Uma questão que persiste: Se você já visitou Jucuruçu recentemente e
percebeu os constantes problemas de energia, saiba que não está sozinho. A
instabilidade no fornecimento de energia elétrica pela Coelba continua sendo
uma realidade diária para muitos moradores do município. Mas há uma triste
verdade por trás dessa crise crônica: apenas duas vozes parecem
ecoar contra o descaso.
O problema em detalhes
Relatos consistentes apontam
para:
·
Quedas de energia
frequentes e sem aviso prévio
·
Fase
"caindo" (desbalanceamento de fases que danifica eletrodomésticos)
·
Longos períodos
sem energia em determinadas localidades
·
Falta de
manutenção preventiva na rede
As únicas vozes que ecoam no
silêncio geral
Uma realidade triste,
mas reveladora: em meio a
uma população inteira afetada, apenas dois nomes se
destacam por sua coragem e persistência em lutar pelo direito básico à energia
estável:
1.
Jucurunet - Que tem usado suas plataformas para expor
sistematicamente os problemas e pressionar por soluções
2.
Itamar
Batista de Araújo - Que tem
enfrentado burocracias e canais oficiais em nome da comunidade
Enquanto isso, a
grande maioria sofre em silêncio, reclamando apenas em conversas
informais, mas sem tomar a atitude decisiva de registrar reclamações formais que
possam mudar a situação.
Por que essa resistência em
reclamar oficialmente?
Muitos moradores relatam:
·
Descrença no
sistema ("não adianta reclamar")
·
Medo de
represálias
·
Falta de tempo ou
paciência para enfrentar a burocracia
·
Acostumamento com
a situação ("sempre foi assim")
Mas essa passividade coletiva
cria um ciclo vicioso: quanto menos reclamações formais, menos pressão sobre a
Coelba, e menos urgência para investimentos e melhorias.
A matemática cruel do descaso
Enquanto dois
cidadãos carregam o peso de reclamar por uma cidade inteira, a
Coelba recebe estatisticamente poucas reclamações formais sobre Jucuruçu. Isso
permite que a empresa trate o problema como "casos isolados" em vez
de uma crise municipal.
O apelo necessário
Para Jucuruçu:
·
Aos que
sofrem calados: Sua energia
não vai melhorar por milagre. Cada protocolo no 116, cada reclamação na ANEEL,
é um tijolo na pressão coletiva necessária.
·
Aos
heróis solitários (Jucurunet e Itamar): Sua coragem é admirável, mas não podem carregar sozinhos o fardo
de uma cidade inteira.
·
À
comunidade: Se apenas dois
têm voz, o descaso continuará. A força está nos números, na quantidade de
reclamações que comprovam a emergência do problema.
Como quebrar este ciclo?
1.
Faça como
Jucurunet e Itamar: Registre
SUA reclamação hoje mesmo (116 para Coelba, site da ANEEL para escalonar)
2.
Documente
e compartilhe: Uma foto do
relógio parado, um vídeo da luz piscando - compartilhe nas redes MAS também
anexe à reclamação formal
3.
Fale com
um vizinho: Combine de
fazerem as reclamações juntos. Ação coletiva começa com dois, mas precisa
crescer.
A situação de Jucuruçu é um
retrato do que acontece quando o cansaço vence a ação. Mas enquanto houver pelo
menos duas vozes insistindo, ainda há esperança de que outras se somem.
Você conhece os trabalhos do
Jucurunet e do Itamar? Já se inspirou neles para também reclamar? Conte pra
gente nos comentários - talvez sua experiência incentive outros a quebrarem o
silêncio.