Itabela: Um motorista foi
rendido, amarrado e teve quase toda a carga roubada durante um assalto na
BR-101, em Itabela. O crime ocorreu na noite de quinta-feira (6), nas
proximidades do trevo do distrito de Montinho.
Conforme a polícia, o
caminhão foi levado para uma área de mata às margens da rodovia. O condutor, de
38 anos, foi mantido sob domínio dos criminosos durante a ação.
A Polícia Militar chegou ao
local após ser alertada por uma pessoa que passava pela rodovia e percebeu o
veículo parado próximo à vegetação, a cerca de 15 quilômetros do posto da
Polícia Rodoviária Federal, em Eunápolis.
No interior da cabine, os
policiais encontraram o motorista amarrado. A carga, composta por carretéis
plásticos usados em embalagens, havia sido quase totalmente levada. O caminhão
pertence a uma empresa do setor atacadista com sede em Vila Velha, no Espírito
Santo. O caso segue sob apuração./Radarnews
Um novo caso de invasão a
propriedade rural foi registrado nesta sexta-feira (6) na Delegacia Territorial
de Prado, no Extremo Sul da Bahia. De acordo com boletim de ocorrência, a
Fazenda 2 Irmãos, localizada na região de Corumbáu, foi invadida durante a madrugada
por um grupo estimado entre 15 e 20 homens encapuzados e fortemente armados.
Segundo relato do
proprietário e de trabalhadores, os suspeitos portavam armas de grosso calibre,
efetuaram disparos e arrombaram os imóveis da fazenda, fazendo ameaças
constantes. As vítimas afirmam que foram mantidas sob vigilância e intimidação,
sendo obrigadas a deixar o local. Ainda conforme o registro, o proprietário
teria sido coagido a gravar um vídeo declarando que a saída ocorreu de forma
voluntária.
Durante a ação, os invasores
teriam levado uma caminhonete da propriedade, além de equipamentos agrícolas,
eletrônicos e celulares. As vítimas relataram que o grupo afirmou agir em nome
de supostas lideranças indígenas, alegando uma “retomada” da área.
O delegado titular de Prado,
encaminhou a ocorrência à Polícia Federal de Porto Seguro e comunicou o comando
da Força Nacional que atua na região, onde há uma força-tarefa federal voltada
a conflitos fundiários envolvendo produtores rurais e comunidades indígenas.
O caso reacende preocupações
de moradores e setores produtivos sobre a segurança no campo, a origem de
armamentos de alto poder de fogo e o impacto social e econômico desses
episódios no Extremo Sul da Bahia. A expectativa é de que os fatos sejam
investigados e os responsáveis identificados, com respeito ao devido processo
legal./Bahiaextremosul
A política de Jucuruçu vive um momento que
exige mais do que leitura apressada dos fatos. Exige atenção aos movimentos, às
ausências e, sobretudo, às escolhas feitas dentro do poder. Desde o resultado
das eleições de 2024, um padrão se consolidou de forma progressiva e
inequívoca: o escanteamento sistemático de aliados eleitos na própria chapa do
prefeito.
O pós-eleição de 2024: vitória sem coesão
Encerrado o
processo eleitoral de 2024, três vereadores eleitos na chapa do prefeito
Arivaldo — Cida Vieira, Tim do Hospital e Fredi do Hospital — passaram a ocupar
um lugar politicamente desconfortável: o da formalidade sem influência.
Não houve
ruptura pública. Não houve comunicado oficial. O que houve foi algo mais sutil
e, politicamente, mais grave: a perda completa de interlocução efetiva com o
Executivo.
Desde o início
da legislatura, tornou-se visível que esses parlamentares deixaram de
participar do núcleo de decisões do governo. A vitória nas urnas não se
traduziu em espaço político, tampouco em capacidade de articulação junto ao
Executivo.
2025: quando as indicações passaram a ser
ignoradas
Ao longo de
2025, o processo se aprofundou. Indicações apresentadas pelos três vereadores —
mecanismo legítimo e tradicional da relação entre Legislativo e Executivo em
qualquer município — simplesmente não avançaram.
Projetos,
demandas locais e sugestões políticas vindas desses parlamentares passaram a
não produzir qualquer consequência administrativa concreta. Na prática, seus
mandatos foram neutralizados, mesmo mantendo respaldo eleitoral.
Isso não é
detalhe. Em cidades pequenas, onde a política se constrói no contato direto com
a população, ignorar sistematicamente as indicações de um vereador equivale a
esvaziar seu mandato.
O favoritismo explícito
Enquanto três
vereadores eleitos na chapa do prefeito eram gradualmente afastados do centro
de decisões, um dado chamou ainda mais atenção: a escuta exclusiva e recorrente
do prefeito a apenas uma vereadora de sua base, a única que permaneceu
plenamente alinhada e integrada ao Executivo.
O contraste é
incontornável. A gestão passou a operar sob uma lógica de preferência pessoal,
não de colegialidade política. Em vez de respeitar a pluralidade mínima de sua
própria base, o prefeito optou por centralizar a interlocução em um único nome,
transformando aliados eleitos em figuras decorativas.
Trata-se de uma
prática incompatível com qualquer noção madura de liderança democrática.
Desprezar
aliados não é estratégia, é falha de caráter político.
Na política,
alianças não se mantêm apenas na vitória. Elas se consolidam no exercício do
poder. Desprezar aliados eleitos, silenciá-los institucionalmente e negar-lhes
espaço de atuação não é apenas um erro estratégico — é uma demonstração de
desprezo político.
Governar com
favoritismo é governar com miopia. Mais do que isso: é governar com ingratidão,
rompendo o pacto mínimo entre liderança e base que sustenta qualquer projeto
político duradouro.
A história
recente de Jucuruçu mostra que esse comportamento não é episódico. É um modus
operandi.
Um padrão que se repete
O afastamento
de aliados após cumprirem seu papel eleitoral já ocorreu em outros momentos da
trajetória política do prefeito. O que se vê agora é a repetição do método,
aplicada novamente a quem ajudou a construir a vitória.
Na política,
padrões reiterados deixam de ser coincidência e passam a ser identidade.
O efeito colateral: erosão da própria base
Ao optar por
governar ouvindo poucos e ignorando muitos, o prefeito não fragiliza apenas
seus aliados — fragiliza o próprio governo. Mandatos esvaziados produzem bases
ressentidas, articulações enfraquecidas e um ambiente político instável.
A médio prazo,
o custo desse isolamento tende a se refletir no cenário eleitoral seguinte.
O tabuleiro segue em movimento
Enquanto o
discurso oficial insiste em afirmar que “não é hora de falar de 2028”, as ações
da gestão revelam que o futuro já está sendo moldado — por exclusão, não por
construção.
Em Jucuruçu, a
política não para. E quando um governo escolhe governar desprezando aliados,
ele não apenas redefine o presente: abre espaço para novas forças ocuparem o
futuro.
O discurso, o
silêncio e o tabuleiro: a política de Jucuruçu em movimento
A política de
Jucuruçu nunca foi feita apenas de eleições. Sempre foi, antes de tudo, feita
de gestos, sinais e silêncios. E é justamente nesse campo — menos visível, mas
decisivo — que se desenha o atual momento político do município.
Publicamente, o
prefeito Arivaldo repete que o foco da gestão é o presente. Que “não é hora de
falar de sucessão”. Que 2028 ainda está distante. O discurso é de normalidade
administrativa. Mas a prática revela outra coisa: o futuro está sendo
organizado agora — não por meio de anúncios, mas por meio de exclusões
graduais.
O método: esgotar sem expulsar
Ao longo dos
últimos anos, consolidou-se um padrão reconhecível na política local. Não há
rompimentos públicos, notas oficiais ou comunicados diretos de afastamento. O
método é mais sofisticado — e mais eficaz.
Aliados deixam
de ser ouvidos.
Pedidos não avançam.
Portas deixam de se abrir.
Decisões não chegam.
Formalmente,
ninguém é declarado indesejado. Na prática, o recado é compreendido. Trata-se
de um esvaziamento progressivo, um desgaste silencioso que força a saída sem
jamais assumir o custo político do rompimento.
Esse
comportamento não é novidade na história recente de Jucuruçu.
Um padrão antigo
No primeiro
mandato, nomes relevantes do próprio grupo que ajudou a eleger o prefeito
acabaram afastados do núcleo de poder. Figuras como Binha do Táxi, Nande
Jardim, Leidian Jardim, Homo de Monte Azul e Gilson Koiô deixaram de ocupar
espaço político efetivo. Em comum, todos passaram pelo mesmo processo:
isolamento antes da ruptura.
Na política,
padrões não se repetem por acaso. Eles indicam método.
O episódio mais
recente — e talvez mais emblemático — envolve vereadores eleitos na própria
chapa do prefeito. Cida Vieira, Tim do Hospital e Fredi do Hospital não foram
oficialmente descartados. Nenhuma declaração pública do prefeito os apontou
como problema. Ainda assim, o afastamento político foi evidente.
Quando três dos
quatro vereadores eleitos com o prefeito passam a atuar fora do seu raio de
influência, não se trata de ruído pontual. Trata-se de reconfiguração de poder.
De acordar para algo que não está certo.
Sempre que um
aliado se afasta, o roteiro se repete. O prefeito assume o papel de vítima: “me
abandonaram”. Mas a pergunta que ecoa nos bastidores é outra: quem foi
empurrado para fora?
A vitimização
funciona como estratégia narrativa. Desloca a responsabilidade do gestor para
quem saiu, ao mesmo tempo em que preserva a imagem pública do comando. É um
jogo conhecido — e eficiente — em cidades pequenas, onde a memória política é
curta e o discurso ainda pesa mais que os fatos.
Enquanto isso, do outro lado do tabuleiro
Enquanto
aliados do prefeito se desgastam internamente, Uberlândia, ex-cônjuge de
Arivaldo e derrotada na eleição de 2024, observa o cenário com calma. Fora do
embate direto, sem ataques públicos, mantém-se politicamente visível.
O silêncio,
nesse caso, não é ausência. É estratégia.
Na política,
nem sempre vence quem grita mais. Muitas vezes, vence quem espera melhor.
A cidade e o desejo das ruas
Há um
sentimento difuso, mas crescente, entre eleitores de Jucuruçu: o cansaço da
polarização. A cidade tem sido, por décadas, refém de disputas entre grupos
familiares, projetos personalistas e revezamentos de poder que pouco renovam.
O que emerge
das ruas é o desejo por uma terceira via real:
·alguém de
Jucuruçu;
·que não tenha
governado antes;
·que não seja
fantoche de grupos tradicionais;
·que não trate
aliados como descartáveis;
·que encerre a
política de perseguição;
·que una carisma,
competência e novas ideias.
Esse desejo não
tem, ainda, um nome definitivo. Mas tem espaço político.
O jogo não para
Ouça a narrativa!
O tabuleiro
está em movimento. Mesmo que o discurso oficial tente congelar o debate, as
ações contam outra história. Na política, palavras podem esperar. Gestos, não.
Com os olhos
voltados para 2028, Jucuruçu vive um momento de inflexão. Ou rompe com o ciclo
de controle silencioso, esvaziamentos estratégicos e vitimizações recorrentes —
ou seguirá prisioneira de um modelo onde o poder muda de mãos, mas não de lógica.
A pergunta que
fica não é apenas quem será o próximo nome.
É se a cidade
terá coragem de mudar o jogo.
Autor desconhecido mais super
focado na verdadeira história de Jucuruçu.
O senhor Edimilson
Pereira Costa, que estava desaparecido, foi encontrado em menos de uma hora após a publicação da matéria
no portal Jucurunet, demonstrando mais uma vez a força da informação e
da mobilização popular.
Edimilson havia
sido dado como desaparecido após sair da rodoviária de Itamaraju, o que gerou
grande preocupação, especialmente por ele possuir problema de epilepsia.
Para alívio da
família e de todos que acompanharam o caso, o senhor Edimilson foi localizado
pelo vereador de Monte Azul, Totinha de
Jucurucy. O edil entrou em contato com a redação e garantiu que Edimilson está bem e que em breve estará de volta ao convívio de sua família.
A família fez
questão de agradecer ao portal Jucurunet
pela rápida divulgação da notícia, ressaltando a importância da imprensa local
na prestação de serviço à comunidade.
O caso teve um
desfecho positivo e reforça o compromisso do Jucurunet com a informação
responsável e com o bem-estar da população.
Itanhém: Dois irmãos, de 10 e
12 anos, que estavam desaparecidos no município de Itanhém, foram localizados
com segurança pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (05). As
crianças foram encontradas em uma propriedade rural às margens da BA-290, próximo
ao distrito de Nova Lídice, após percorrerem cerca de 72 quilômetros de
bicicleta.
A PM (44ª CIPM) iniciou as
buscas logo após ser acionada sobre o desaparecimento. Segundo os relatos
colhidos, os irmãos tomaram a decisão de viajar sozinhos em direção a Vitória,
no Espírito Santo, com o objetivo de reencontrar o pai biológico.
A Jornada e o Acolhimento
As crianças relataram aos
policiais que não suportavam mais os desentendimentos com o padrasto e, por
isso, decidiram fazer a longa viagem.
Antes da chegada da
guarnição, os menores já haviam recebido auxílio de uma família local, que os
acolheu na propriedade rural, oferecendo água e alimentação.
Encaminhamento e
Acompanhamento
Após serem encontrados, os
irmãos foram encaminhados ao Conselho Tutelar e à Delegacia Territorial da
Polícia Civil de Itanhém para os devidos procedimentos.
O caso segue sob
acompanhamento dos órgãos competentes, que irão apurar todas as circunstâncias
e garantir a proteção integral das crianças./Liberdadenews
Encontra-se desaparecido o senhor Edimilson Pereira Costa, que sumiu na sexta-feira, 06 de fevereiro de 2026. De
acordo com informações repassadas por familiares e amigos, Edimilson possui problema de epilepsia, o que aumenta a
preocupação em relação ao seu paradeiro.
Segundo relatos,
Edimilson estava em Itamaraju,
onde havia ido até uma advogada.
Após o atendimento, ele saiu em direção à rodoviária,
e desde então não foi mais visto.
Um amigo que o acompanhava informou que já realizou buscas em diversos locais,
mas não obteve sucesso.
A família está
angustiada e pede a ajuda da população para localizar Edimilson Pereira Costa o
mais rápido possível. Qualquer informação,
por menor que seja, pode ser fundamental para encontrá-lo.
👉 Se você viu ou sabe do paradeiro de Edimilson
Pereira Costa, entre em contato imediatamente:
📱 WhatsApp (filha): (73) 98139-7551
🚨 Ou ligue para a Polícia Militar pelo
190
Amor,
história e legado marcam a trajetória de uma mulher referência em Jucuruçu
Os filhos, netos e bisnetos prestam uma
justa e emocionante homenagem à querida matriarca Maria de Fátima de Oliveira,
que celebra seus 70
anos de vida, uma trajetória marcada por amor, fé, dedicação e fortes
laços familiares.
Nascida em 06 de fevereiro de 1956,
Dona Maria construiu uma história de respeito e admiração no município de Jucuruçu,
sendo reconhecida como uma mulher guerreira, simples e de coração generoso.
Ela é uma das grandes referências de um
local muito conhecido e visitado pela população, denominado Saia Rodada,
ponto tradicional situado às margens do Rio Jucuruçu, próximo do
distrito do Coqueiro onde ao longo dos anos aconteceram grandes eventos
festivos, esportivos e encontros marcantes da vida social do município.
O Saia Rodada não representa apenas um
espaço físico, mas um verdadeiro símbolo de convivência, alegria e memória
afetiva, carregando também a presença e a história de Dona Maria.
Viúva do senhor Valdeque Venâncio
dos Santos, que faleceu aos 60 anos de idade, Dona
Maria seguiu firme na caminhada da vida, tornando-se exemplo de força, coragem
e amor incondicional à família.
Mãe dedicada de 7 filhos,
ela é também orgulho dos seus 16 netos e 2 bisnetos, que veem nela um pilar
familiar, uma conselheira sábia e uma fonte constante de carinho e ensinamentos.
Aos 70 anos, Maria de Fátima de Oliveira continua
sendo sinônimo de sabedoria, humildade e união, deixando um legado que
atravessa gerações e fortalece a história de sua família.
Esta homenagem representa o
reconhecimento, o amor e a gratidão de todos que tiveram o privilégio de
conviver com Dona Maria, celebrando uma vida de dedicação e bons exemplos.
“Os filhos se levantam e a chamam
bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.” (Provérbios
31:28)
Que Deus continue abençoando sua vida,
concedendo saúde, paz e muitos anos de convivência, para que sua história siga
sendo inspiração no município de Jucuruçu.