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sexta-feira, 19 de junho de 2026

"Neto Milionário" desafia prefeito de Itamaraju para troca de tiros e o chama de "ladrão" em áudios; Jorge Almeida registra BO



Um episódio de tensão política toma conta de Itamaraju, após o prefeito Jorge Almeida registrar boletim de ocorrência diante de supostas ameaças de morte e de acusações divulgadas em grupos de WhatsApp. A denúncia envolve o empresário conhecido como Neto Milionário, que, nas redes, descreve acusações contra o gestor e alimenta uma sequência de desentendimentos na cidade. A Polícia Civil abriu procedimentos para apurar as declarações e avaliar possíveis crimes decorrentes do material divulgado. 

Nas mensagens, Neto Milionário afirma ter investido milhões na campanha de Almeida e não teme ser preso, alegando inclusive uma dívida do prefeito com ele. Em trechos divulgados, o empresário chama o gestor de “prefeitinho” e “covardinho” e ameaça apresentar vídeos e áudios à Polícia Civil. Em outra passagem, faz um desafio agressivo ao prefeito, referindo-se a confrontos diretos. 

Imagens e vídeos que circulam nos grupos de WhatsApp também aparecem nas publicações, exibindo grandes somas de dinheiro. Neto sustenta que tais recursos teriam sido entregues ao prefeito, material que a Polícia Civil deverá analisar para verificar a veracidade das alegações e o possível enquadramento legal dos fatos. 

Providências da Polícia Civil foram anunciadas pelo delegado titular da Delegacia Territorial de Itamaraju, Gilvan Meireles, que determinou a instauração dos procedimentos cabíveis e a intimação de Neto para esclarecimentos. A oitiva foi marcada para ocorrer ainda nesta quinta-feira, com o objetivo de esclarecer as alegações e entender se houve crime ou qualquer irregularidade associada às acusações apresentadas. 

Nossa apuração confirmou o registro do boletim de ocorrência e a abertura de procedimento pela Polícia Civil de Itamaraju. Até o momento, não foi possível contato com o prefeito Jorge Almeida nem com Neto Milionário para obter posicionamentos oficiais, e o caso segue sob acompanhamento da reportagem enquanto novas informações forem divulgadas pelas autoridades. 

A equipe continuará acompanhando os desdobramentos, buscando posiciona...

Auxiliar de serviços gerais desaparece após sair de moto em Itamaraju, família faz apelo urgente por informações


A angústia tomou conta de familiares e amigos de Renato Amaral dos Santos (30 anos), auxiliar de serviços gerais, que está desaparecido desde o final da tarde da última terça-feira (16), no distrito de Vila União, zona rural de Itamaraju. 

Segundo informações repassadas pela família, Renato saiu de casa conduzindo uma motocicleta Honda CG 160 vermelha com destino à Fazenda São Pedro, mas não retornou e também não manteve contato com parentes, fato considerado incomum por pessoas próximas. 

Preocupados com a falta de notícias e temendo que algo grave possa ter ocorrido, familiares procuraram a delegacia durante a noite para registrar um Boletim de Ocorrência sobre o desaparecimento. Eles relatam que Renato não possui o hábito de permanecer longos períodos sem informar seu paradeiro, aumentando ainda mais a apreensão. 

A família faz um apelo à população para que qualquer informação que possa contribuir para a localização de Renato seja comunicada imediatamente às autoridades. Informações podem ser repassadas à Polícia Militar (190), Polícia Civil (197) ou pelo telefone (73) 99157-5959. 

A colaboração da comunidade pode ser fundamental para ajudar a esclarecer o caso e proporcionar uma resposta à família, que vive momentos de aflição e esperança pelo reencontro. 

O trabalho integrado das forças de segurança é essencial para a localização de pessoas desaparecidas e para garantir respostas rápidas à sociedade.

Jucuruçu cobra respostas: por que o prefeito Lili ainda não entregou as casas prontas das vítimas da enchente de 2021?

 



A paciência da população de Jucuruçu esgotou. Famílias da sede e do distrito de Coqueiro, que perderam tudo na trágica enchente de 2021, exigem saber por que o prefeito Lili retém a entrega das casas populares que já estão totalmente concluídas. 

A comunidade não aceita mais desculpas e repudia os fortes indícios de que as moradias estejam sendo guardadas como moeda de troca eleitoral para beneficiar candidatos a deputado aliados da gestão. 

 O povo tem plena consciência de que a obra foi custeada com recursos do Governo Federal e não aceitará manobras políticas com o sofrimento alheio. 

O clamor das ruas é um só e exige resposta imediata: "Senhor prefeito, a população aguarda com expectativa a entrega das casas prontas. 

O que justifica a demora? As famílias precisam dessas moradias e merecem uma resposta clara e urgente".

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Presidente da Câmara de Porto Seguro nega envolvimento com organização criminosa após operação da PF e MP-BA


O presidente da Câmara de Porto Seguro, Dilmo Santiago, se pronunciou após ser alvo da Operação Conexão Perigosa, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia e pela Polícia Federal. 

Durante sessão legislativa, o vereador negou qualquer envolvimento com organização criminosa e afirmou que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

A operação investiga possíveis crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Além de Dilmo, outros dois vereadores do município também foram alvo de mandados de busca e apreensão.


As investigações seguem em andamento e o caso continua repercutindo no cenário político da cidade.

Família de João Vitor mobiliza campanha solidária e busca por respostas após desaparecimento


IMPERATRIZ (MA) — A angústia e a busca incessante por respostas tomam conta da rotina da família de João Vitor Costa dos Santos, de 15 anos, desaparecido desde o dia 29 de maio de 2026. O adolescente, que morava com a mãe na cidade de Buriticupu, havia se mudado recentemente para a casa da avó materna no bairro Boca da Mata, em Imperatriz, local onde foi visto pela última vez. 

Diante do silêncio que já dura semanas, a mãe do jovem, Joelza Costa dos Santos, iniciou uma mobilização nas redes sociais para dar celeridade às investigações policiais. Para garantir um acompanhamento jurídico especializado, anexação célere de imagens de segurança e cobrança de novas linhas de investigação junto às autoridades regionais, a família lançou uma vaquinha beneficente.

Como ajudar a família nas buscas

Sem condições financeiras para arcar de forma isolada com os custos de um advogado especialista para auxiliar no caso, a família disponibilizou um canal direto de arrecadação via Pix. 

Qualquer valor doado é destinado integralmente ao suporte jurídico e logístico das buscas por João Vitor. 

·                                 Chave Pix (Telefone): (98)981895165

·                                 Nome do Titular: Joelza Costa dos Santos

·                                 Instituição Bancária: Caixa Econômica Federal

Informações e paradeiro 

A cooperação da comunidade e o compartilhamento de informações precisas são fundamentais neste momento crítico. Quem tiver qualquer detalhe verídico ou pistas sobre a localização de João Vitor Costa dos Santos pode entrar em contato direto por meio do telefone disponibilizado pela família ou repassar os dados às autoridades policiais do estado do Maranhão por meio do Disque-Denúncia. 


A família reforça o apelo para que a imagem do cartaz oficial seja compartilhada, na expectativa de que novas informações ajudem a localizar o adolescente e tragam um desfecho para o caso. 

Por/Jucurunet

STF autoriza operação da PF e investigação cita Jaques Wagner por supostas vantagens indevidas

 



A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (18), trouxe à tona novos detalhes da investigação conduzida pela Polícia Federal sobre um suposto esquema de corrupção e fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.

Entre os nomes mencionados na apuração está o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado. De acordo com a investigação, há suspeitas de que o parlamentar possa ter recebido benefícios indevidos em troca de suposta atuação em favor de interesses do grupo financeiro dentro do Congresso Nacional.

Segundo os autos, a Polícia Federal aponta uma antiga relação de proximidade entre Jaques Wagner e o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-controlador do Banco Pleno e considerado um aliado estratégico do empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Para os investigadores, esse vínculo teria favorecido conversas reservadas sobre temas de interesse da instituição financeira.

As investigações ganharam força após a perícia realizada no celular de Augusto Lima. O material analisado reúne mensagens, áudios, registros de chamadas telefônicas, contratos, comprovantes bancários, planilhas, documentos empresariais e informações extraídas de aparelhos apreendidos durante fases anteriores da operação.

Até a publicação desta reportagem, a assessoria do senador Jaques Wagner ainda não havia se pronunciado sobre o conteúdo da decisão. Já a defesa de Augusto Lima informou que seu cliente sempre atuou de forma legal, observando as normas do sistema financeiro e da administração pública.

Conforme a Polícia Federal, há indícios de que o senador teria atuado em discussões legislativas relacionadas a propostas consideradas estratégicas para o Banco Master. Entre elas estão mudanças nas regras do crédito consignado e a chamada "Emenda Master", que propunha alterações na cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Os investigadores também analisam se, como contrapartida, Wagner teria recebido vantagens indevidas. Entre elas estariam repasses financeiros que somariam aproximadamente R$ 3,5 milhões, realizados por meio de empresa ligada a familiares do senador, além da suposta aquisição de um apartamento de alto padrão em Salvador, avaliado em mais de R$ 2,4 milhões.

A investigação ainda menciona o uso frequente de aeronaves particulares e o recebimento de ingressos para eventos internacionais. Um dos casos citados envolve a compra de ingressos para um show em Los Angeles, nos Estados Unidos, no valor superior a R$ 63 mil, custeados por uma empresa ligada às operações financeiras investigadas.

Outro ponto analisado pela Polícia Federal diz respeito à atuação parlamentar em propostas que tratavam da ampliação da margem do crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada, aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais. Também são investigadas movimentações relacionadas à PEC nº 65/2023 e à possível aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB).

As investigações seguem em andamento sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. Até o momento, não há condenação dos investigados, e todos permanecem com o direito à ampla defesa e ao contraditório durante o curso do processo.

Ex-guarda municipal é condenado a 15 anos por matar cantor Jô Xavier em Itabela


Itabela: O ex-guarda civil municipal Paulo Cesar Soares Santos foi condenado a 15 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato do cantor Josemar Xavier Pereira, conhecido como Jô Xavier, durante julgamento realizado quarta-feira (17), no Tribunal do Júri de Itabela. 

O crime ocorreu na noite de 27 de abril de 2025, em um bar localizado no bairro Bandeirante. À época, a investigação apontou que o cantor foi atingido por disparos de arma de fogo efetuados pelo então agente da Guarda Civil Municipal. 

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público da Bahia e reconheceu que o homicídio foi cometido por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Os jurados também rejeitaram a tese defensiva de homicídio privilegiado. 

A acusação foi conduzida pelo promotor de Justiça Igor Assunção. Na defesa atuaram os advogados Caio de Freitas Santos e Rafael da Silva Rosa. O julgamento foi presidido pela juíza Tereza Júlia do Nascimento. 

Na sentença, a magistrada destacou que o réu utilizou arma de fogo à qual tinha acesso em razão da função pública que exercia e considerou que a conduta apresentou maior grau de reprovabilidade por partir de um agente responsável pela proteção da população. A juíza também apontou que os disparos foram efetuados em local público e com circulação de pessoas. 

Além da pena de 15 anos de reclusão, a sentença determinou a perda do cargo de guarda civil municipal. A magistrada ainda negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade, citando que ele chegou a ser localizado e preso no Espírito Santo após deixar a Bahia. 

O caso teve ampla repercussão na região desde o assassinato do cantor. Em decisões anteriores, a Justiça já havia mantido a pronúncia do acusado e determinado que ele fosse submetido a júri popular. O entendimento foi confirmado posteriormente pelo Tribunal de Justiça da Bahia. 

Segundo a sentença, os jurados reconheceram a materialidade do crime, a autoria atribuída a Paulo Cesar Soares Santos e as duas qualificadoras sustentadas pela acusação. A pena definitiva foi fixada em 15 anos de prisão em regime fechado./Radarnews

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.