{Prefeito, se há algum mérito a ser destacado em sua gestão, resume-se à venda das pedras pelo valor que lhe foi conveniente e à retirada dos animais das vias públicas — ações pontuais que, embora relevantes, estão muito aquém das reais necessidades do município}.
A administração do prefeito Arivaldo de
Almeida Costa, conhecido como Lili, encerra o ano de 2025 marcada por um forte
sentimento de descrédito e crescente impopularidade no município de Jucuruçu. O
que se percebe nas ruas, nas comunidades rurais e nas conversas cotidianas da
população é uma frustração generalizada diante de promessas não cumpridas e de
uma gestão considerada distante da realidade do povo.
Ao assumir o
comando do Executivo municipal, Lili gerou expectativas positivas. Muitos
acreditavam em mudanças concretas, avanços estruturais e maior atenção às
demandas básicas da população. No entanto, o que se viu ao longo do ano foi a
repetição de velhos problemas, aliados à falta de planejamento e de diálogo com
a sociedade.
Obras
inacabadas, estradas vicinais em condições precárias, dificuldades na saúde e
na educação e a ausência de ações efetivas na zona rural contribuíram
diretamente para o desgaste da imagem da atual gestão. Em diversas situações, a
sensação transmitida é de abandono, sobretudo nas comunidades mais afastadas da
sede do município.
Outro fator que
pesa negativamente é a relação do governo com o Poder Legislativo, onde
requerimentos e cobranças dos vereadores pouco resultaram em ações práticas por
parte do Executivo. A falta de respostas concretas reforça a percepção de uma
gestão fechada e pouco sensível às reivindicações populares.
Ao final de 2025, o sentimento predominante é de
decepção. Jucuruçu esperava mais. Esperava compromisso, trabalho e resultados.
Prefeito Lili, a população acreditou no senhor — e, infelizmente, até aqui, a
realidade ficou muito aquém da esperança depositada.
Por/Jucurunet

Nenhum comentário:
Postar um comentário