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domingo, 23 de agosto de 2026

STF consolida dever dos municípios de proteger cães e gatos – a situação deixa de ser uma escolha do gestor e passa a ser obrigação legal




O cuidado com cães e gatos abandonados ou vítimas de maus-tratos ganhou um novo contorno jurídico no Brasil, pois a proteção dos animais em situação de abandono deixou de ser compreendida como mera faculdade administrativa. Em recente decisão, o Supremo Tribunal Federal (STF) consolidou o entendimento de que a omissão do poder público municipal pode justificar a fiscalização e medida ministerial do Ministério Público e intervenção do Poder Judiciário para assegurar a implementação de políticas públicas voltadas ao acolhimento e tratamento de cães e gatos abandonados. 

O ponto central do julgamento está na possibilidade de intervenção do Poder Judiciário em políticas públicas. Segundo o entendimento reafirmado pelo ministro André Mendonça, embora a formulação e a execução de políticas públicas pertençam, em regra, à Administração, a Justiça pode atuar em situações excepcionais de inércia do poder público para determinar o cumprimento de deveres constitucionais relacionados à proteção ambiental e à saúde pública. Para o STF, essa atuação não representa, por si só, violação ao princípio da separação dos Poderes. 

Isso não significa, contudo, que todo município esteja automaticamente obrigado a construir um canil ou gatil próprio. O entendimento firmado admite que a obrigação seja cumprida por diferentes meios, desde que exista uma política pública efetiva e capaz de atender à demanda. Entre as alternativas estão a criação de estrutura municipal própria ou a celebração de convênios e parcerias com organizações e entidades do terceiro setor dedicadas à proteção animal. 

Na prática, a decisão abre espaço para que municípios organizem políticas permanentes de proteção animal, em vez de ações isoladas ou emergenciais. Dependendo da realidade local, essas políticas podem envolver mecanismos de resgate e acolhimento, atendimento médico-veterinário, tratamento de animais vítimas de maus-tratos, controle populacional por meio de castrações, campanhas de adoção responsável e ações educativas destinadas à população. O próprio caso julgado pelo STF deixa claro, todavia, que a escolha da estratégia administrativa continua cabendo ao município, desde que não haja omissão grave ou deficiência incompatível com o dever constitucional de proteção. 

Outro aspecto importante é o papel do Ministério Público. Diante de uma situação concreta de abandono institucional, deficiência grave ou ausência de medidas mínimas de proteção, o órgão pode fiscalizar a atuação municipal e recorrer aos instrumentos judiciais disponíveis para exigir o cumprimento das obrigações constitucionais. A decisão também não transfere para as prefeituras a responsabilidade de quem abandona um animal. São obrigações distintas. O poder público possui o dever constitucional de estruturar políticas de proteção e acolhimento, mas a pessoa que abandona, maltrata ou deixa de garantir os cuidados necessários ao animal continua sujeita à responsabilização prevista na legislação. Para cães e gatos, a Lei nº 14.064/2020 elevou a pena para maus-tratos, e o abandono é tratado pelas autoridades como uma forma de maus-tratos. 

Mais do que uma discussão sobre a construção de abrigos, o julgamento do STF representa uma mudança de perspectiva sobre a responsabilidade do Estado diante da população animal em situação de vulnerabilidade. A questão deixa de ser apenas se determinada prefeitura “quer” ou “pode” desenvolver uma política de proteção e passa a envolver aquilo que a Constituição já determina: a obrigação de impedir a crueldade e assegurar medidas concretas de proteção à fauna. A Administração mantém liberdade para escolher como agir, mas não para simplesmente permanecer inerte diante de uma situação grave e comprovada. 

Em outras palavras, a decisão não cria uma obrigação de construir um canil ou um gatil em cada município, nem elimina a responsabilidade de quem abandona um animal. O que o STF reforça é algo mais amplo: quando houver omissão grave, o município pode ser chamado a responder e a Justiça pode determinar que uma política pública efetiva de proteção animal seja colocada em prática. Foi justamente por meio de uma ação civil pública que o caso de Catanduva (SP) chegou ao Judiciário e, posteriormente, ao STF. 

Em decisão unânime, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a determinação para que o Município de Catanduva (SP) disponibilize estrutura adequada para acolhimento e tratamento de animais abandonados ou, alternativamente, celebre parcerias com entidades do terceiro setor. O julgamento ocorreu no Agravo Regimental no Agravo em Recurso Extraordinário (ARE) 1.586.753/SP, relatado pelo ministro André Mendonça, e o acórdão foi publicado em 30 de março de 2026, mas o caso só ganhou repercussão neste mês de agosto, após o Ministério Público de alguns Estados ingressarem com ações contra alguns gestores de municípios. 

A decisão reafirma um princípio que vai além da simples conveniência administrativa: a proteção da fauna constitui dever constitucional do poder público. O artigo 225 da Constituição Federal determina que cabe ao Estado proteger a fauna e veda práticas que submetam os animais à crueldade. O próprio STF já consolidou, em diferentes julgamentos, que essa proteção possui natureza constitucional e não pode ser afastada pela alegação genérica de limitações administrativas.

sábado, 22 de agosto de 2026

Quebrando o Silêncio 2026 mobiliza Jucuruçu contra a violência à pessoa idosa

 


A cidade de Jucuruçu viveu, neste sábado, 22 de agosto de 2026, um importante momento de conscientização e mobilização social com a campanha “Quebrando o Silêncio”, promovida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia. Neste ano, a iniciativa trouxe como tema central a violência contra a pessoa idosa, chamando a atenção da população para uma realidade que muitas vezes acontece de forma silenciosa, inclusive dentro do próprio ambiente familiar.

Com o tema “Idosos em Risco — A violência que atinge quem mais precisa de cuidado”, a campanha levou às ruas de Jucuruçu uma mensagem de respeito, proteção e valorização das pessoas idosas.

Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia iniciaram uma caminhada no bairro Califórnia, percorrendo as principais ruas da cidade. Durante o trajeto, a mobilização buscou conscientizar moradores sobre os diferentes tipos de violência que podem atingir a população idosa, como agressões físicas, violência psicológica, abandono, negligência, exploração financeira e patrimonial, além de outras violações de direitos.

A caminhada foi encerrada com uma celebração na praça principal de Jucuruçu, reunindo participantes e moradores em um momento de reflexão sobre a responsabilidade das famílias e de toda a sociedade na proteção daqueles que construíram parte da história do município.

A campanha reforça que a violência contra idosos nem sempre deixa marcas visíveis. Em muitos casos, ela se manifesta por meio do isolamento, da humilhação, do abandono ou até mesmo da apropriação indevida de aposentadorias e outros recursos financeiros.

Em uma cidade como Jucuruçu, onde muitas famílias convivem entre a sede, os bairros e as comunidades rurais, o debate ganha ainda mais importância. A proteção da pessoa idosa precisa ultrapassar campanhas e datas específicas, tornando-se uma responsabilidade permanente das famílias, das instituições, do poder público e de toda a comunidade.

A mensagem deixada pelo Quebrando o Silêncio 2026 é clara: respeitar, cuidar e proteger os idosos é reconhecer sua história, sua experiência e sua contribuição para Jucuruçu.

Casos de violência ou violação dos direitos da pessoa idosa podem ser denunciados pelo Disque 100, canal nacional de denúncia de violações dos direitos humanos.

Diocese de Teixeira de Freitas/Caravelas promove formação sobre saúde mental e riscos psicossociais no trabalho


Com o tema “Saúde Mental no Trabalho: que ambiente estamos construindo para as pessoas?”, a atividade teve como principal objetivo ampliar a compreensão sobre os fatores que podem afetar a saúde emocional dos trabalhadores, além de incentivar práticas de prevenção e cuidado dentro das instituições. 



A formação central foi conduzida pela psicóloga ocupacional Juscilene Meira, que abordou os desafios relacionados à saúde mental no cotidiano profissional e a necessidade de identificar situações capazes de gerar sofrimento, estresse, sobrecarga e outros impactos à qualidade de vida dos trabalhadores.

 

A programação também contou com a participação de Dom Aldemiro Santos Sena, bispo diocesano, que trouxe uma reflexão sobre o cuidado com as pessoas e o compromisso institucional com aqueles que atuam diariamente na missão da Igreja. 

Outro momento da manhã foi a vivência de musicoterapia, conduzida por Erílio Júnior e Ilke, proporcionando aos participantes uma experiência de integração, acolhimento e reflexão por meio da música. 

A programação incluiu ainda uma contribuição jurídica on-line da advogada Dra. Liliane Santos, que tratou de temas como direitos e deveres no ambiente profissional, prevenção dos riscos psicossociais, NR-1 e responsabilidade institucional. 


A discussão sobre saúde mental no trabalho ganhou espaço nas organizações justamente pela necessidade de compreender que as condições de trabalho podem influenciar diretamente o bem-estar físico e emocional das pessoas. Pressão excessiva, falta de apoio, conflitos, assédio, jornadas desgastantes, ausência de reconhecimento e ambientes pouco acolhedores estão entre os fatores que podem contribuir para o surgimento de riscos psicossociais. 

Nesse contexto, iniciativas de formação e conscientização ajudam instituições e trabalhadores a reconhecer sinais de sofrimento, fortalecer relações profissionais mais respeitosas e desenvolver estratégias de prevenção. 

Ao abordar o tema dentro da própria estrutura diocesana, a Diocese de Teixeira de Freitas/Caravelas reforça a compreensão de que o cuidado com as pessoas precisa fazer parte da rotina institucional e não apenas ser lembrado diante de situações de crise. 

Mais do que discutir normas e responsabilidades, a proposta da formação foi estimular uma cultura de cuidado, escuta, prevenção e responsabilidade, reconhecendo que um ambiente saudável depende também da forma como as pessoas são acolhidas, respeitadas e valorizadas. 

A iniciativa deixa uma mensagem que sintetiza o propósito do encontro: “Cuidar de quem cuida também é missão.”/Bahiaextremosul

Jucuruçu: afinal, o que está sendo feito pela administração municipal?

 



Gente, vamos focar na realidade de Jucuruçu, administrativamente falando. O quê o prefeito Lili está fazendo no município de Jucuruçu, há não ser pagamento e reformas de praças para vender os Paralelepípedos para a Prefeitura, onde ele mesmo administra?

Enquanto isso, a população continua esperando por melhorias em diversas áreas do município. É preciso discutir a realidade de Jucuruçu e cobrar respostas sobre as prioridades da administração pública.

A pergunta que fica é: quais são as principais ações e investimentos que estão sendo realizados para atender às necessidades da população de Jucuruçu? A comunidade precisa acompanhar fiscalizar e cobrar transparência na aplicação dos recursos públicos.

Jucuruçu precisa de desenvolvimento, infraestrutura, estradas em boas condições, saúde, educação e investimentos que realmente tragam benefícios para toda a população. O debate deve ser sobre a realidade administrativa do município e sobre aquilo que está sendo feito, ou deixando de ser feito, em benefício do povo. 

Jucuruçu: a população pode contar com a Câmara de Vereadores?

Diante dos questionamentos sobre a administração municipal, surge uma pergunta que merece resposta: a população de Jucuruçu pode realmente contar com a Câmara de Vereadores para fiscalizar o Executivo?

A população espera dos vereadores uma atuação independente, transparente e comprometida com a fiscalização dos recursos públicos. Mais do que discursos, a comunidade precisa de ações, cobranças e respostas concretas.

Afinal, quem fiscaliza o prefeito quando surgem dúvidas sobre obras, contratos e investimentos públicos?

Por que a fila do SUS mata? Os gargalos estruturais por trás da espera na saúde pública

 


A cena é recorrente nos telejornais e nos prontos-socorros de todo o país: pacientes que aguardam meses — às vezes anos — por uma cirurgia eletiva, um exame de imagem ou a avaliação de um especialista. Para cerca de 70% da população brasileira que depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), essa espera não representa apenas um incômodo burocrático; ela é, muitas vezes, uma sentença de morte silenciosa.

Mas por que, décadas após a criação do sistema que é referência mundial em transplantes e imunização, as filas continuam ceifando vidas? Especialistas apontam que o problema não reside em uma única falha, mas em uma engrenagem complexa de desfinanciamento, má gestão e gargalos logísticos.

Os Principais Fatores do Colapso na Fila

1. Subfinanciamento crônico e restrições orçamentárias

O volume de recursos aplicados em ações e serviços públicos de saúde historicamente caminha no limite — ou abaixo — do necessário para atender às demandas de uma população em rápido envelhecimento. Relatórios de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU), apontam que a expansão das necessidades assistenciais pressiona o orçamento federal e estadual, gerando um descompasso entre o custo real da saúde e o montante efetivamente aportado.

2. A fragmentação da rede e falhas na regulação

O acesso aos procedimentos de alta e média complexidade depende de um sistema informatizado de regulação (as centrais de vagas). Contudo, a integração deficiente entre os municípios, os estados e o governo federal faz com que o fluxo de pacientes trave. Muitas vezes, há vagas ociosas em uma região, enquanto pacientes morrem na fila de outra cidade por falta de repactuação interestadual ou intermunicipal eficiente.

3. A transição demográfica e o perfil das doenças

O Brasil envelhece em ritmo acelerado. Com o aumento da expectativa de vida, cresce também a incidência de doenças crônicas não transmissíveis — como cardiopatias, câncer e problemas neurológicos. Essas patologias exigem diagnósticos precoces e tratamentos contínuos. Quando um exame de rastreamento ou uma cirurgia oncológica demora meses para ser autorizada, uma doença tratável em estágio inicial evolui rapidamente para um quadro irreversível.

4. O gargalo na atenção primária e a escassez de especialistas

A porta de entrada do SUS deveria ser a Atenção Primária à Saúde (os postos de saúde e equipes de Saúde da Família). Quando essa base é enfraquecida por falta de médicos, infraestrutura precária ou sobrecarga, ela deixa de resolver os problemas na raiz. Consequentemente, sobrecarrega os pronto-socorros e as filas de especialistas (como cardiologistas, oncologistas e ortopedistas), onde a espera atinge seus patamares mais críticos.

O Custo Humano da Demora

Estudos de impacto social demonstram que uma parcela expressiva da classe média e baixa sofre agravamentos severos em sua condição clínica enquanto aguarda atendimento. O tempo perdido na fila transforma condições de saúde que poderiam ser controladas em emergências hospitalares de alto custo para o próprio Estado — e de tragédia irreparável para as famílias.

Enquanto o debate político frequentemente recai sobre remanejamentos pontuais de verbas, gestores e sanitaristas reforçam que a solução passa por uma reestruturação profunda da governança do SUS, priorizando a transparência nas listas de espera, a digitalização e integração real de dados médicos em âmbito nacional, e a garantia de um financiamento estável e condizente com as necessidades reais do povo brasileiro.

Por/Jucurunet 

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Familiares procuram por irmã de José Ferreira de Souza

 


Um apelo emocionante está sendo feito para ajudar o senhor José Ferreira de Souza, de 64 anos, que atualmente se encontra no povoado de São João do Sul, no município de Guaratinga, e procura por familiares.

Há informações de que seu José seja natural de Palmópolis (MG), município localizado na região do Vale do Jequitinhonha.

O principal desejo de seu José é reencontrar sua irmã, Iraci Rio Porto, de quem procura notícias. A família pode estar em alguma cidade de Minas Gerais ou em outra região do país.

Por isso, o Jucurunet pede a colaboração da população. Se você conhece Iraci Rio Porto ou possui qualquer informação que possa ajudar José Ferreira de Souza a reencontrar sua irmã e outros familiares, entre em contato.

📞 Telefone para informações: (73) 98142-3074
Falar com 
Mestre Ferreira.

Compartilhe esta informação. Um simples compartilhamento pode ajudar a reunir uma família depois de muitos anos./ Ferreirinha Neris

Irmãos pedem orações pela recuperação de Edigar Ferreira de Souza após grave acidente

 


Edigar Ferreira de Souza, morador de Jucuruçu, ficou ferido após sofrer um grave acidente de moto na ponte de acesso ao distrito de Coqueiro, na noite deste domingo (16).

Segundo informações, Edigar caiu da ponte por volta das 18h e permaneceu durante toda a noite em uma área abaixo da estrutura, sendo localizado somente na manhã desta segunda-feira (17), ainda com vida e consciente.

Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Jucuruçu. Informações preliminares apontam fraturas nas costelas e em um dos braços, além de fortes dores.

Familiares e amigos estão mobilizados e pedem orações pela recuperação de Edigar, descrito pelos irmãos como um homem trabalhador e excelente pedreiro. A comunidade considera sua sobrevivência após horas no local um grande livramento.

A família agradece a todos que puderem se unir em oração pela recuperação de Edigar.

Matéria relacionada:

Homem sofre grave acidente demoto, passa a noite no mato e é encontrado com vida em Jucuruçu.

Farra do Lixo de R$ 55 Milhões em Teixeira de Freitas: Denúncias de Favorecimento e Regras 'Sombra' Viram Caso de Justiça na Bahia


Teixeira de Freitas: A Prefeitura de Teixeira de Freitas virou centro de um escândalo no extremo sul da Bahia ao tentar fechar um contrato milionário de R$ 55 milhões para a limpeza urbana. O negócio, que deveria ser uma disputa justa de preços para economizar o dinheiro do povo, virou alvo do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA) após um rastro de manobras suspeitas, regras "amarradas" e forte indício de jogo de cartas marcadas. 

As Principais Irregularidades Sob Investigação 

* O 'Golpe' do Prazo de 24 Horas: A prefeitura exigiu um projeto técnico gigante e ultra complexo — com mapas, rotas de caminhões e softwares. Inicialmente, deu 5 dias úteis, mas reduziu de surpresa para apenas 24 horas. Quem não tinha o material pronto antes acabou fora da disputa, o que beneficia diretamente quem já sabia o que viria no edital. 

* A 'Trituração' dos Concorrentes: Usando uma avaliação com critérios vagos e subjetivos (como julgar se o texto do projeto estava "claro"), a comissão da prefeitura eliminou 22 empresas de uma vez só, deixando o caminho livre para um único consórcio ganhar a bolada. 

* Sorteio 'De Fachada' e Propostas Identicas: Em uma coincidência inacreditável que levanta suspeita de combinação de cartas ou cartel, todas as 22 empresas desclassificadas apresentaram propostas com os exatos mesmos valores. A comissão chegou a fazer um sorteio inútil entre elas, mesmo sabendo que todas já tinham sido jogadas para fora do certame. 

* Prefeitura Exigiu o Que Ela Mesma Não Tinha: Para piorar a situação, a gestão municipal exigiu dados geográficos detalhados da cidade para a montagem dos planos de trabalho, mas acabou confessando ao Tribunal de Contas que ela própria não possui esses mapas nem o projeto básico da cidade, jogando uma obrigação que é do governo nas costas das empresas. 

* Contas Que Não Fecham: As empresas denunciantes apontaram uma "caixa-preta" nos números, com planilhas de impostos com valores impossíveis de conciliar, custos escondidos e regras de preços que travam os orçamentos sem dar transparência de onde os valores foram tirados. 

O Lado da Prefeitura e o Bloqueio da Justiça 

Pressionado, o prefeito Marcelo Belitardo alegou que a complexidade da limpeza da cidade justificava a "peneira" dura e a cobrança dos mapas e planos detalhados. No entanto, a Conselheira do TCM, Camila Vasquez, mandou congelar o processo imediatamente e exigiu explicações urgentes antes que os R$ 55 milhões saiam dos cofres públicos para pagar um contrato sob forte suspeita de fraude./Liberdadenews

Itanhém supera meta da Busca Ativa Escolar e alcança 118% de rematrículas


O município de Itanhém alcançou um resultado expressivo na Busca Ativa Escolar ao atingir 118% da meta estabelecida para rematrículas. O índice reforça o trabalho desenvolvido no município para garantir que crianças e adolescentes permaneçam na escola e tenham assegurado o direito à educação. 

Mais do que um percentual, o resultado representa o retorno de estudantes ao ambiente escolar e a continuidade de trajetórias educacionais que poderiam ser interrompidas. A mobilização envolve profissionais da educação, famílias, gestores e parceiros que atuam na identificação e no acompanhamento de crianças e adolescentes que estavam fora da escola ou em situação de risco de abandono. 

A Busca Ativa Escolar é uma estratégia voltada justamente para localizar estudantes que não estão frequentando as unidades de ensino, compreender as razões da ausência e articular ações para garantir o retorno e a permanência na escola. 

Para o município, alcançar 118% da meta demonstra que o esforço coletivo tem produzido resultados concretos. 

“Esse resultado de 118% da meta de rematrículas nos enche de orgulho, mas, acima de tudo, mostra que estamos fazendo aquilo que realmente importa: cuidando das nossas crianças e dos nossos adolescentes. Cada estudante que retorna para a escola representa uma família que foi acolhida e uma história que terá continuidade. Quero parabenizar todos os profissionais da educação, as famílias e cada parceiro que participou desse trabalho. Em Itanhém, estamos unidos para garantir que nenhum aluno fique para trás e para construir um futuro com mais oportunidades para a nossa gente.”, comemorou o prefeito Bemtivi. 

O resultado também evidencia a importância da participação das famílias nesse processo. A presença dos pais e responsáveis, aliada ao acompanhamento das equipes escolares e da rede de proteção, é fundamental para evitar a evasão e fortalecer o vínculo dos estudantes com a escola. 

Com a marca de 118% das rematrículas previstas, Itanhém reafirma o compromisso com a educação e com a garantia de direitos. Cada retorno às salas de aula representa uma nova oportunidade de aprendizagem, convivência e construção de um futuro melhor./Bahiaextremosul

Jucurunet parabeniza Alze Pereira Silva pela passagem do seu aniversário

 


Nesta data especial, o Portal Jucurunet parabeniza com muito carinho o amigo Alze Pereira Silva, pela passagem de mais um ano de vida.

Alze é um amigo de longa data e uma pessoa muito querida por aqueles que têm a oportunidade de conhecer sua trajetória.

Casado e morador de Dois de Abril, Alze construiu sua história ao lado da família e da comunidade, mantendo sempre fortes os laços de amizade e convivência.

Conhecido popularmente como Alze do Ônibus, ele também possui uma trajetória de participação na vida pública de Palmópolis, em Minas Gerais.

Natural de Palmópolis, Alze fez sua carreira profissionalmente como motorista particular.

Sua caminhada política começou com a eleição para vereador em 2020, pelo PDT, quando recebeu 278 votos.

Naquele momento, iniciou seu primeiro mandato na Câmara Municipal de Palmópolis, exercido entre 2021 e 2024.

Em 2024, voltou a disputar as eleições municipais e conquistou novamente a confiança dos eleitores.

Com 276 votos, foi reeleito vereador pelo PDT para o mandato de 2025 a 2028.

São duas eleições consecutivas que marcaram sua trajetória na política municipal.

Mas hoje o destaque não está apenas no vereador ou no homem público.

O destaque é para o amigo Alze, que celebra mais um aniversário.

Uma data para agradecer a Deus pela vida, pela família, pelas amizades construídas e por todos os caminhos percorridos até aqui.

Ao longo dos anos, muitas histórias foram vividas, muitos desafios enfrentados e diversas experiências ficaram como aprendizado.

Cada novo aniversário representa também a oportunidade de renovar sonhos, projetos e esperanças.

E é justamente neste momento que o Jucurunet faz questão de deixar registrada esta homenagem.

Desejamos ao amigo Alze muita saúde para continuar sua caminhada.

Que não faltem paz, felicidade, sabedoria e disposição para enfrentar os desafios de cada novo dia.

Que Deus abençoe sua família e proteja sempre seu lar em Dois de Abril.

Que sua esposa, familiares e amigos possam continuar compartilhando muitos momentos de alegria ao seu lado.

Que este novo ciclo seja marcado por conquistas, realizações e boas notícias.

Que os próximos anos tragam ainda mais motivos para agradecer e celebrar.

A amizade verdadeira é construída com o tempo e permanece mesmo diante das mudanças da vida.

Por isso, para o Portal Jucurunet, é uma satisfação poder homenagear alguém que faz parte de uma amizade de longa data.

Hoje é dia de celebrar a vida, a família, a amizade e a história construída por Alze Pereira Silva.

Parabéns, amigo Alze!

Que este novo ano de vida seja repleto de saúde, paz, proteção e felicidade.

Que Deus continue iluminando seus caminhos e concedendo muitos anos de vida.

Receba o abraço e o carinho de toda a equipe do Portal Jucurunet.

Feliz aniversário, Alze Pereira Silva!

Que venham muitos outros anos de vida, sempre ao lado da família e dos verdadeiros amigos.

Parabéns e muitas felicidades!

Quem seria a pessoa mais preparada para administrar o Brasil na atualidade?

 




O Brasil se aproxima das eleições de 2026 em meio a grandes desafios econômicos, sociais e políticos. Segurança pública, geração de empregos, combate à pobreza, equilíbrio das contas públicas, saúde, educação e infraestrutura estarão entre os principais temas que devem influenciar a escolha dos eleitores.

Diante desse cenário, o Portal Jucurunet propõe uma reflexão aos leitores: na sua opinião, quem seria a pessoa mais preparada para administrar o Brasil na atualidade?

A disputa presidencial reúne nomes com trajetórias, experiências políticas e propostas bastante diferentes. Entre os candidatos que tiveram pedidos de registro apresentados para a Presidência estão:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Clariana Barão (DC)
  • Edmilson Costa (PCB)
  • Escritor Augusto Cury (Avante)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Hertz Dias (PSTU)
  • Pablo Marçal (PRTB)
  • Renan Santos (Missão)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)
  • Rui Costa Pimenta (PCO)
  • Samara Martins (UP)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata)

Pesquisas recentes mostram Lula e Flávio Bolsonaro à frente nos principais cenários de intenção de voto, enquanto outros candidatos buscam ampliar o conhecimento de seus nomes e apresentar suas propostas ao eleitorado. Esses números, porém, refletem intenção de voto e não constituem uma avaliação sobre quem seria mais capacitado para governar.

A pergunta, portanto, vai além da popularidade: experiência administrativa, capacidade de diálogo, histórico político, propostas, formação de equipe e resultados anteriores devem pesar na análise de cada eleitor.

E você, leitor do Jucurunet: quem considera mais preparado para comandar o Brasil neste momento? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate.

Por/Jucurunet

Quem está na frente nas pesquisas para presidente? Veja números recentes

 


Pesquisas mais recentes apontam Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras posições nas simulações de primeiro e de segundo turno para a Presidência em 2026.

No primeiro turno estimulado do BTG/Nexus, Lula aparecia numericamente à frente e Flávio vinha em seguida. Os percentuais eram: Lula (PT), 41% (era 40% em 10 de agosto); Flávio Bolsonaro (PL), 36% (era 35%); Ronaldo Caiado (PSD), 5%; Renan Santos (Missão), 4%; Romeu Zema (Novo), 4%; Samara Martins (UP), 1%; Augusto Cury (Avante), 1%; nenhum/branco/nulo, 5%; não sabe/não respondeu, 2%.

O BTG/Nexus informou que outros pré-candidatos não pontuaram no cenário estimulado. A lista citada era Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU), Heró Bezerra (PRTB), Edmilson Costa (PCB), Wilson Grassi Júnior (Democrata) e Clariana Barão (DC). 

Na pesquisa espontânea do BTG/Nexus, Lula aparecia numericamente à frente e Flávio vinha em segundo, com um grupo grande de indecisos. Os números eram: Lula (PT), 38% (era 36%); Flávio Bolsonaro (PL), 29% (era 29%); Renan Santos (Missão), 3%; Ronaldo Caiado (PSD), 2%; Romeu Zema (Novo), 1%; outros nomes, 3%; nenhum/branco/nulo, 6%; não sabe/não respondeu, 17%.

No segundo turno do BTG/Nexus entre Lula e Flávio, Lula aparecia numericamente à frente, mas havia empate técnico. Os percentuais eram: Lula (PT), 47% (era 47% em 10 de agosto); Flávio Bolsonaro (PL), 44% (era 44%); nenhum/branco/nulo, 8%; não sabe/não respondeu, 1%.

O BTG/Nexus também simulava outros cenários de segundo turno com Lula e apontava diferenças dentro da margem de erro em alguns confrontos. Os números eram: Lula (PT) x Ronaldo Caiado (PSD) - 45% a 42% (nenhum/branco/nulo, 11%; não sabe/não respondeu, 2%); Lula (PT) x Romeu Zema (Novo) - 46% a 41% (nenhum/branco/nulo, 11%; não sabe/não respondeu, 2%); Lula (PT) x Renan Santos (Missão) - 47% a 36% (nenhum/branco/nulo, 14%; não sabe/não respondeu, 3%).

Quaest

Pesquisa Quaest, divulgada em 14 de agosto, indicava que Lula aparecia numericamente à frente de Flávio no segundo turno, mas havia empate técnico. No cenário Lula x Flávio, os percentuais eram: Lula (PT), 43%; Flávio Bolsonaro (PL), 40%; branco/nulo/não vai votar, 13%; indecisos, 4%.

No primeiro turno estimulado da Quaest, Lula aparecia numericamente à frente e Flávio vinha em segundo, com indecisos e branco/nulo separados. Os números eram: Lula (PT), 38%; Flávio Bolsonaro (PL), 31%; Ronaldo Caiado (PSD), 4%; Renan Santos (Missão), 4%; Augusto Cury (Avante), 2%; Romeu Zema (Novo), 2%; Samara Martins (UP), 1%; Clariana Barão (DC), 0; Edmilson Costa (PCB), 0; Hertz Dias (PSTU), 0%; Leonardo Avalanche (PRTB), 0; Rui Costa Pimenta (PCO), 0; Wilson Grassi (Democrata), 0; branco/nulo/não vai votar, 8%; indecisos, 10%.

A Quaest também testava outros cenários de segundo turno com Lula e listava branco/nulo/não vai votar e indecisos. Os percentuais eram: Lula (PT) x Ronaldo Caiado (PSD) - 44% a 37% (branco/nulo/não vai votar, 14%; indecisos, 5%); Lula (PT) x Renan Santos (Missão) - 44% a 36% (branco/nulo/não vai votar, 16%; indecisos, 4%); Lula (PT) x Romeu Zema (Novo) - 45% a 34% (branco/nulo/não vai votar, 16%; indecisos, 5%).

Como foram feitas as pesquisas

O BTG/Nexus entrevistou 2.003 eleitores por telefone entre 14 e 16 de agosto. O levantamento foi contratado pelo banco BTG Pactual, com margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) BR-03317/2026.

A Quaest entrevistou 2.004 pessoas presencialmente entre 10 e 13 de agosto. O levantamento foi contratado pela TV Globo, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) BR-06773/2026; a margem de erro não estava informada nos textos consultados.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

11º Off-Road Passeio Entre Amigos Bahia e Minas 2026: Parada obrigatória, whisky, churrasco e muita festa em Jucuruçu!

 

O rugido dos motores na divisa entre Bahia e Minas Gerais já é tradição, mas quando o Off-Road Passeio Entre Amigos chega a Jucuruçu, o evento ganha um tempero especial. Na edição de 2026, a passagem do comboio pela nossa cidade foi marcada por momentos inesquecíveis de confraternização, reforçando os laços de amizade que movimentam essa grande festa sobre quatro rodas. 

​E como não poderia deixar de ser, o Jucurunet acompanhou tudo de perto para registrar cada detalhe dessa passagem histórica! 

​Tradição em Jucuruçu: Bate-papo, whisky e churrasco 

​Mais do que acelerar forte pelas trilhas e superar os desafios da rota, o grande diferencial deste grupo é a cumplicidade e a alegria de reencontrar os amigos. A passagem por Jucuruçu já virou parada obrigatória e o ponto alto para relaxar após a poeira e a lama da estrada. 

​Entre um papo animado e muita risada, a turma garantiu a resenha com direito a um bom whisky e aquele churrasco caprichado que é a cara da nossa hospitalidade. A famosa estampa colorida do evento deste ano deu ainda mais destaque ao grupo, que coloriu as ruas e comemorou o sucesso de mais uma edição épica.

​"Passar por Jucuruçu é sempre revigorante. A recepção da galera, o clima de irmão para irmão e esse momento de descanso com um bom churrasco e whisky fazem parte da alma do nosso passeio," destacaram os participantes. 

​O Jucurunet registrou tudo! 

​A energia contagiante dessa turma contagiou a cidade inteira, e o Jucurunet esteve presente para cobrir cada momento, eternizando a passagem dos aventureiros por solo jucuruçuense. 

​As fotos e os melhores momentos dessa parada estratégica já estão rodando as redes sociais e mostrando para toda a região como a nossa cidade sabe receber bem quem faz do off-road uma verdadeira filosofia de vida.

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Sete mulheres por minuto: números da violência doméstica reforçam alerta durante o Agosto Lilás


O Agosto Lilás, período dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, coloca em evidência uma realidade que permanece entre os grandes desafios sociais do Brasil. Dados da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher 2025, do DataSenado, estimam que 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores ao levantamento. 

A dimensão desse número pode ser compreendida também por uma conversão aproximada para períodos menores. Considerando os 3,7 milhões de casos distribuídos uniformemente ao longo de um ano, chega-se a cerca de 10,1 mil mulheres por dia, 422 por hora e sete por minuto. A conta é uma forma de dimensionar a magnitude do dado, e não significa que os episódios ocorram de maneira uniforme a cada minuto. 

O levantamento do DataSenado ouviu 21.641 mulheres com 16 anos ou mais, em todas as unidades da Federação. A pesquisa apontou que 4% das brasileiras nessa faixa etária declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores, percentual menor que os 7% registrados em 2023. Mesmo com a redução, o número absoluto estimado continua representando milhões de mulheres. 

Em entrevista ao jornalista Luiz Oss, a advogada Gabriella Comper, presidente da Comissão de Defesa da Mulher, chama atenção justamente para a necessidade de transformar as estatísticas em compreensão sobre a dimensão do problema. 

“Quando falamos em milhões de vítimas, às vezes não conseguimos dimensionar o tamanho dessa realidade. Mas quando percebemos que, a cada minuto, aproximadamente sete mulheres podem estar sofrendo algum tipo de violência doméstica ou familiar, entendemos que estamos diante de um problema gravíssimo”, afirma Gabriella.

Violência muitas vezes acontece diante de crianças

Outro dado revelado pela pesquisa mostra que a violência doméstica não permanece necessariamente restrita ao ambiente privado. Entre as mulheres que relataram ter sofrido violência nos últimos 12 meses, 71% afirmaram que havia outras pessoas presentes durante a agressão. Em grande parte dessas situações, as testemunhas eram crianças. 

A pesquisa também aponta que a violência pode se tornar recorrente. Quase seis em cada dez vítimas relataram que os episódios aconteciam havia menos de seis meses, enquanto 21% conviviam com situações de violência há mais de um ano. 

Os dados mostram ainda que existe uma diferença entre a violência vivenciada e a forma como ela é reconhecida pelas próprias vítimas. Segundo o levantamento, 33% das entrevistadas relataram ter vivenciado pelo menos uma das 13 formas de violência investigadas, embora parte delas não se identifique como vítima quando questionada diretamente. 

Violência não se resume à agressão físicaPara Gabriella Comper, um dos pontos fundamentais no enfrentamento do problema é ampliar a compreensão sobre o que caracteriza a violência contra a mulher. 

A Lei Maria da Penha estabelece diferentes formas de violência doméstica e familiar, entre elas a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Isso significa que comportamentos como ameaças, humilhações, controle, constrangimentos e retenção ou destruição de bens também podem integrar o ciclo de violência. 

“É importante que as mulheres reconheçam os diferentes tipos de violência. Muitas vezes, a violência psicológica, o controle, a humilhação, a ameaça e a violência patrimonial são naturalizados, mas também fazem parte desse ciclo de violência”, explica a advogada.

A informação, nesse contexto, torna-se uma ferramenta importante para que a vítima consiga identificar situações abusivas e tenha condições de procurar orientação e apoio. 

Feminicídio representa a face mais extrema da violência

Quando a violência chega ao extremo, o resultado pode ser o assassinato de mulheres por razões relacionadas ao gênero. Dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, apontam que o Brasil registrou 1.470 feminicídios em 2025, uma média de aproximadamente quatro mulheres mortas por dia. O número representou o maior registro da série histórica disponível até então. 

O dado evidencia que a violência letal continua sendo uma realidade grave no país. Os números também precisam ser observados em conjunto com as demais formas de violência, já que o feminicídio pode ocorrer dentro de contextos marcados por agressões, ameaças, perseguições, controle e outras formas de abuso. 

“Os números de feminicídio também são extremamente preocupantes. Estamos falando de 1.470 mulheres assassinadas em 2025. São aproximadamente quatro mulheres mortas por dia em razão de uma violência que, muitas vezes, acontece dentro de uma relação de proximidade e confiança”, destaca Gabriella.

Agosto Lilás reforça uma responsabilidade que deve durar o ano inteiro

O Agosto Lilás tem papel importante ao ampliar a discussão pública sobre a violência contra a mulher e estimular ações de prevenção e enfrentamento. No entanto, especialistas e instituições que atuam na área defendem que a mobilização não deve se limitar ao mês de agosto. 

A dimensão dos dados reforça a necessidade de políticas permanentes de prevenção, acolhimento, proteção e responsabilização dos agressores, além do fortalecimento da rede de atendimento às vítimas. 

“Esses números reforçam que a violência contra a mulher continua sendo um grave problema de saúde pública e de direitos humanos. Precisamos falar sobre violência contra a mulher durante todo o ano. O Agosto Lilás é fundamental para dar visibilidade ao tema, mas a prevenção, o acolhimento e a proteção precisam ser permanentes”, enfatiza Gabriella.

A própria pesquisa do DataSenado mostra a importância das redes de apoio. Em parte dos episódios testemunhados por outras pessoas, não houve intervenção de quem estava presente, o que evidencia a necessidade de ampliar a informação sobre como identificar situações de violência e como agir de maneira segura. 

Informação pode ajudar a romper o ciclo

Os números apresentados durante o Agosto Lilás não representam apenas estatísticas. Por trás de cada registro existe uma mulher que pode estar vivendo uma situação de medo, dependência, ameaça, agressão ou controle. 

Nesse cenário, o acesso à informação, à orientação jurídica e aos serviços da rede de proteção pode ser decisivo para que a vítima consiga reconhecer a violência, buscar ajuda e romper o ciclo de agressões. 

“É preciso que a mulher saiba que não está sozinha. Informação, acolhimento, orientação jurídica e uma rede de proteção eficiente podem fazer a diferença para romper o ciclo da violência e garantir uma vida com segurança e dignidade”, conclui Gabriella Comper. 

Os dados nacionais reforçam, portanto, que o enfrentamento à violência contra a mulher exige continuidade. O Agosto Lilás amplia a visibilidade, mas a prevenção, a proteção e o acolhimento precisam fazer parte de uma atuação permanente do poder público e de toda a sociedade./Luiz Oss

Elciene Silva celebra conquista e conclui graduação em Direito

 

A jucuruçuense Elciene Silva acaba de conquistar um importante marco em sua trajetória: a formação em Direito. A nova bacharel encerra uma etapa marcada por estudos, desafios e dedicação.

Em entrevista, Elciene contará um pouco de sua caminhada acadêmica e das experiências vividas durante o curso.  Ela também falará sobre os desafios enfrentados até alcançar essa conquista. A entrevista abordará ainda seus planos para o futuro profissional.

A formação representa o início de uma nova fase e a busca por novos objetivos. O Portal Jucurunet destaca essa conquista e deseja sucesso a Elciene em sua nova jornada. 

Você acaba de concluir a graduação em Direito. O que representa esse momento na sua vida? É um dos momentos mais felizes e importantes da minha vida. Representa a realização de um sonho conquistado com muito esforço, dedicação e perseverança. 

Como surgiu o seu interesse pelo Direito e o que motivou você a escolher essa profissão? Meu interesse surgiu a partir das injustiças que presenciei e enfrentei ao longo da vida. 

Durante a faculdade, quais foram os principais desafios que você enfrentou? Enfrentei muito cansaço e dificuldades, mas nunca perdi o foco nem a vontade de vencer. Segui firme até alcançar meu objetivo. 

Existe algum momento da sua trajetória acadêmica que marcou especialmente você? Sem dúvida, a união com minhas colegas de curso. Estávamos sempre ajudando umas as outras, compartilhando conhecimentos e superando juntas os desafios da graduação. 

Você já sabe em qual área pretende trabalhar? Ainda estou avaliando as possibilidades e conhecendo melhor as áreas de atuação do Direito.  

Na sua visão, qual deve ser o papel de um profissional do Direito na sociedade, especialmente em cidades pequenas e comunidades do interior? O profissional do Direito deve atuar com respeito, responsabilidade e, acima de tudo, empatia. É fundamental compreender as necessidades das pessoas, especialmente nas comunidades do interior, e trabalhar para garantir que seus direitos sejam efetivamente respeitados. 

Quais são os seus próximos objetivos profissionais e pessoais? Pretendo atuar no Direito, combatendo injustiças e exercendo meu trabalho com responsabilidade, sempre buscando garantir os direitos das pessoas. 

Que mensagem você deixa para os jovens que sonham em cursar uma faculdade, mas enfrentam dificuldades?

Quero dizer que é possível. A caminhada é difícil, mas vale muito a pena. Não devemos nos deixar abater pelas adversidades, mas lutar sempre pelos nossos objetivos. Quando eu era criança e adolescente e morava com meus pais no Córrego do Tombo, meu pai sempre dizia: “Meus filhos, vocês precisam estudar”. Eu sempre dei o meu melhor para adquirir conhecimento e hoje vejo que valeu a pena. O conhecimento abre portas e é libertador. 

Seus agradecimentos finais. Agradeço primeiramente aos meus pais, por sempre me incentivarem a estudar e, mesmo diante das dificuldades, nunca permitirem que eu desistisse. Ao meu companheiro, aos meus familiares e amigos, minha eterna gratidão pelo apoio. E agradeço imensamente pelo espaço cedido para que eu pudesse compartilhar um pouco da minha trajetória.

A formação acadêmica também simboliza uma conquista que ultrapassa o ambiente universitário, sendo motivo de orgulho para familiares, amigos e todas as pessoas que acompanharam sua caminhada até este momento.

Parabéns, Elciene Santos Silva, por essa importante conquista. Que esta nova fase seja marcada por grandes oportunidades, realizações e sucesso em sua caminhada profissional.

Por/Juucurunet

Moto furtada em Vila Velha, no ES, é recuperada pela Polícia Militar em Batinga, distrito de Itanhém


Uma ação realizada por policiais do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) da 44ª CIPM de Medeiros Neto resultou na prisão de um homem e na recuperação de uma motocicleta com restrição de furto na última quarta-feira, 19 de agosto, no distrito de Batinga, município de Itanhém. 

Segundo informações da Polícia Militar, a guarnição recebeu diversas denúncias, por meio do telefone funcional e de moradores da localidade, relatando que dois homens conhecidos pelos apelidos de “Bebé” e “Neném” estariam ameaçando moradores e supostamente ostentando arma de fogo. 

As denúncias também apontavam que “Bebé” seria egresso do sistema prisional de Tremembé, no estado de São Paulo, e estaria utilizando uma motocicleta com possíveis sinais de adulteração e suspeita de ser produto de furto ou roubo. 

Diante da gravidade das informações, a guarnição do PETO, juntamente com a SOINT, deslocou-se até o distrito de Batinga para averiguar a situação. 

Durante as diligências, os policiais localizaram um dos denunciados. Ele foi abordado e submetido à busca pessoal, mas, conforme a PM, nenhum material ilícito foi encontrado. 

Em conversa com os policiais, ele afirmou ter se envolvido em uma confusão na noite da sexta-feira anterior, mas negou ter utilizado arma de fogo. Segundo ele, o objeto utilizado durante o desentendimento teria sido uma arma branca, do tipo faca. Foram realizadas buscas em locais indicados como possíveis esconderijos de armas, porém nada foi localizado. 

Questionado sobre o outro homem citado nas denúncias, ele informou que “Bebé” seria seu tio, que também teria participado da confusão, e indicou o local onde ele poderia ser encontrado. 

Com as novas informações, a guarnição seguiu até um bar, onde localizou Roberto Gomes Ferreira, de 47 anos, conhecido como “Bebê”. Ele estava em posse de uma motocicleta Honda CG 160, de cor vermelha, ostentando a placa TXT4A96. 

Durante a identificação veicular, realizada por meio de consulta aos sistemas disponíveis, foi constatado que a motocicleta possuía restrição por furto ocorrido no dia 1º de agosto, no município de Vila Velha, no Espírito Santo. 

A Polícia Militar constatou ainda que a placa instalada na motocicleta era diferente da identificação original do veículo. Conforme a consulta, a placa original seria TUO2J85, enquanto a motocicleta ostentava a placa TXT4A96. 

Diante da situação, Roberto Gomes Ferreira recebeu voz de prisão em flagrante, conforme o registro policial, sob suspeita de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. O homem e a motocicleta apreendida foram encaminhados e apresentados na Delegacia Territorial de Itanhém, onde o caso ficou à disposição da autoridade policial para adoção das medidas cabíveis./MDD

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.