Aparecer

Aparecer

Siga-nos no instagram

terça-feira, 28 de abril de 2026

Cultura e identidade: cantores e compositores mantêm viva a tradição musical de Jucuruçu

 


A produção cultural de Jucuruçu ganha destaque por meio de seus cantores e compositores, que carregam a identidade local em suas vozes, letras e apresentações. Em uma homenagem à música da terra, artistas que marcaram e continuam marcando gerações são lembrados como pilares dessa construção cultural.

Entre os nomes citados está Hildeberto Gomes Onofre, "Dinho de Agustinho" responsável pela criação do hino de Jucuruçu, símbolo máximo da identidade municipal. Outro destaque é Agnário Costa, conhecido pelo bordão popular “é pra ouvir tomando uma”, que se tornou marca registrada de suas apresentações e forte conexão com o público.

Também integra essa lista o cantor Naldo Neves, reconhecido por representar e dar voz ao legado de Cristiano Neves, mantendo viva uma importante referência musical. O cantor e compositor Jaks Silva se destaca pela autenticidade de suas composições, transformando sentimentos em música.

Na parte instrumental, Pedro Camargo, o “Padrão dos teclados”, é lembrado pela habilidade e presença marcante nas apresentações, contribuindo para o ritmo e a identidade sonora local. Já Renato Moura, com o “forró do coroa”, leva animação aos palcos e fortalece o gênero na região.

A homenagem também inclui Sames Cardoso, conhecido como “Polivalente”, artista versátil que canta, toca e se destaca pela capacidade de se adaptar a diferentes estilos, sendo peça importante no cenário musical de Jucuruçu.

Além dos nomes consagrados, a nova geração também ganha reconhecimento com os “garotos do forró”, que representam a continuidade dessa tradição cultural, mostrando que o futuro da música local segue promissor.

Como parte dessa celebração, a canção “Vozes de Jucuruçu” sintetiza em versos a força artística do município, exaltando cada talento e reforçando o papel da música como elemento de identidade e união da comunidade.

A valorização desses artistas evidência a importância de preservar e incentivar a cultura local, garantindo que a história musical de Jucuruçu continue sendo escrita por quem vive e canta a realidade da terra.

Por/Jucurunet

Eleitores de Itamaraju e Jucuruçu devem ficar atentos ao encerramento do cadastro eleitoral em 2026


A V I S O

Aos Eleitores de Itamaraju e Jucuruçu

A Administração do informa aos eleitores em geral pertencentes à 172ª Zona Eleitoral (Itamaraju e Jucuruçu) que, em observância ao calendário eleitoral estabelecido para o ano de 2026, encerram-se no próximo dia 06 de maio do ano em curso as seguintes atividades prestadas ao eleitor:

1.   Tirar o primeiro título (alistamento eleitoral);

2.   Regularizar a situação eleitoral, ou seja, justificar o voto e ficar quite com a Justiça Eleitoral;

3.   Atualizar os dados cadastrais (como estado civil, entre outros);

4.   Transferir o local de votação;

5.   Cadastrar a biometria, para aqueles que tiraram o título pelo aplicativo e-Título.

O prazo é improrrogável, salvo eventual deliberação posterior.

O eleitor deverá comparecer munido dos seguintes documentos pessoais:

·         RG e CPF;

·         Certidão de nascimento ou casamento;

·         Comprovante de endereço.

Observação: A segunda via pode ser emitida a qualquer tempo.

Alerta: Evitem aglomerações e filas desnecessárias, não deixando para comparecer nos últimos dias do prazo.


O Cartório da 172ª Zona Eleitoral (Itamaraju e Jucuruçu) funciona regularmente das 08h às 14h, nas dependências do Fórum desta Comarca de Itamaraju.


Anselmo dos Santos Lima
Administrador do Fórum de Itamaraju

Hospital Costa das Baleias se compromete a pagar custos de erro que fez família velar corpos trocados em Alcobaça e Itanhém


Teixeira de Freitas: Uma falha grave nos procedimentos internos do Hospital Estadual Costa das Baleias (HECB), em Teixeira de Freitas, transformou o luto de duas famílias em uma experiência de profundo constrangimento e indignação. O episódio, ocorrido no último domingo (26), resultou na liberação e no velório de um corpo errado no município de Alcobaça, enquanto parentes de Itanhém aguardavam por horas, sem informações, a liberação de seu ente querido. 

Inicialmente, informações preliminares divulgadas por familiares indicaram que a troca teria envolvido os corpos de um homem e de uma mulher, versão que chegou a ser publicada pelo site Liberdade News. Contudo, a apuração posterior confirmou que as duas vítimas fatais eram homens, corrigindo o dado que circulou nas primeiras horas após o incidente. Ambos faleceram na unidade de saúde e passaram pelo processo formal de reconhecimento por familiares antes da liberação. 

A confusão, segundo a direção do hospital, teve início durante a troca de turno dos maqueiros. O profissional que estava encerrando o expediente não comunicou adequadamente as informações ao colega que assumia o plantão, o que levou à inversão na entrega dos corpos. Quando uma funerária contratada pela família de Alcobaça chegou para buscar o corpo, recebeu o do paciente de Itanhém, realizando normalmente todos os procedimentos de preparação e o translado para a residência, onde o velório seria realizado. A troca trágica só foi descoberta no momento em que os familiares abriram o caixão. 

Enquanto isso, a equipe da funerária de Itanhém enfrentava longa espera e evasivas no hospital. A administração do Costa das Baleias afirmou inicialmente não haver nenhum corpo com o nome indicado no necrotério, até que a situação real fosse esclarecida. A descoberta do erro obrigou a família de Alcobaça a refazer todo o trajeto burocrático e logístico, e a de Itanhém a adiar o velório já programado. Procurada, a direção do HECB se comprometeu a arcar com todos os custos gerados pelo equívoco. 

O relato de um irmão em espera e desamparo 

O irmão de um dos falecidos narrou a angústia de ter sido enviado a Teixeira de Freitas para assinar a liberação e, ao chegar, ser informado de que o corpo de seu irmão não estava no local, mesmo portando toda a documentação. Após essa comunicação, a equipe do hospital simplesmente se retirou para "verificar a situação" e não voltou a dar qualquer retorno. "A gente ficou marcando passo de duas horas até as seis horas no hospital, passando totalmente desconforto, sem sequer um atendimento, ninguém vinha até a gente para falar nada, a gente ficou totalmente jogado à toa", relatou. 

Ele contou que a descoberta do erro só ocorreu quando a funerária local, que já havia transportado o corpo do seu irmão por engano para Alcobaça, entrou em contato. A todo o momento, o familiar defendeu a atuação das funerárias, atribuindo a responsabilidade exclusivamente ao hospital, que falhou no momento fundamental da entrega. "A partir do momento que as pessoas reconheçam o corpo, é direito de a pessoa que está ali liberando o corpo estar presente, para que possa mostrar o corpo certo, e não o corpo errado para levar para outra residência, como aconteceu com o meu irmão. Foi muito triste, muito triste mesmo", desabafou, pedindo providências. 

Na segunda-feira (27), os agentes funerários envolvidos prestaram depoimento nas delegacias de Teixeira de Freitas e Itanhém. O caso segue em investigação./Liberdadenews

Suspeito de roubar e manter vítimas em porta-malas é preso em Eunápolis

 


A Polícia Civil da Bahia, por intermédio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Eunápolis (DRFR/DEIC/23ªCOORPIN), finalizou as investigações relativas a uma série de crimes patrimoniais violentos que vinham ocorrendo na região. A origem da ofensiva investigativa deu-se após o registro de ocorrências efetuadas por motoristas de aplicativo e condutores particulares, que relataram ter sido vítimas de roubos majorados com um modus operandi específico, envolvendo a restrição de liberdade e o confinamento em porta-malas em áreas rurais entre Eunápolis e Itagimirim.

No desenvolvimento das diligências, a equipe da unidade especializada realizou o cruzamento de dados cadastrais obtidos junto a plataformas de transporte e operadoras de telefonia, o que permitiu identificar a utilização de perfis de terceiros para a solicitação de corridas que culminavam nos assaltos. A investigação avançou com a localização de um aparelho celular subtraído em um dos crimes, encontrado em posse de um indivíduo que colaborou com a unidade policial, e a realização de perícias técnicas que materializaram as agressões sofridas pelas vítimas durante o período em que foram mantidas sob o domínio dos criminosos. 

O investigado, que já possui histórico criminal por receptação, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas no estado de Minas Gerais, foi interrogado na unidade policial. Durante o procedimento cartorial, a autoridade policial consolidou os elementos de prova que ligam o suspeito a vários roubos de veículos e aparelhos celulares na região de Eunápolis nos primeiros meses de 2026. 

O investigado foi indiciado e responderá pelos crimes de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, concurso de pessoas e restrição da liberdade da vítima, conforme previsto no Artigo 157, § 2º, incisos II e V, e § 2º-A, inciso I, do Código Penal Brasileiro. O investigado está preso desde a noite do dia 26/04/2026 e encontra-se à disposição da justiça. 

A Polícia Civil mantém as investigações para identificar e localizar o comparsa que atuava nas ações, bem como apurar a possível participação de uma organização criminosa voltada para a adulteração e comercialização de veículos roubados em outros estados. A Polícia Civil da Bahia reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado à criminalidade e a proteção da sociedade frente aos delitos patrimoniais./Bahiaextremosul/PC-BA

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Homem e mulher: Corpos são trocados em Hospital Costa das Baleias em Teixeira de Freitas e familiares velam pessoas erradas


Teixeira de Freitas: Um caso considerado revoltante e de extrema gravidade vem causando indignação em Teixeira de Freitas e na região. Familiares de dois pacientes que vieram a óbito, neste domingo (26), denunciaram um suposto erro durante o processo de liberação e encaminhamento dos corpos, envolvendo o Hospital Estadual Costa das Baleias (HECB). 

De acordo com as primeiras informações, os corpos teriam sido trocados no momento da remoção. Como consequência, os familiares receberam os corpos errados para os procedimentos de velório e despedida, situação que gerou ainda mais sofrimento em um momento já marcado pela dor da perda. O caso chama ainda mais atenção pelo fato de, segundo relatos iniciais, uma das vítimas ser um homem e a outra uma mulher, o que reforça a gravidade do possível equívoco e levanta questionamentos sobre os protocolos adotados na identificação e liberação dos corpos dentro do HECB. 

Familiares relatam indignação e abalo emocional ao descobrirem o erro justamente no momento do último adeus, transformando o que deveria ser uma despedida em mais um episódio traumático. Até o momento, não há confirmação oficial detalhada sobre como teria ocorrido a suposta troca, nem quais medidas foram adotadas pelas instituições envolvidas para corrigir a situação e evitar novos casos. 

Nossa equipe segue acompanhando o caso de perto e buscando esclarecimentos junto às autoridades competentes, além de aguardar posicionamento oficial do Hospital Estadual Costa das Baleias. Por se tratar de duas mortes naturais, a liberação não é realizada pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) nem pelo IML de Teixeira de Freitas, que, segundo a reportagem, desconhecem a possível troca. 

O episódio levanta um alerta sobre a necessidade de rigor nos procedimentos de identificação e respeito às famílias, que já enfrentam o luto e não deveriam ser submetidas a situações como essa. O fato mostra, mais uma vez, a irresponsabilidade da administração do Hospital Estadual, que trata pacientes e familiares apenas como números, perdendo o mais importante quando se cuida de pessoas: o amor. 

Nossa equipe de reportagem tentou contato com a administração do HECB para se manifestar sobre o caso, mas até o fechamento desta reportagem, nossas mensagens e ligações não foram retornadas./Liberdadenews

Presos três suspeitos de furto de madeira; dois caminhões e dois motosserras são apreendidos

 



A Polícia Militar prendeu três homens na tarde de sábado (25), por volta das 13h, suspeitos de furto de madeira em área de preservação ambiental pertencente à empresa Suzano, no município de Teixeira de Freitas. 

Guarnições da 87ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) interceptaram caminhões suspeitos nas imediações do presídio da cidade, que estariam sendo utilizados para o transporte ilegal da madeira. 

Durante a abordagem e averiguação, os policiais identificaram três indivíduos, com idades entre 44 e 50 anos, realizando o transporte do material, sem qualquer nota fiscal ou documentação que autorizasse a retirada e o transporte da madeira. 

Diante da situação, os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia de Polícia de Teixeira de Freita. 

Durante a ação, a Polícia Militar apreendeu dois motosserras, um caminhão azul, marca Mercedes-Benz, placa KHN-5G04, e um caminhão Volkswagen, de cor branca, placa JQJ-9C90./TN

Palmópolis celebra 34 anos de emancipação com história de luta e superação no Vale do Jequitinhonha

 


O município de Palmópolis comemora nesta data especial seus 34 anos de emancipação política, reafirmando uma trajetória marcada pela resistência, tradição e desenvolvimento ao longo das décadas. Localizada no Vale do Jequitinhonha, a cidade possui uma área de 433,154 km² e uma população de 6.301 habitantes, conforme o Censo de 2022.

A história de Palmópolis teve início por volta de 1910, com a chegada de Teófilo Pinto e seus familiares, que buscavam a poáia — raiz medicinal muito valorizada na época. A partir desse movimento, surgiu o povoado que deu origem ao município. O comércio da planta era realizado com lideranças regionais, como o então prefeito de Carlos Chagas, Álvaro Vieira, tendo os animais como principal meio de transporte.

Inicialmente chamado de Bananeira, depois Palmares, devido à grande quantidade de palmeiras, o povoado passou a se chamar Palmópolis com o crescimento da comunidade. O desenvolvimento local contou com iniciativas importantes, como a construção das primeiras travessias no rio Jucuruçu e atividades comerciais pioneiras, a exemplo da mini fábrica de doces do tropeiro Erminom.

No campo administrativo, Palmópolis tornou-se distrito em 1953, subordinado ao município de Rio do Prado, após desmembramento de Rubim. A emancipação política foi conquistada em 27 de abril de 1992, por meio da Lei Estadual nº 10.704.

Ao longo de sua história, o município enfrentou momentos difíceis, como as fortes chuvas de dezembro de 2021, que provocaram a cheia do rio Jucuruçu, deixando centenas de famílias desalojadas e desabrigadas. Ainda assim, a cidade demonstrou força e união para superar os desafios.


Neste aniversário de 34 anos, Palmópolis reafirma seu compromisso com o futuro, sem esquecer suas raízes e sua história de luta.

Parabéns, Palmópolis, pelos seus 34 anos de emancipação política!

Por/Jucurunet

Promessa de estádio segue no papel e falta de investimento no esporte gera críticas ao prefeito Lili

 


Esporte movimenta Jucuruçu, mas falta de investimento público gera críticas à gestão municipal

Jucuruçu: segunda-feira, 27 de abril de 2026 - O futebol segue sendo uma das principais paixões da população de Jucuruçu, reunindo torcedores, movimentando comunidades e fortalecendo a convivência social nos finais de semana. No entanto, apesar da forte adesão popular, a realidade da infraestrutura esportiva do município tem sido alvo constante de críticas por parte de moradores e desportistas locais.

Um dos principais pontos de questionamento é a situação do campo de futebol da cidade, frequentemente apontado como um dos mais precários da região. Problemas estruturais, falta de manutenção e ausência de melhorias básicas têm gerado insatisfação entre atletas e torcedores, que cobram ações mais efetivas do poder público.

Além disso, volta ao debate uma antiga promessa da gestão do prefeito Lili: a construção de um estádio municipal. Anunciado em momentos anteriores como um projeto importante para o desenvolvimento do esporte local, o equipamento ainda não saiu do papel, o que tem aumentado a desconfiança da população quanto à sua viabilidade.

Para muitos moradores, o contraste é evidente: enquanto o futebol continua atraindo público e promovendo integração social, os investimentos necessários para fortalecer essa atividade não acompanham a demanda. A cobrança é para que o esporte seja tratado como política pública, com planejamento, recursos e compromisso com a população.

Até o momento, a Prefeitura de Jucuruçu não apresentou um cronograma atualizado ou informações concretas sobre possíveis obras ou melhorias na área esportiva do município.

Por/Jucurunet

Pescaria no Pantanal terminou com Leonardo de olho roxo: “Tá bonito, não?”

 



O cantor Leonardo está de olho roxo após pescaria no Pantanal. O artista contou em vídeo sobre o episódio que alterou a estética facial. “Não tá muito Bonito, não, né?”, brincou o sertanejo após a situação. 

Com o olho inchado e em tom escuro de roxo, devido ao hematoma do impacto que sofreu, Leonardo reviveu a aventura pantaneira ao contar detalhes: “Eu fui para o Pantanal pescar esses dias, deu um B.Ozinho sabe…”, começou a lembrar da história. 

“Escorreguei dentro da canoa de noite, na pesca da noite, e bati o olho na canoa”, disse o cantor. Difícil de acreditar? O cantor garante que o acidente aconteceu na região pantaneira e até brincou sobre o ocorrido. 

“Não tá muito bonito, não, né? Não quero que ninguém ria de mim”, brincou. A próxima parada para aventuras do cantor é no Paraná.

domingo, 26 de abril de 2026

Decepção no futebol local: torcedores questionam identidade de equipe em Jucuruçu

 


Torcedores de Jucuruçu foram até o campo de futebol, mas aí vem à pergunta-chave: torcer para quem, se havia apenas três jogadores de Jucuruçu. Vergonhosamente, o restante era todo de fora.

Então, fica o questionamento: onde está o amor pelo esporte. Onde está a tradição de torcer pelo time da nossa cidade, se você nem conhece os jogadores em campo.

O Jucurunet deixa aqui o seu repúdio a quem tem essa péssima ideia de importar jogadores de outras cidades para representar o futebol de outro município. Isso é triste e chega a ser lamentável.

Uma situação que gerou revolta e frustração tomou conta dos torcedores de Jucuruçu neste fim de semana. Ao comparecerem ao campo de futebol da cidade, muitos se depararam com uma realidade inesperada: a equipe que representava o município contava com apenas três jogadores locais em campo, enquanto a maioria dos atletas era oriunda de outras cidades.

O cenário provocou questionamentos imediatos entre os presentes. Para muitos, o futebol local vai além da competição — ele carrega identidade, pertencimento e tradição. “Torcer pra quem.”, foi a pergunta que ecoou entre os torcedores, inconformados com a baixa representatividade de atletas da própria cidade.

Em Jucuruçu, o episódio reacendeu o debate sobre o verdadeiro papel do esporte local e o compromisso com a valorização dos talentos da terra.

Críticos da situação apontam que a ausência de jogadores locais compromete o vínculo afetivo com a torcida, além de enfraquecer o desenvolvimento esportivo do município. “Onde fica o amor pelo esporte e pela nossa cidade, se nem conhecemos quem está em campo?”, questionou um torcedor.

Diante da repercussão, cresce a cobrança por mais incentivo à base e oportunidades para atletas locais. A expectativa da comunidade é de que haja uma reflexão por parte dos organizadores e responsáveis pelas equipes, para que o futebol volte a ser, de fato, um espaço de representatividade e orgulho para o povo jucuruçuense.

O caso também levanta um alerta sobre a necessidade de políticas esportivas mais consistentes, que priorizem a formação e valorização de jogadores da própria região, fortalecendo não apenas o esporte, mas também a identidade cultural do município.

Pavimentação da BA-699 é autorizada e promete transformar mobilidade entre Cruzeiro do Sul e Itanhém

 



A região do extremo sul da Bahia vai receber um importante investimento em infraestrutura viária. O Governo do Estado autorizou a pavimentação asfáltica das principais ladeiras da BA-699, no trecho que liga Cruzeiro do Sul ao município de Itanhém. Ao todo, serão 6 quilômetros de ladeiras asfaltadas, em uma intervenção considerada estratégica para melhorar a mobilidade, aumentar a segurança dos motoristas e fortalecer o desenvolvimento econômico local..


A intervenção atende a uma demanda antiga da população e deve impactar diretamente a rotina de quem depende da rodovia, especialmente moradores da zona rural, produtores e trabalhadores que utilizam o trecho diariamente. Com a pavimentação, a expectativa é reduzir dificuldades de acesso, principalmente em períodos de chuva, além de facilitar o escoamento da produção agrícola da região. 

“Essa é uma vitória muito significativa para toda a nossa região. A pavimentação dessas ladeiras vai trazer mais segurança para quem trafega pela BA-699 e, ao mesmo tempo, fortalecer a economia local, facilitando o transporte e o acesso entre as comunidades. É um investimento que chega para melhorar a vida das pessoas de forma concreta”. 



Resaltamos papel da parceria entre os municípios e o Governo do Estado. “Quando há união e compromisso com o desenvolvimento regional, os resultados aparecem. Seguimos firmes, trabalhando para garantir mais avanços como esse e construir uma Vereda cada vez melhor para todos.” 


A obra reforça o compromisso com a melhoria da infraestrutura viária no interior da Bahia, promovendo mais integração entre os municípios e ampliando as oportunidades de crescimento para a população local./Bahiaextremosul

Denúncia leva PM a residência e revela arsenal com drogas em Itamaraju


Uma ação rápida da Polícia Militar da Bahia (PMBA) resultou na prisão de um suspeito por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, na manhã desta sexta-feira (24), no Centro (Cidade Alta) de Itamaraju. 

Por volta das 07h50, equipes do 1º Pelotão da 43ª CIPM foram mobilizadas após denúncia apontando intensa movimentação ligada ao comércio de entorpecentes na Rua Maria Quitéria. No local, o morador autorizou a entrada da guarnição, o que permitiu uma averiguação minuciosa. 

Durante as buscas, os militares se depararam com um cenário típico de atividade criminosa estruturada. Foram apreendidos armamentos de alto potencial ofensivo, incluindo uma pistola calibre 9mm e um revólver calibre .38, além de munições de diversos calibres. 

A operação também revelou uma expressiva quantidade de drogas: 382 pinos contendo substância análoga à cocaína, totalizando cerca de 459 gramas, além de balanças de precisão, pinos vazios e aparelhos celulares, indicando a possível logística do tráfico. 

O indivíduo suspeito foi conduzido, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia Territorial de Itamaraju, onde foram adotadas as medidas cabíveis, com base na legislação vigente. 

A ocorrência expõe não apenas a ousadia do crime organizado em áreas urbanas, mas também a vulnerabilidade de comunidades que convivem com esse tipo de prática, reforçando a importância da participação popular por meio de denúncias./IN

Reflexão: por que a morte é tão dura e difícil de compreender?

 


A morte continua sendo um dos maiores mistérios da existência humana. Mesmo sendo a única certeza da vida, ela ainda nos confronta com sentimentos profundos de dor, vazio e incompreensão. Quando perdemos alguém, especialmente pessoas boas, queridas e presentes em nossa rotina, a sensação é de injustiça — como se o tempo tivesse sido interrompido de forma brusca.

Desde cedo, aprendemos que morrer faz parte do ciclo natural da vida. No entanto, nenhuma explicação teórica é suficiente para aliviar o peso da ausência. A saudade não segue regras, não respeita lógica e nem prazo. Ela simplesmente chega e se instala, transformando lembranças em companhia constante.

A dor da perda vai além da despedida. Ela muda a forma como enxergamos o mundo. Pequenos gestos passam a ter mais valor, momentos simples ganham significado maior e o tempo deixa de ser apenas rotina para se tornar algo precioso. Perder alguém é, muitas vezes, reaprender a viver sem aquela presença que antes parecia indispensável.

E por que a morte é tão dura? Talvez porque ela rompe vínculos. Porque encerra histórias que ainda tinham muito a ser vividas. Porque leva não apenas pessoas, mas também sonhos, planos e afetos compartilhados. A ausência física nunca é fácil de aceitar.

Por outro lado, a própria dor revela algo importante: só sentimos tanto quando houve amor verdadeiro. A saudade, por mais dolorosa que seja, é também uma prova de que existiu conexão, carinho e história.

Com o tempo, a dor não desaparece completamente, mas se transforma. O que antes era desespero vai dando lugar a uma saudade mais silenciosa, que acompanha, mas não paralisa. As lembranças passam a ocupar o lugar da presença, mantendo viva a essência de quem partiu.

A reflexão que fica é inevitável: a vida é breve e imprevisível. Em algum momento, todos nós partiremos. Diante disso, talvez o maior aprendizado seja valorizar o presente, demonstrar afeto enquanto há tempo e construir memórias que permaneçam.

No fim, o que realmente fica não são bens materiais ou conquistas, mas os sentimentos que deixamos nas pessoas. Quem foi amado nunca desaparece por completo — permanece vivo nas lembranças, nas histórias e nos corações de quem ficou.

A morte pode ser dura, mas também nos ensina, ainda que da forma mais difícil, sobre o verdadeiro valor da vida.

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.