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Jucuruçu: entre a propaganda oficial e a realidade vivida pelo povo

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domingo, 4 de janeiro de 2026

Situação da Energia em Jucuruçu: A Luta de Poucos Contra o Descaso de Muitos

 

Uma questão que persiste: Se você já visitou Jucuruçu recentemente e percebeu os constantes problemas de energia, saiba que não está sozinho. A instabilidade no fornecimento de energia elétrica pela Coelba continua sendo uma realidade diária para muitos moradores do município. Mas há uma triste verdade por trás dessa crise crônica: apenas duas vozes parecem ecoar contra o descaso.

O problema em detalhes

Relatos consistentes apontam para:

·                                 Quedas de energia frequentes e sem aviso prévio

·                                 Fase "caindo" (desbalanceamento de fases que danifica eletrodomésticos)

·                                 Longos períodos sem energia em determinadas localidades

·                                 Falta de manutenção preventiva na rede

As únicas vozes que ecoam no silêncio geral

Uma realidade triste, mas reveladora: em meio a uma população inteira afetada, apenas dois nomes se destacam por sua coragem e persistência em lutar pelo direito básico à energia estável:

1.                           Jucurunet - Que tem usado suas plataformas para expor sistematicamente os problemas e pressionar por soluções

2.                           Itamar Batista de Araújo - Que tem enfrentado burocracias e canais oficiais em nome da comunidade

Enquanto isso, a grande maioria sofre em silêncio, reclamando apenas em conversas informais, mas sem tomar a atitude decisiva de registrar reclamações formais que possam mudar a situação.

Por que essa resistência em reclamar oficialmente?

Muitos moradores relatam:

·                                 Descrença no sistema ("não adianta reclamar")

·                                 Medo de represálias

·                                 Falta de tempo ou paciência para enfrentar a burocracia

·                                 Acostumamento com a situação ("sempre foi assim")

Mas essa passividade coletiva cria um ciclo vicioso: quanto menos reclamações formais, menos pressão sobre a Coelba, e menos urgência para investimentos e melhorias.

A matemática cruel do descaso

Enquanto dois cidadãos carregam o peso de reclamar por uma cidade inteira, a Coelba recebe estatisticamente poucas reclamações formais sobre Jucuruçu. Isso permite que a empresa trate o problema como "casos isolados" em vez de uma crise municipal.

O apelo necessário

Para Jucuruçu:

·                                 Aos que sofrem calados: Sua energia não vai melhorar por milagre. Cada protocolo no 116, cada reclamação na ANEEL, é um tijolo na pressão coletiva necessária.

·                                 Aos heróis solitários (Jucurunet e Itamar): Sua coragem é admirável, mas não podem carregar sozinhos o fardo de uma cidade inteira.

·                                 À comunidade: Se apenas dois têm voz, o descaso continuará. A força está nos números, na quantidade de reclamações que comprovam a emergência do problema.

Como quebrar este ciclo?

1.                           Faça como Jucurunet e Itamar: Registre SUA reclamação hoje mesmo (116 para Coelba, site da ANEEL para escalonar)

2.                           Documente e compartilhe: Uma foto do relógio parado, um vídeo da luz piscando - compartilhe nas redes MAS também anexe à reclamação formal

3.                           Fale com um vizinho: Combine de fazerem as reclamações juntos. Ação coletiva começa com dois, mas precisa crescer.

A situação de Jucuruçu é um retrato do que acontece quando o cansaço vence a ação. Mas enquanto houver pelo menos duas vozes insistindo, ainda há esperança de que outras se somem.

Você conhece os trabalhos do Jucurunet e do Itamar? Já se inspirou neles para também reclamar? Conte pra gente nos comentários - talvez sua experiência incentive outros a quebrarem o silêncio.

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Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.