos da operação./LiberdadeNews