Jucuruçu - quinta-feira, 12
de março de 2026: Vamos conhecer um pouco da vida
pessoal e profissional do jucuruçuense Pedro Camargo, ou seja, Pedro Souza o
mais conhecido por Pedrão dos teclados. Casado
- Desde 7 de abril de 2000 - ele Frequentou a Escola Estadual Antonio Carlos Magalhães em
Jucuruçu.
Ele que é da Banda Garotos do Forró de Jucuruçu desde 2018. Pedro Camargo nada mais é que uma pessoa versátil. Pois alem de cantor compositor dançarino é também é um cabeleireiro de Mao cheio. E claro ele é muito família.
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Função: Sanfoneiro
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Descrição: Membro original da banda, Pedro é responsável
pelo som autêntico da sanfona que dá vida às músicas do grupo. Sua habilidade e
paixão pelo instrumento são fundamentais para o sucesso da banda ele também dá
um show à parte na dança.
Entrevista Especial com Pedro Camargo
– “Pedrão dos Teclados”
Acompanhe na integra.
Pedro, como começou sua paixão
pela música e em que momento você percebeu que queria seguir carreira
artística?
A minha paixão pela música vem de família. Meu pai tocava cavaquinho e meu tio
tocava sanfona em bailes. Desde pequeno convivi com esse ambiente musical e
aquilo foi despertando em mim um grande interesse. Sempre foi o meu sonho
seguir na música, então com o tempo fui percebendo que era isso que eu queria
para a minha vida.
Quais foram suas maiores
influências musicais no início da sua trajetória como sanfoneiro, cantor e
compositor?
Eu me inspirei muito em duplas sertanejas, principalmente Zezé de Camargo e
Luciano. Gostava muito de ouvir as músicas deles e aquilo me motivou bastante.
Foi assim que comecei a cantar e tocar, sempre buscando aprender cada vez mais.
Como foi sua entrada na Banda
Garotos do Forró em 2018 e o que esse momento representou para você?
Os meninos da banda me fizeram uma proposta e eu aceitei. Já tínhamos um vínculo
muito grande antes disso, uma amizade e parceria. Então acabou sendo algo
natural e desde então trabalhamos juntos até hoje.
Sendo membro original da banda,
quais desafios você enfrentou no começo do grupo?
Graças a Deus, não tivemos grandes desafios. Desde o começo houve muita união
entre todos e isso ajudou bastante no crescimento da banda.
A sanfona é um instrumento
marcante no forró. O que ela representa na sua vida e na identidade da banda?
A sanfona é meu instrumento favorito. Ultimamente tenho estudado ainda mais
sobre ela para aprimorar meu conhecimento. Na minha opinião, a sanfona é um
instrumento principal dentro de uma banda de forró, porque ela dá identidade e
marca o ritmo da música.
Além de tocar, você também canta,
compõe e dança. Como consegue conciliar tantos talentos no palco?
Isso faz parte da minha identidade artística. Tocar, cantar, dançar e interagir
com o público é algo que me diverte muito. Quando estou no palco, colocar meus
talentos em prática é a minha diversão, então não é difícil para mim conciliar
tudo isso.
Qual foi o show ou momento mais
emocionante da sua carreira até hoje?
Para mim todos os shows são emocionantes. Quando um artista sobe no palco, pode
ter uma pessoa ou 50 mil pessoas, o show tem que ser o mesmo. O importante é
dar o melhor para o público.
Como você enxerga o cenário
musical de Jucuruçu e da região atualmente?
Eu acho Jucuruçu uma cidade muito talentosa quando se trata de artistas. Temos
muitos músicos bons e pessoas com grande potencial.
De que forma sua passagem pela
Escola Estadual Antônio Carlos Magalhães contribuiu para sua formação pessoal e
profissional?
Foi muito bom. A escola foi mais um aprendizado importante para minha vida,
tanto no lado pessoal quanto na formação como cidadão.
Você também atua como
cabeleireiro. Como surgiu essa profissão na sua vida e como equilibra música e
trabalho autônomo?
Sou cabeleireiro desde os 12 anos de idade. Comecei cortando o cabelo da minha
própria família e fui pegando gosto pela profissão. Hoje trabalho no salão
durante o dia e à noite sigo para os palcos com a música.
Ser casado desde 7 de abril de
2000 demonstra estabilidade familiar. Qual a importância da família na sua
caminhada artística?
A família é tudo para mim. Ela é a base da minha vida e sempre me deu apoio em
todos os momentos da minha caminhada.
Em algum momento você pensou em
desistir da música? O que te manteve firme no propósito?
Nunca pensei em desistir, porque sou apaixonado pela música. Esse amor é o que
me mantém firme até hoje.
Como nasce uma composição sua?
Você se inspira mais em vivências pessoais ou em histórias do cotidiano?
Depende muito do tema da música. Às vezes me inspiro em acontecimentos que
presencio no dia a dia e acabo criando a letra em cima dessas histórias.
Quais são seus sonhos e projetos
futuros dentro da música?
Meu sonho é ser cada vez mais reconhecido como artista e continuar levando
minha música para o público.
Que mensagem você deixaria para
os jovens de Jucuruçu que desejam seguir carreira artística?
Se você tem o sonho de ser músico, nunca desista. Continue acreditando, se
dedicando e lutando pelo que ama. A persistência é muito importante.
