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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Promessa de estádio segue no papel e falta de investimento no esporte gera críticas ao prefeito Lili

 


Esporte movimenta Jucuruçu, mas falta de investimento público gera críticas à gestão municipal

Jucuruçu: segunda-feira, 27 de abril de 2026 - O futebol segue sendo uma das principais paixões da população de Jucuruçu, reunindo torcedores, movimentando comunidades e fortalecendo a convivência social nos finais de semana. No entanto, apesar da forte adesão popular, a realidade da infraestrutura esportiva do município tem sido alvo constante de críticas por parte de moradores e desportistas locais.

Um dos principais pontos de questionamento é a situação do campo de futebol da cidade, frequentemente apontado como um dos mais precários da região. Problemas estruturais, falta de manutenção e ausência de melhorias básicas têm gerado insatisfação entre atletas e torcedores, que cobram ações mais efetivas do poder público.

Além disso, volta ao debate uma antiga promessa da gestão do prefeito Lili: a construção de um estádio municipal. Anunciado em momentos anteriores como um projeto importante para o desenvolvimento do esporte local, o equipamento ainda não saiu do papel, o que tem aumentado a desconfiança da população quanto à sua viabilidade.

Para muitos moradores, o contraste é evidente: enquanto o futebol continua atraindo público e promovendo integração social, os investimentos necessários para fortalecer essa atividade não acompanham a demanda. A cobrança é para que o esporte seja tratado como política pública, com planejamento, recursos e compromisso com a população.

Até o momento, a Prefeitura de Jucuruçu não apresentou um cronograma atualizado ou informações concretas sobre possíveis obras ou melhorias na área esportiva do município.

Por/Jucurunet

Pescaria no Pantanal terminou com Leonardo de olho roxo: “Tá bonito, não?”

 



O cantor Leonardo está de olho roxo após pescaria no Pantanal. O artista contou em vídeo sobre o episódio que alterou a estética facial. “Não tá muito Bonito, não, né?”, brincou o sertanejo após a situação. 

Com o olho inchado e em tom escuro de roxo, devido ao hematoma do impacto que sofreu, Leonardo reviveu a aventura pantaneira ao contar detalhes: “Eu fui para o Pantanal pescar esses dias, deu um B.Ozinho sabe…”, começou a lembrar da história. 

“Escorreguei dentro da canoa de noite, na pesca da noite, e bati o olho na canoa”, disse o cantor. Difícil de acreditar? O cantor garante que o acidente aconteceu na região pantaneira e até brincou sobre o ocorrido. 

“Não tá muito bonito, não, né? Não quero que ninguém ria de mim”, brincou. A próxima parada para aventuras do cantor é no Paraná.

domingo, 26 de abril de 2026

Decepção no futebol local: torcedores questionam identidade de equipe em Jucuruçu

 


Torcedores de Jucuruçu foram até o campo de futebol, mas aí vem à pergunta-chave: torcer para quem, se havia apenas três jogadores de Jucuruçu. Vergonhosamente, o restante era todo de fora.

Então, fica o questionamento: onde está o amor pelo esporte. Onde está a tradição de torcer pelo time da nossa cidade, se você nem conhece os jogadores em campo.

O Jucurunet deixa aqui o seu repúdio a quem tem essa péssima ideia de importar jogadores de outras cidades para representar o futebol de outro município. Isso é triste e chega a ser lamentável.

Uma situação que gerou revolta e frustração tomou conta dos torcedores de Jucuruçu neste fim de semana. Ao comparecerem ao campo de futebol da cidade, muitos se depararam com uma realidade inesperada: a equipe que representava o município contava com apenas três jogadores locais em campo, enquanto a maioria dos atletas era oriunda de outras cidades.

O cenário provocou questionamentos imediatos entre os presentes. Para muitos, o futebol local vai além da competição — ele carrega identidade, pertencimento e tradição. “Torcer pra quem.”, foi a pergunta que ecoou entre os torcedores, inconformados com a baixa representatividade de atletas da própria cidade.

Em Jucuruçu, o episódio reacendeu o debate sobre o verdadeiro papel do esporte local e o compromisso com a valorização dos talentos da terra.

Críticos da situação apontam que a ausência de jogadores locais compromete o vínculo afetivo com a torcida, além de enfraquecer o desenvolvimento esportivo do município. “Onde fica o amor pelo esporte e pela nossa cidade, se nem conhecemos quem está em campo?”, questionou um torcedor.

Diante da repercussão, cresce a cobrança por mais incentivo à base e oportunidades para atletas locais. A expectativa da comunidade é de que haja uma reflexão por parte dos organizadores e responsáveis pelas equipes, para que o futebol volte a ser, de fato, um espaço de representatividade e orgulho para o povo jucuruçuense.

O caso também levanta um alerta sobre a necessidade de políticas esportivas mais consistentes, que priorizem a formação e valorização de jogadores da própria região, fortalecendo não apenas o esporte, mas também a identidade cultural do município.

Pavimentação da BA-699 é autorizada e promete transformar mobilidade entre Cruzeiro do Sul e Itanhém

 



A região do extremo sul da Bahia vai receber um importante investimento em infraestrutura viária. O Governo do Estado autorizou a pavimentação asfáltica das principais ladeiras da BA-699, no trecho que liga Cruzeiro do Sul ao município de Itanhém. Ao todo, serão 6 quilômetros de ladeiras asfaltadas, em uma intervenção considerada estratégica para melhorar a mobilidade, aumentar a segurança dos motoristas e fortalecer o desenvolvimento econômico local..


A intervenção atende a uma demanda antiga da população e deve impactar diretamente a rotina de quem depende da rodovia, especialmente moradores da zona rural, produtores e trabalhadores que utilizam o trecho diariamente. Com a pavimentação, a expectativa é reduzir dificuldades de acesso, principalmente em períodos de chuva, além de facilitar o escoamento da produção agrícola da região. 

“Essa é uma vitória muito significativa para toda a nossa região. A pavimentação dessas ladeiras vai trazer mais segurança para quem trafega pela BA-699 e, ao mesmo tempo, fortalecer a economia local, facilitando o transporte e o acesso entre as comunidades. É um investimento que chega para melhorar a vida das pessoas de forma concreta”. 



Resaltamos papel da parceria entre os municípios e o Governo do Estado. “Quando há união e compromisso com o desenvolvimento regional, os resultados aparecem. Seguimos firmes, trabalhando para garantir mais avanços como esse e construir uma Vereda cada vez melhor para todos.” 


A obra reforça o compromisso com a melhoria da infraestrutura viária no interior da Bahia, promovendo mais integração entre os municípios e ampliando as oportunidades de crescimento para a população local./Bahiaextremosul

Denúncia leva PM a residência e revela arsenal com drogas em Itamaraju


Uma ação rápida da Polícia Militar da Bahia (PMBA) resultou na prisão de um suspeito por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, na manhã desta sexta-feira (24), no Centro (Cidade Alta) de Itamaraju. 

Por volta das 07h50, equipes do 1º Pelotão da 43ª CIPM foram mobilizadas após denúncia apontando intensa movimentação ligada ao comércio de entorpecentes na Rua Maria Quitéria. No local, o morador autorizou a entrada da guarnição, o que permitiu uma averiguação minuciosa. 

Durante as buscas, os militares se depararam com um cenário típico de atividade criminosa estruturada. Foram apreendidos armamentos de alto potencial ofensivo, incluindo uma pistola calibre 9mm e um revólver calibre .38, além de munições de diversos calibres. 

A operação também revelou uma expressiva quantidade de drogas: 382 pinos contendo substância análoga à cocaína, totalizando cerca de 459 gramas, além de balanças de precisão, pinos vazios e aparelhos celulares, indicando a possível logística do tráfico. 

O indivíduo suspeito foi conduzido, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia Territorial de Itamaraju, onde foram adotadas as medidas cabíveis, com base na legislação vigente. 

A ocorrência expõe não apenas a ousadia do crime organizado em áreas urbanas, mas também a vulnerabilidade de comunidades que convivem com esse tipo de prática, reforçando a importância da participação popular por meio de denúncias./IN

Reflexão: por que a morte é tão dura e difícil de compreender?

 


A morte continua sendo um dos maiores mistérios da existência humana. Mesmo sendo a única certeza da vida, ela ainda nos confronta com sentimentos profundos de dor, vazio e incompreensão. Quando perdemos alguém, especialmente pessoas boas, queridas e presentes em nossa rotina, a sensação é de injustiça — como se o tempo tivesse sido interrompido de forma brusca.

Desde cedo, aprendemos que morrer faz parte do ciclo natural da vida. No entanto, nenhuma explicação teórica é suficiente para aliviar o peso da ausência. A saudade não segue regras, não respeita lógica e nem prazo. Ela simplesmente chega e se instala, transformando lembranças em companhia constante.

A dor da perda vai além da despedida. Ela muda a forma como enxergamos o mundo. Pequenos gestos passam a ter mais valor, momentos simples ganham significado maior e o tempo deixa de ser apenas rotina para se tornar algo precioso. Perder alguém é, muitas vezes, reaprender a viver sem aquela presença que antes parecia indispensável.

E por que a morte é tão dura? Talvez porque ela rompe vínculos. Porque encerra histórias que ainda tinham muito a ser vividas. Porque leva não apenas pessoas, mas também sonhos, planos e afetos compartilhados. A ausência física nunca é fácil de aceitar.

Por outro lado, a própria dor revela algo importante: só sentimos tanto quando houve amor verdadeiro. A saudade, por mais dolorosa que seja, é também uma prova de que existiu conexão, carinho e história.

Com o tempo, a dor não desaparece completamente, mas se transforma. O que antes era desespero vai dando lugar a uma saudade mais silenciosa, que acompanha, mas não paralisa. As lembranças passam a ocupar o lugar da presença, mantendo viva a essência de quem partiu.

A reflexão que fica é inevitável: a vida é breve e imprevisível. Em algum momento, todos nós partiremos. Diante disso, talvez o maior aprendizado seja valorizar o presente, demonstrar afeto enquanto há tempo e construir memórias que permaneçam.

No fim, o que realmente fica não são bens materiais ou conquistas, mas os sentimentos que deixamos nas pessoas. Quem foi amado nunca desaparece por completo — permanece vivo nas lembranças, nas histórias e nos corações de quem ficou.

A morte pode ser dura, mas também nos ensina, ainda que da forma mais difícil, sobre o verdadeiro valor da vida.

sábado, 25 de abril de 2026

Jucuruçu: população questiona gestão municipal diante de problemas estruturais e serviços básicos comprometidos

 



A população de Jucuruçu tem manifestado crescente insatisfação com a atual gestão municipal, liderada pelo prefeito Lili. Moradores denunciam uma série de problemas estruturais e a falta de respostas efetivas do poder público diante de demandas consideradas urgentes.

Entre as principais queixas está a existência de casas populares já prontas, mas que ainda não foram entregues à população. Famílias que aguardam por moradia relatam frustração diante da demora, enquanto convivem com situações precárias ou até mesmo desabrigadas.

Outro ponto crítico é a situação do cemitério municipal, que já se encontra lotado. A ausência de um novo espaço para sepultamentos preocupa moradores, especialmente diante da falta de planejamento para atender a essa necessidade básica.

O matadouro público também é alvo de denúncias. Segundo relatos, a estrutura está deteriorada, apresentando riscos à saúde pública. Até o momento, não há sinalização concreta de reforma ou construção de um novo espaço adequado.

Na área da saúde, comunidades rurais apontam a falta de veículos para transporte de pacientes como um problema recorrente. Em alguns povoados, moradores afirmam que enfrentam dificuldades para se deslocar até unidades de atendimento, agravando situações de urgência.

A infraestrutura viária do município é outro fator de preocupação. Pontes danificadas e estradas em condições precárias têm dificultado o tráfego, principalmente na zona rural, impactando diretamente o escoamento da produção agrícola e o acesso a serviços essenciais.

Diante desse cenário, cresce o questionamento da população sobre a condução da administração municipal e a ausência de soluções práticas para problemas que se acumulam. Moradores cobram mais atenção, planejamento e ações efetivas que possam melhorar as condições de vida no município.

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.