Uma moradora do povoado
de São João da Boa Nova, conhecido como “Palha”, no município de Jucuruçu,
procurou a redação do Jucurunet para fazer uma denúncia considerada por ela de
extrema gravidade envolvendo o atendimento médico realizado na localidade.
Segundo o relato da mãe,
sua filha, uma bebê de apenas 6 meses, estava gripada havia mais de 15 dias. A
criança, ainda de acordo com a denunciante, possui deficiência e necessita de
cuidados especiais.
A mãe afirma que teria
sido impedida de realizar determinados encaminhamentos e exames da criança e
relata que, ao levar a bebê até o posto de saúde para atendimento, o médico
teria se recusado a atender a criança.
“Minha filha tem
deficiência, é especial, e ele se negou a atender uma bebê de apenas 6 meses”,
relatou a mãe à reportagem.
Ainda segundo a
denunciante, a situação causou grande preocupação, principalmente diante do
quadro de saúde apresentado pela criança. A mãe afirmou que, posteriormente,
precisou levar a filha para atendimento em Teixeira de Freitas, onde, segundo
ela, a bebê foi diagnosticada com bronquiolite.
“Se eu tivesse esperando
atendimento dele, Deus sabe o que ia acontecer com minha filha”, declarou a
mãe.
A denunciante também
questionou a conduta profissional do médico e pediu que as autoridades
responsáveis pelo serviço de saúde apurem o caso.
“Isso é um desabafo de
uma mãe. Um homem que diz ser médico negou atendimento a uma bebê”, afirmou.
🔎 CASO PRECISA SER APURADO
A denúncia foi
encaminhada ao Jucurunet por uma mãe que afirma ter vivenciado a situação. Até
o momento, a reportagem não ouviu o médico citado, a Secretaria Municipal de
Saúde ou a Prefeitura de Jucuruçu sobre o caso.
O espaço fica aberto para
que o profissional citado e os responsáveis pela unidade de saúde apresentem
suas versões e esclareçam o que teria ocorrido durante o atendimento.
A reportagem destaca que
a denúncia ainda precisa ser oficialmente apurada pelos órgãos competentes,
especialmente para verificar as circunstâncias do atendimento, os registros
médicos e as razões pelas quais, segundo a mãe, a bebê não teria sido atendida.
O caso chama atenção para a importância de garantir atendimento adequado, especialmente a crianças pequenas e pacientes que necessitam de cuidados especiais.
Por/Jurucunet





