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sábado, 9 de maio de 2026

Prefeito de Jucuruçu é acusado de demitir funcionário após servidor acompanhar esposa de vereador em dia de folga

 


Uma suposta demissão motivada por perseguição política tem causado grande repercussão em Jucuruçu. Segundo informações apuradas, um funcionário do município teria sido demitido após ser visto acompanhando a esposa do vereador Tim do Hospital.

O caso ganhou destaque porque, conforme relatos, o servidor estava em seu dia de folga no momento do ocorrido, ou seja, fora do horário de trabalho e sem qualquer ligação com suas funções dentro da administração municipal. Ainda assim, após o episódio chegar ao conhecimento do gestor, o funcionário teria sido desligado de suas atividades.

Moradores e pessoas próximas ao servidor consideraram a situação revoltante e classificaram a atitude como perseguição política. Para muitos, nenhum trabalhador deveria sofrer punição por manter relações de amizade, convivência social ou qualquer proximidade com pessoas ligadas a grupos políticos diferentes.

A situação também levantou discussões sobre liberdade individual e o respeito aos direitos dos servidores públicos. Nos bastidores da política local, comentários apontam que o clima entre funcionários municipais seria de insegurança e receio diante de possíveis represálias.

Juristas e especialistas em administração pública ressaltam que atos administrativos precisam obedecer aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade e moralidade. Caso a exoneração tenha ocorrido por motivação exclusivamente política ou pessoal, a medida poderá ser questionada judicialmente.

O assunto rapidamente repercutiu nas redes sociais e em grupos de mensagens de Jucuruçu, onde muitos moradores manifestaram solidariedade ao trabalhador e criticaram a suposta postura da gestão municipal.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Jucuruçu não havia se pronunciado oficialmente sobre o caso.

Segundo acidente com vítima fatal é registrado na BR-101 no distrito de Bela Vista, em Nova Viçosa


Nova Viçosa: Um acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira (8 de maio) deixou um morto no Km 912 da BR-101, no distrito de Bela Vista, município de Nova Viçosa (BA). Esta é a segunda ocorrência com vítima fatal registrada no trecho. 

De acordo com as informações, o condutor Zenildo Santa Costa trafegava no sentido Teixeira de Freitas a Vila Velha/ES quando, na altura do distrito de Bela Vista, deparou-se com uma fila de veículos parados devido a uma obra adiante, em sistema de Pare e Siga. Nesse momento, uma picape Ford/Courier de cor cinza, que saía de um dos lados da pista em direção ao outro, surgiu repentinamente na frente do caminhão de placa TOI-9B03. Sem que houvesse tempo de reação, o caminhão colidiu contra a lateral direita da picape. 

O passageiro do veículo, José Bento Silva, de 87 anos, natural de Carlos Chagas (MG), morreu no local. Já o condutor, conhecido como "Nego", foi socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar não informada. 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu a ocorrência e realizou os procedimentos legais. Segundo apurado, o motorista da picape não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). 

O delegado titular, Dr. Marcos Ludovico, acompanhou os trabalhos e autorizou a remoção do corpo ao Instituto Médico Legal de Teixeira de Freitas, onde será submetido a exame de necropsia e, posteriormente, liberado à família para sepultamento./Liberdadenews

Precariedade da BA-699 entre Jucuruçu, Cruzeiro do Sul e Itanhém preocupa moradores e motoristas

 

A situação do trecho da BA-699 que liga Jucuruçu ao distrito de Cruzeiro do Sul e ao município de Itanhém tem gerado revolta e preocupação entre moradores, produtores rurais e motoristas que dependem diariamente da via. A estrada, que é de responsabilidade do Consórcio Construir , apresenta condições consideradas críticas em diversos pontos.

Buracos, falta de manutenção e trechos praticamente intransitáveis têm sido relatados com frequência por quem precisa utilizar a rodovia. Em períodos chuvosos, a situação se agrava ainda mais, com lama e atoleiros dificultando o tráfego, especialmente de veículos menores e motocicletas.

A BA-699 é uma importante via de escoamento da produção agrícola da região, além de ser fundamental para o deslocamento de moradores que precisam acessar serviços básicos em Itanhém e outras localidades. No entanto, a precariedade da estrada tem causado prejuízos econômicos e colocado vidas em risco.

Motoristas relatam danos constantes em veículos, aumento no tempo de viagem e insegurança ao trafegar pelo trecho, principalmente durante a noite, devido à ausência de sinalização adequada.

Apesar de ser uma via sob responsabilidade do Consórcio Construir, a população cobra ações mais efetivas e urgentes para recuperação da estrada. Até o momento, as intervenções realizadas são consideradas insuficientes diante da gravidade do problema.

Moradores afirmam que a situação se arrasta há anos, sem uma solução definitiva, o que demonstra descaso com uma região que depende diretamente dessa ligação rodoviária.

Diante desse cenário, cresce a pressão para que as autoridades competentes fiscalizem e cobrem do consórcio uma resposta concreta, com obras de qualidade que garantam segurança e trafegabilidade.

A comunidade espera que providências sejam tomadas com urgência, antes que acidentes mais graves venham a acontecer, agravando ainda mais a realidade já enfrentada por quem utiliza a BA-699.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

D-10 bate em vaca na BA-284 entre Nova Alegria e Jucuruçu; ninguém ficou ferido

 


Um acidente foi registrado na BA-284, trecho entre o distrito de Nova Alegria e o município de Jucuruçu, nesta sexta-feira (08), envolvendo uma Chevrolet D-10.

Segundo informações, o veículo colidiu violentamente contra uma vaca que estava solta na pista. Com o forte impacto, a parte dianteira da caminhonete ficou completamente destruída, causando grande prejuízo material.

Apesar da gravidade da colisão e dos danos causados ao veículo, ninguém ficou ferido. O acidente provocou apenas um grande susto nos ocupantes da D-10.

De acordo com comentários de pessoas que estiveram no local, uma das vacas envolvidas no acidente teve as canelas quebradas devido à força da batida.

O caso volta a chamar atenção para o perigo constante de animais soltos na BA-284, situação que tem preocupado motoristas que trafegam diariamente pelo trecho entre Nova Alegria e Jucuruçu. A presença de bovinos na pista, principalmente durante a noite e em horários de baixa visibilidade, aumenta significativamente o risco de acidentes.

Motoristas cobram mais fiscalização e responsabilidade dos proprietários dos animais para evitar que situações como essa terminem em tragédia.

Por/Jucurunet

Identificado motorista que morreu em acidente com carreta de combustível na BR-101


Foi identificado como José Luiz Fernandes Resende, de 58 anos, o motorista que morreu no grave acidente registrado nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (08), na BR-101, no trecho entre Posto da Mata e Itabatã, no extremo sul da Bahia. 

A colisão aconteceu a cerca de cinco quilômetros do distrito de Itabatã e envolveu um ônibus que transportava trabalhadores rurais e duas carretas carregadas de combustível. O impacto foi extremamente violento e mobilizou equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), socorristas e demais órgãos de emergência. 

Segundo as informações iniciais, José Luiz conduzia uma das carretas envolvidas no acidente e morreu ainda no local da batida, antes da chegada do socorro. 

O ônibus transportava trabalhadores que seguiam para a colheita de café. Algumas pessoas ficaram feridas e receberam atendimento das equipes de resgate, embora o número oficial de vítimas e o estado de saúde dos feridos ainda não tenham sido divulgados pelas autoridades. 

Por causa da ocorrência, o trânsito na BR-101 ficou parcialmente interditado e segue funcionando em sistema de “siga e pare”. Uma das faixas já foi liberada, mas o fluxo de veículos continua lento no trecho. 

A Polícia Rodoviária Federal acompanha a ocorrência e deverá investigar as circunstâncias que provocaram o acidente./Bahiaextremosul

Vereadores de Jucuruçu divulgam nota de repúdio contra possível remanejamento de médico do Programa Mais Médicos

 


Uma nota de repúdio assinada por vereadores de Jucuruçu ganhou grande repercussão nesta quinta-feira (07), após a divulgação de um documento contrário à possível decisão do prefeito Lili de solicitar o desligamento ou remanejamento do médico Dr. Caio Rodrigues dos Santos, profissional que atua no município por meio do Programa Mais Médicos.

No documento, os parlamentares afirmam que a medida causa “estranheza e preocupação”, destacando que o profissional é custeado integralmente pelo Governo Federal, sem gerar despesas diretas ao município. A nota ressalta ainda que o médico presta serviços em Jucuruçu desde 2022, fortalecendo a atenção básica de saúde e atendendo a população local.

Os vereadores também cobram explicações públicas sobre os motivos da decisão, alertando para possíveis prejuízos à assistência médica no município. Segundo o texto, “a saúde pública deve ser tratada com responsabilidade, transparência e respeito ao interesse coletivo”.

A manifestação foi assinada pelos vereadores Uniton Gomes de Oliveira, Maria Aparecida Vieira de Moura, Ailton Rodrigues Dias, Glicásio Pereira Silva, Silvando Rodrigues da Cruz e Maria Nilza Ferreira Loyola.

A publicação rapidamente repercutiu nas redes sociais e gerou debates entre moradores, principalmente diante da importância da permanência de profissionais médicos em cidades do interior, onde a população depende fortemente da atenção básica.

Em uma postagem compartilhada nas redes, o próprio Dr. Caio agradeceu o apoio dos parlamentares e classificou a decisão como “imoral”, afirmando que o possível remanejamento tem causado indignação entre moradores e pacientes atendidos pelo profissional.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Jucuruçu ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação da gestão municipal.

Motorista é preso após vigilante morrer em colisão entre moto e caminhonete em Eunápolis


Eunápolis: O vigilante noturno Edivanio Rodrigues da Silva, de 34 anos, morreu após a moto que conduzia ser atingida por uma caminhonete na noite de quarta-feira (6), na Avenida Bahia, nas imediações da praça do bairro Vivendas Costa Azul, em Eunápolis. Segundo a polícia, o acidente ocorreu por volta das 19h30. 

Com o impacto da colisão frontal, Edivanio foi arremessado para um matagal às margens da via. Equipes do Samu chegaram a ser acionadas, mas a vítima já estava sem vida quando o socorro chegou ao local. 

A frente da caminhonete Amarok ficou destruída. A motocicleta também sofreu danos. De acordo com a Polícia Militar, o empresário Wilson Sede, de 63 anos, assumiu que dirigia o veículo. 

Segundo o delegado da Polícia Civil, Hermano Costa, o motorista foi encaminhado para realizar o teste do bafômetro em um posto da Polícia Rodoviária Federal, mas se recusou. Pelo Código de Trânsito Brasileiro, a recusa ao teste não impede a investigação e pode resultar em sanções administrativas, além de servir como elemento na apuração criminal, quando há outros indícios. 

Diante das circunstâncias, o delegado autuou o empresário em flagrante por homicídio doloso, na modalidade dolo eventual. Segundo Hermano Costa, esse tipo de enquadramento ocorre “quando se assume o risco de produzir o resultado”. O delegado explicou que, ao ingerir bebida alcoólica e dirigir, a pessoa pode assumir conscientemente o risco de causar um acidente fatal. 

Ainda conforme a Polícia Civil, não foi arbitrada fiança e o motorista permaneceu preso. Ele deve passar por audiência de custódia, procedimento em que a Justiça avalia a legalidade da prisão e decide se o investigado continuará detido, responderá em liberdade ou terá medidas cautelares impostas. 

No local do acidente, o motorista afirmou à reportagem que não viu a motocicleta porque a avenida teria pouca iluminação e a moto estaria com o farol apagado. O advogado dele informou que o cliente não falaria mais sobre o caso por estar abalado. 

A polícia realiza levantamento na região para identificar câmeras de segurança que possam ter registrado a colisão e ajudar na apuração. 

Natural de Alagoas, Edivanio morava no bairro Renovação, era casado e trabalhava como vigilante noturno em rondas de moto por bairros da cidade, serviço mantido por contribuições de moradores./Radarnews

Lula venceria no Nordeste, mas perderia espaço em estados decisivos, aponta pesquisa


Quaest revela cenário fragmentado para 2026 e aponta força regional de Lula e da direita em disputas simuladas

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta semana, desenha um cenário eleitoral marcado pela forte divisão regional entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e possíveis adversários ligados ao campo conservador nas eleições presidenciais de 2026. O levantamento avaliou simulações de segundo turno em dez estados brasileiros e mostra que, embora Lula mantenha ampla vantagem no Nordeste, enfrenta dificuldades significativas em regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. 

O estudo testou três cenários distintos: Lula contra o senador Flávio Bolsonaro, contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema e diante do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado. 

Flávio Bolsonaro lidera em estados estratégicos 

Na disputa simulada entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador aparece numericamente à frente em estados considerados decisivos para qualquer corrida presidencial. O desempenho mais expressivo ocorreu no Rio Grande do Sul, onde Flávio alcançou 57% das intenções de voto, enquanto Lula registrou 31%. 

No Paraná, o parlamentar também abriu vantagem confortável: 50% contra 30% do presidente. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, Flávio marcou 47%, diante de 35% de Lula. 

A vantagem do senador também apareceu em Goiás, com 47% contra 34%, e no Rio de Janeiro, onde atingiu 45%, enquanto Lula ficou com 32%. 

Já em Minas Gerais, considerado historicamente um estado-chave nas eleições nacionais, o cenário mostrou empate técnico: Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 36%. 

O presidente conseguiu vantagem no Pará, alcançando 43% das intenções de voto, frente aos 36% do senador. 

Nordeste continua sendo principal reduto eleitoral de Lula

Os dados da pesquisa reforçam a permanência do Nordeste como principal base eleitoral do atual presidente. Em Ceará, Lula atingiu 56% das intenções de voto, contra 28% de Flávio Bolsonaro. 

O desempenho foi ainda mais robusto em Pernambuco, onde o presidente chegou a 57%, enquanto o adversário registrou 23%. 

Na Bahia, Lula também manteve ampla vantagem: 55% contra 22%.Notícias locais Bahia 

Romeu Zema surge competitivo fora do Nordeste

No cenário envolvendo Romeu Zema, a pesquisa mostra uma disputa mais equilibrada em diversos estados. Em Minas Gerais, reduto político do ex-governador, houve empate técnico: Zema apareceu com 38%, e Lula, com 37%. 

Em São Paulo, os números também indicaram equilíbrio, com 36% para Zema e 35% para Lula. Situação semelhante foi registrada em Goiás, onde o ex-governador marcou 35%, contra 33% do presidente. 

No Paraná, Zema apareceu numericamente à frente, com 32% das intenções de voto, diante de 29% de Lula. Já no Rio Grande do Sul, ambos ficaram empatados com 30%. 

Apesar do avanço em estados do Sul e Sudeste, Zema teve desempenho modesto no Nordeste. No Ceará, Lula alcançou 58%, contra apenas 17% do ex-governador. 

Em Pernambuco, o presidente somou 60%, enquanto Zema registrou 13%. Na Bahia, Lula apareceu com 56%, e Zema, com 13%. 

 

Caiado demonstra força regional em Goiás

O terceiro cenário analisou uma eventual disputa entre Lula e Ronaldo Caiado. O ex-governador apresentou seu melhor desempenho em Goiás, estado onde construiu sua trajetória política. Lá, Caiado chegou a 51% das intenções de voto, contra 26% do presidente. 

Em São Paulo, os dois ficaram tecnicamente empatados: Lula com 35% e Caiado com 34%. 

No Paraná, Caiado apareceu numericamente à frente, registrando 32%, enquanto Lula obteve 29%. 

Já em Minas Gerais, o presidente manteve vantagem, com 38% contra 26% do ex-governador. O mesmo ocorreu no Pará, onde Lula atingiu 43%, diante de 25% de Caiado. 

No Nordeste, Lula voltou a demonstrar ampla superioridade eleitoral. Em Pernambuco, o presidente alcançou 56%, contra 17% de Caiado. No Ceará, o placar foi de 57% a 17%. Na Bahia, Lula registrou 56%, enquanto o ex-governador obteve 15%.

 

Pesquisa mostra polarização regional persistente

Os números da Quaest indicam que o cenário político nacional segue marcado pela divisão regional observada nas últimas eleições. Enquanto candidatos ligados ao bolsonarismo e à direita demonstram força em estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, Lula preserva ampla vantagem no Nordeste e mantém competitividade em parte do Norte. 

A pesquisa também sugere que nomes como Romeu Zema e Ronaldo Caiado conseguem dialogar com parcelas do eleitorado conservador sem reproduzir integralmente a polarização entre Lula e Bolsonaro, embora ainda enfrentem dificuldades para avançar em regiões historicamente favoráveis ao PT. 

Metodologia do levantamento

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 11.646 eleitores entre os dias 21 e 28 de abril de 2026, por meio de entrevistas presenciais. 

Foram realizadas entrevistas em dez estados: 

  • São Paulo: 1.650 eleitores
  • Minas Gerais: 1.482
  • Rio de Janeiro: 1.200
  • Bahia: 1.200
  • Paraná: 1.104
  • Rio Grande do Sul: 1.104
  • Goiás: 1.104
  • Ceará: 1.002
  • Pernambuco: 900
  • Pará: 900 

A margem de erro é de três pontos percentuais na maioria dos estados, exceto em São Paulo, onde é de dois pontos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e registrado sob os numeros no TSE (Tribunal Superior Eleitoral): São Paulo (BR-09928/2026); Minas Gerais (BR-00430/2026); Rio de Janeiro (BR-06207/2026); Bahia (BR-08703/2026); Paraná (BR-01656/2026); Rio Grande do Sul (BR-06915/2026); Pernambuco (BR-03473/2026); Ceará (BR-01347/2026); Pará (BR-01755/2026) e Goiás (BR-01368/2026)./Bahiaextremosul.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Entenda os critérios que colocaram Jucuruçu entre os últimos no ranking do IPS 2025

 


Jucuruçu aparece em 11º lugar no ranking do IPS porque o município teve desempenho inferior em vários indicadores sociais avaliados pelo Índice de Progresso Social (IPS).

O IPS não mede apenas dinheiro ou arrecadação da prefeitura. Ele analisa fatores que impactam diretamente a vida da população. Entre os principais critérios avaliados estão:

  • Saúde básica da população
  • Acesso a atendimento médico
  • Educação e qualidade do ensino
  • Saneamento básico e água tratada
  • Moradia digna
  • Segurança
  • Geração de oportunidades
  • Emprego e renda
  • Qualidade ambiental
  • Inclusão social
  • Acesso à internet e informação
  • Direitos individuais e qualidade de vida

Com pontuação de 49,89/100, Jucuruçu ficou atrás de cidades vizinhas como Teixeira de Freitas, Lajedão e Itanhém, que apresentaram indicadores sociais mais elevados.

Entre os fatores que podem ter contribuído para a colocação de Jucuruçu estão:

  • deficiência em infraestrutura urbana;
  • problemas históricos no saneamento básico;
  • limitações no acesso à saúde especializada;
  • baixa geração de empregos;
  • dificuldades na mobilidade e estradas;
  • dependência econômica do setor público e agropecuário;
  • desafios na educação e inclusão social.

O ranking funciona como um retrato da realidade social do município. Quanto menor a pontuação, maiores são os desafios enfrentados pela população em áreas essenciais.

Por/Jucurunet

Transferência de médico de Jucuruçu expõe fragilidade da Atenção Primária e brechas em programa do Governo Federal


A transferência do médico Caio Rodrigues dos Santos do município de Jucuruçu, reacendeu o debate sobre a vulnerabilidade da Atenção Primária à Saúde diante de interferências político-administrativas. O profissional atuava há quatro anos na mesma unidade de saúde por meio da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (AgSUS), vinculada ao Ministério da Saúde, dentro do programa federal Mais Médicos. Ao aceitar o remanejamento sem filtros técnicos rigorosos, a estrutura federal falha em um de seus papéis mais essenciais: proteger o profissional e, sobretudo, preservar a continuidade da assistência à população. 

De acordo com informações relacionadas ao caso, o médico Caio Rodrigues não possuía vínculo empregatício com a prefeitura municipal, sendo custeado integralmente pela União. A participação do município limitava-se ao pagamento da ajuda de custo prevista na Portaria GM/MS nº 3.193/2022. O episódio ganhou repercussão após o agravamento de divergências políticas envolvendo o vereador Ailton Rodrigues Dias, o “Tim do Hospital” (PSDB), pai do profissional, que passou a adotar posicionamento crítico em relação à gestão do prefeito Arivaldo de Almeida Costa, “Lili” (PSDB). O episódio-chave ocorre quando ele vota contra um projeto do prefeito que previa a concessão de 13º salário para o alto escalão, em um contexto contraditório: ao mesmo tempo em que a gestão alegava necessidade de contenção de despesas para justificar demissões em massa de contratados.

Segundo relatos ligados ao processo administrativo, após o rompimento político foram registrados questionamentos internos, redução progressiva das atividades profissionais, suspensão de benefícios e, posteriormente, o pedido de remanejamento do médico para outro município. O caso passou a ser interpretado por setores da área da saúde como um exemplo da fragilidade operacional da Resolução SAPS/CNPMMB nº 437/2024, norma que permite aos municípios desistirem de vagas ocupadas sem necessidade de justificativa técnica aprofundada. 

Especialistas da área avaliam que situações dessa natureza comprometem princípios estruturantes da Atenção Primária, especialmente a continuidade do cuidado e o vínculo comunitário estabelecido entre profissional e população atendida. A substituição de médicos em territórios consolidados tende a gerar impactos diretos no acompanhamento clínico, no atendimento preventivo e na estabilidade das equipes de saúde da família. 

Natural de Jucuruçu, Caio Rodrigues dos Santos possui formação em universidade pública, mestrado em Saúde, Ambiente e Biodiversidade e capacitações nas áreas de Infectologia, Medicina de Família e Comunidade e Gestão em Saúde. Fora da atuação médica, também desenvolve atividades literárias, tanto que é titular da Cadeira nº 29 da ATL – Academia Teixeirense de Letras e autor do livro Marcados, publicado sob o pseudônimo Caio Rossan. 

Em manifestação sobre o episódio, o médico afirmou que a transferência ocorreu sem fundamentação técnica consistente e classificou a medida como prejudicial à continuidade da assistência local. “A Atenção Primária depende de vínculo, permanência e conhecimento do território. Quando um profissional é removido sem critérios técnicos claros, não é apenas o médico que perde; a população também sofre diretamente os impactos dessa ruptura no atendimento”, declarou o médico Caio Rodrigues dos Santos./TN

Nota de Pesar: Jucuruçu se despede da matriarca Rosalina Felizarda do Carmo aos 89 anos

 


Faleceu na madrugada desta quinta-feira, 7 de maio de 2026, em Jucuruçu, a senhora Rosalina Felizarda do Carmo, aos 89 anos de idade, vítima de morte natural. Figura muito conhecida e respeitada no município, Dona Rosalina deixa um legado marcado pela dedicação à família, simplicidade e amizade construída ao longo de muitos anos de convivência na comunidade jucuruçuense.

Viúva do senhor Antônio Francisco dos Santos, Dona Rosalina deixa oito filhos, cinco netos e oito bisnetos, além de inúmeros amigos e familiares profundamente entristecidos com sua partida.

Mulher guerreira e de coração humilde, Dona Rosalina sempre foi reconhecida por sua força de vontade e pelo amor incondicional dedicado aos filhos e à família. Durante sua trajetória de vida, enfrentou dificuldades com coragem, construindo sua história com muito trabalho, honestidade e dignidade.

Conhecida por ser uma mãe dedicada, conselheira e acolhedora, ela conquistou o carinho de todos ao seu redor através de sua simplicidade e generosidade. Seu exemplo de fé, perseverança e respeito ao próximo ficará eternamente marcado na memória daqueles que conviveram com ela.

A partida de Dona Rosalina representa uma grande perda para familiares, amigos e toda a comunidade de Jucuruçu, que hoje se despede de uma mulher que ajudou a construir sua história através do trabalho e da união familiar.

O corpo está sendo velado no Auditório Valdemar José Nogueira, em Jucuruçu. O sepultamento está previsto para acontecer às 18h desta quinta-feira, no Cemitério Jardim da Saudade, também em Jucuruçu.

O Jucurunet manifesta profundo pesar e solidariedade aos familiares e amigos pela irreparável perda.

“Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.” — Salmo 91:11.

Por/Jucurunet

Economia de Jucuruçu tem agropecuária como principal motor, apontam dados econômicos de 2026

 



Os dados econômicos mais recentes disponíveis em 2026, com base em estudos fundamentados no último censo populacional e levantamentos oficiais, revelam que o município de Jucuruçu mantém uma economia fortemente sustentada pela agropecuária, setor que continua sendo a principal fonte de geração de riqueza local.

Segundo os números divulgados, o Produto Interno Bruto (PIB) total do município gira em torno de R$ 152,4 milhões, demonstrando a movimentação econômica da cidade e a importância das atividades produtivas desenvolvidas na zona rural.

O levantamento também aponta que o PIB per capita de Jucuruçu está estimado em aproximadamente R$ 15.787,06 por habitante. O indicador representa a divisão da riqueza produzida pelo número de moradores do município, atualmente estimado em cerca de 9,9 mil habitantes.

A agropecuária aparece como o setor mais forte da economia jucuruçuense, respondendo por cerca de 52,6% de todo o valor adicionado do município. Em números absolutos, o segmento movimenta aproximadamente R$ 127,7 milhões, consolidando Jucuruçu como uma cidade com forte dependência da produção rural.

Além da agropecuária, a administração pública também exerce papel importante na economia local, representando cerca de 29,5% da composição econômica municipal. Já o setor de serviços corresponde a aproximadamente 15,2%.

Os dados reforçam o perfil econômico tradicional de Jucuruçu, marcado pela força do campo, pela produção agropecuária e pela influência dos investimentos públicos na circulação de renda do município.

Especialistas destacam que o fortalecimento da agricultura, da pecuária e dos pequenos produtores pode contribuir ainda mais para o crescimento econômico da cidade nos próximos anos, principalmente com investimentos em infraestrutura, incentivo à produção e geração de emprego e renda para a população rural e urbana.

PRF prende morador de rua que furtou veículo e trafegava em zigue-zague na BR-101 em Teixeira de Freitas


Teixeira de Freitas: A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na manhã desta quarta-feira, 6 de maio, um homem acusado de furtar um veículo em Teixeira de Freitas e trafegar de forma perigosa pela BR-101. A abordagem ocorreu por volta das 5h20, no km 850 da rodovia. 

Abordagem 

A PRF foi informada de que um veículo Renault Captur, placa PKQ-4309, estava trafegando em baixa velocidade, parando em cima da pista de rolamento e andando pela contramão de direção. Diante da grave situação, os agentes se deslocaram ao local e realizaram a verificação. 

Identificação do condutor 

O veículo era conduzido por Gilearde Barbosa Santos, vulgo Bozo, que não possuía documento de identificação no momento da abordagem. Após procedimentos administrativos, a polícia verificou que o condutor havia furtado o veículo em Teixeira de Freitas e saído sem destino aparente. 

Ainda segundo os levantamentos, constatou-se que Gilearde é morador de rua e não possui documentos de identificação. 

Prisão e flagrante 

Diante dos fatos, o condutor foi preso e conduzido, juntamente com o veículo, para a Delegacia de Polícia Civil de Teixeira de Freitas. Após os procedimentos de oitivas, o delegado Gean Nascimento autuou Gilearde Barbosa pelo crime de furto qualificado (art. 155, § 4º do Código Penal Brasileiro). 

Gilearde segue preso na custódia da Polícia Civil, à disposição da Justiça. O veículo foi apresentado e devolvido ao proprietário./Liberdadenews

Campanha Maio Laranja mobiliza Jucuruçu na luta pela proteção de crianças e adolescentes

 

O município de Jucuruçu está intensificando as ações da campanha Maio Laranja, movimento nacional voltado ao combate do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes. A mobilização busca despertar a atenção da sociedade para um problema grave que afeta milhares de vítimas em todo o país.

As atividades desenvolvidas durante a campanha têm como principal objetivo orientar a população sobre a importância da prevenção, do acolhimento e da denúncia. Profissionais ligados à educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção participam das ações de conscientização realizadas no município.

Palestras, rodas de conversa e momentos educativos fazem parte da programação, levando informações importantes sobre como identificar sinais de violência, além de orientar famílias e responsáveis sobre os canais disponíveis para denúncias e apoio às vítimas.

A campanha também reforça a necessidade da união entre comunidade e instituições para garantir mais segurança e proteção às crianças e adolescentes. Especialistas destacam que o silêncio ainda é um dos maiores obstáculos no enfrentamento desse tipo de crime, tornando essencial o diálogo e a informação.

O 18 de Maio é lembrado nacionalmente como o Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, servindo como símbolo da luta pela defesa dos direitos da infância e juventude.

Em Jucuruçu, a mobilização chama a atenção da população para a responsabilidade coletiva na proteção das crianças e adolescentes, incentivando denúncias anônimas através do Disque 100.

A iniciativa fortalece a importância do cuidado, da vigilância e da conscientização social, promovendo ações que ajudam a construir um ambiente mais seguro e humano para as futuras gerações.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Após dois dias de júri, acusados por mortes de professores são condenados a mais de 38 anos


Após dois dias de julgamento, os policiais militares Sandoval Barbosa dos Santos e Joilson Rodrigues Barbosa foram condenados, cada um, a penas superiores a 38 anos de prisão pelo assassinato dos professores e dirigentes sindicais Álvaro Henrique e Elisney Pereira, ocorrido em 17 de setembro de 2009, em Porto Seguro. O júri popular, realizado no Fórum de Itabuna, começou na manhã de terça-feira (5) e se estendeu até a tarde de quarta-feira (6). 

Segundo a decisão do júri, cada um dos réus foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão pelo homicídio de Álvaro, e a 16 anos, 7 meses e 15 dias pelo assassinato de Elisney. A pena mais alta no caso de Álvaro se deve a agravantes, incluindo o fato de a vítima ter um filho especial que, na época do crime, tinha apenas um ano de idade.

O terceiro acusado, Edésio Lima, apontado pelo Ministério Público da Bahia como mandante do crime, não participou do julgamento. A Justiça extinguiu sua punibilidade ao reconhecer a prescrição do processo, retirando-o da condição de réu. 

Após a sentença, colegas e representantes da categoria celebraram o desfecho do caso.

No dia do crime, os professores foram atraídos para a zona rural com a informação de que o filho de Álvaro estaria doente. Ao chegarem nas proximidades do sítio da família, foram surpreendidos por homens armados e mortos a tiros. 

Álvaro e Elisney eram líderes da APLB e conduziam uma greve por melhores condições de trabalho e reajuste salarial. Segundo o Ministério Público da Bahia (MPBA), as críticas de Álvaro à gestão do então prefeito Gilberto Abade teriam motivado o crime. 

As investigações do MPBA apontam que Sandoval e Joilson, que atuavam como seguranças do prefeito, teriam intermediado a contratação dos executores a mando de Edésio Lima, então secretário de Governo e Comunicação./radar

Luto em Itamaraju: morre aos 54 anos o vendedor Paulo Almeida após período internado

 


Nota de Pesar

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Paulo Almeida, aos 54 anos, ocorrido nesta quarta-feira (06). Figura bastante conhecida em Itamaraju e também em cidades vizinhas, Paulo era vendedor de cosméticos e conquistou ao longo dos anos uma ampla clientela, sendo lembrado pelo seu trabalho, carisma e dedicação.

De acordo com informações de familiares, Paulo Almeida estava internado em Teixeira de Freitas após ter sido vítima de um ferimento por arma branca. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu.

Paulo deixa esposa, Elizane Souza Costa, e três filhos, além de inúmeros amigos e clientes que hoje lamentam sua partida precoce.

O velório será realizado em sua residência na Rua Lomanto Júnior nº 644 ao lado da Cerâmica de vadu, ainda não a confirmação do horário mais provavelmente depois das 12h00min em Itamaraju, onde familiares, amigos e a comunidade poderão prestar as últimas homenagens.

Neste momento de dor, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares e amigos, desejando força e conforto diante dessa irreparável perda.

Calçamento sem rede de esgoto gera revolta no bairro Arizona, em Jucuruçu

 


Moradores do bairro Arizona, em Jucuruçu, estão indignados com uma obra recente de calçamento realizada pela Prefeitura Municipal. O motivo da revolta é considerado básico: as ruas estão sendo pavimentadas sem que tenha sido implantada, previamente, a rede de esgoto.

A situação tem gerado críticas generalizadas por parte da comunidade, que questiona a lógica da intervenção. “Como é que faz calçamento sem resolver primeiro o esgoto? Depois vão quebrar tudo de novo?”, questiona um morador, refletindo o sentimento de insatisfação predominante na localidade.

Especialistas em infraestrutura urbana apontam que a sequência correta de obras deve priorizar os sistemas subterrâneos, como rede de esgoto e drenagem pluvial, antes da pavimentação. Quando essa ordem não é respeitada, o resultado costuma ser retrabalho, desperdício de recursos públicos e transtornos para a população.

Além do possível prejuízo financeiro, moradores temem problemas sanitários. Sem rede de esgoto adequada, há risco de contaminação do solo, mau cheiro e proliferação de doenças, fatores que comprometem diretamente a qualidade de vida.

Outro ponto levantado pela comunidade é a falta de planejamento e transparência. Muitos afirmam não terem sido informados sobre o cronograma das obras ou sobre a previsão de implantação do sistema de esgotamento sanitário.

“Isso é inadmissível. Parece que fazem as coisas de qualquer jeito. A população merece respeito”, afirmou outro morador.

Enquanto isso, a população segue cobrando respostas e soluções concretas para um problema que, segundo eles, poderia ter sido evitado com planejamento adequado.

Por/Jucurunet

terça-feira, 5 de maio de 2026

Ranking do IPS 2025 expõe desempenho dos municípios do extremo sul; Jucuruçu aparece na 11ª posição

 


Jucuruçu: terça-feira, 5 de maio de 2026 - Os dados mais recentes do Índice de Progresso Social (IPS 2025) revelam o desempenho dos municípios do extremo sul da Bahia em áreas essenciais como saúde, educação, qualidade de vida e acesso a serviços básicos. O levantamento posiciona Jucuruçu na 11ª colocação, com 49,89 pontos, evidenciando desafios estruturais que ainda impactam diretamente a população.

Na liderança do ranking aparece Teixeira de Freitas, com 57,84 pontos, seguido por Lajedão (56,38) e Medeiros Neto (56,36). Já as últimas posições são ocupadas por Prado (48,92) e Alcobaça (49,34).

Confira a lista completa:

Teixeira de Freitas – 57,84
Lajedão – 56,38
Medeiros Neto – 56,36
Itanhém – 55,68
Nova Viçosa – 55,07
Nova Viçosa – 55,00
Itamaraju – 54,87
Caravelas – 54,24
Ibirapuã – 53,65
Mucuri – 53,63
10º Vereda – 52,95
11º Jucuruçu – 49,89
12º Alcobaça – 49,34
13º Prado – 48,92

O índice é considerado um dos principais termômetros da qualidade de vida da população, pois avalia não apenas fatores econômicos, mas também o acesso a direitos básicos. No caso de Jucuruçu, o resultado reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes e investimentos em áreas prioritárias para melhorar os indicadores sociais do município.

A divulgação do ranking reacende o debate sobre gestão pública e eficiência na aplicação de recursos, especialmente em cidades que, mesmo com estruturas semelhantes, apresentam desempenho superior.

Por/Jucurunet

Perseguição ou política? Jucurunet denuncia atitude do prefeito Lili contra médico querido pela população

 

 

O portal Jucurunet vem a público manifestar repúdio veemente diante das atitudes consideradas persecutórias do prefeito Lili contra o médico Dr. Caio Rossan. A situação tem gerado indignação crescente entre moradores de Jucuruçu, que acompanham o caso com preocupação. Dr. Caio não é apenas um profissional da saúde que passou pelo município. Ele construiu vínculos, conquistou confiança e foi acolhido pela população como um verdadeiro filho da terra.

Seu trabalho sempre foi pautado pelo compromisso com a vida e pelo respeito aos pacientes. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: qual a motivação para tanta perseguição? Por que atacar alguém que presta um serviço essencial à comunidade? A população merece respostas claras e objetivas. Atitudes dessa natureza não contribuem para o desenvolvimento do município. Pelo contrário, geram instabilidade e enfraquecem os serviços públicos.

A saúde de Jucuruçu já enfrenta desafios significativos. Perseguir profissionais qualificados só agrava ainda mais a situação. O papel da gestão pública deve ser o de somar esforços, não de dividir. O momento exige responsabilidade, equilíbrio e foco no bem coletivo. 

Moradores relatam preocupação com possíveis impactos no atendimento médico.  A confiança entre profissionais e gestão é fundamental para o funcionamento do sistema de saúde.

Quando essa relação é abalada, quem sofre é a população. O Jucurunet reforça que críticas e divergências fazem parte do processo democrático. No entanto, perseguições pessoais ultrapassam qualquer limite aceitável.

A sociedade espera postura institucional e respeito por parte dos gestores. Dr. Caio Rossan representa mais do que um médico. Ele simboliza dedicação, cuidado e proximidade com o povo.

Atacar essa figura é, de certa forma, atingir toda a comunidade. O prefeito precisa esclarecer suas atitudes com transparência. A população tem o direito de entender o que está acontecendo. 

Gestão pública não pode ser conduzida por interesses pessoais. É necessário colocar o interesse coletivo acima de tudo. Jucuruçu precisa de união, não de conflitos. 

O Jucurunet seguirá acompanhando o caso com responsabilidade jornalística. E continuará dando voz à população, que clama por respeito, justiça e coerência. Diante de toda essa situação, fica evidente que o respeito ao povo de Jucuruçu deve partir, antes de  tudo, de quem ocupa o cargo mais alto do Executivo municipal.

O prefeito Lili, como representante legítimo da população, tem o dever institucional de agir com equilíbrio, responsabilidade e respeito. Não é aceitável que atitudes de perseguição se sobreponham ao interesse coletivo. 

Dr. Caio Rossan, reconhecido pela comunidade como um verdadeiro filho da terra, merece consideração pelo trabalho prestado e pela relação construída com o povo. 

Prefeito é preciso compreender que governar é servir. E servir exige respeito à população jucuruçuense e a todos aqueles que contribuem para o bem-estar do município.

Aumento de penas para furto de celular e crimes virtuais é sancionado


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou com veto a lei que endurece as penas para os crimes de furto, roubo, estelionato, receptação de produtos e roubo seguido de morte. 

A norma também trata de crimes virtuais, como golpe pela internet, fraude bancária, furto de celular e de animal doméstico (confira a tabela que compara as novas penas no fim da matéria). 

Além do aumento das punições, o presidente vetou o trecho que prevê aumento da pena de roubo de 7 a 18 anos para de 16 a 24 anos quando o crime ocorresse com violência e resultasse em lesão grave. 

Na justificativa, o presidente explica que o trecho torna a pena mínima do roubo qualificado pelo resultado de lesão corporal grave superior à pena mínima prevista para o homicídio qualificado. 

Senadores e deputados deverão analisar, em sessão conjunta do Congresso Nacional, se mantêm ou não o veto presidencial. 

🔎 Publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (4), a Lei 15.397, de 2026, tem origem no PL 3.780/2023, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). O projeto foi aprovado em março no Plenário do Senado, com relatoria do senador Efraim Filho (União-PB), e retornou à Câmara para nova análise dos deputados. 

"Esse projeto abrange crimes que aterrorizam a família brasileira no tempo de hoje. E o nosso intuito é disponibilizar ao juiz uma legislação que possibilite punição adequada. Por isso, o projeto impõe penas mais rigorosas, por exemplo, para o furto e o roubo de celulares", disse Efraim no Plenário. 

Prisão em caso de furto 

De acordo com a lei, a pena geral de furto passa de reclusão de um a quatro anos para de um a seis anos. Se o crime for praticado no período noturno, a pena é aumentada pela metade. 

Em caso de furto de um bem que comprometa o funcionamento de órgão público ou de estabelecimento público ou particular de prestação de serviço essencial, como distribuição de água, a pena será de reclusão de dois a oito anos. 

A mesma pena será aplicada nos casos de furto de fios, cabos ou equipamentos utilizados para fornecimento ou transmissão de energia elétrica ou de telefonia ou para transferência de dados, bem como equipamentos ou materiais ferroviários ou metroviários. 

Já o furto por meio de fraude com o uso de dispositivo eletrônico (golpe virtual) tem a pena aumentada de reclusão de quatro a oito anos para de quatro a dez anos. 

A norma também aumenta as penas de reclusão para de quatro a dez anos em outros furtos específicos já tipificados: 

veículo transportado a outro estado ou para o exterior; 

gado e outros animais de produção; 

aparelho de telefonia celular, de computador, notebook ou tablet, ou de qualquer dispositivo eletrônico ou de informática semelhante; 

arma de fogo; 

substância explosiva ou acessório que possibilitem sua fabricação. 

O texto cria ainda agravante para o furto de animais domésticos, com pena de quatro a dez anos de reclusão. 

Pena base de roubo também aumenta 

Para o crime de roubo, a pena base passa de quatro a dez anos para seis a dez anos. 

Além disso, pode haver aumento de um terço à metade quando o crime envolver situações semelhantes às previstas para o furto, como a subtração de celulares, computadores, notebooks e tablets, ou o uso de arma de fogo. 

No caso do latrocínio (roubo seguido de morte da vítima), o condenado poderá ser punido com pena de 24 a 30 anos de prisão. Antes a pena era de 20 a 30 anos. 

Comprar item roubado pode render seis anos de detenção 

O crime de receptação de material obtido por meio de um crime, quando alguém compra algo roubado, por exemplo, passa de um a quatro anos para de dois a seis anos. 

Quando a receptação for de animal de produção ou de carne, a pena passa de dois a cinco anos de reclusão para de três a oito  anos. A mesma pena é atribuída à condenação por receptação de animal doméstico. 

Lei prevê roubo de fios de telefone 

A pena por interromper serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, atualmente de detenção de um a três anos, será de reclusão de dois a quatro anos. 

A pena será aplicada em dobro se o crime for cometido durante período de calamidade pública ou roubo ou destruição de equipamento instalado em torres de telecomunicação. 

Fraudes eletrônicas e golpes 

No crime de estelionato, com pena de um a cinco anos de reclusão, a nova lei cria a tipificação específica de “cessão de conta laranja”, definida como empréstimo gratuito ou com pagamento de conta bancária para a movimentação de recursos destinados à atividade criminosa. 

A norma ainda cria a tipificação de estelionato qualificado por fraude eletrônica para golpes aplicados por meio da clonagem de dispositivo eletrônico, como celular ou computador. O condenado pode ser punido com prisão de quatro a oito anos. 

A lei ainda autoriza o Ministério Público a fazer a representação para o início da ação penal, sem a necessidade de delegação da vítima, em caso de estelionato./G1

Criminosos invadem casa e matam idoso durante a madrugada em Itabela


Um idoso conhecido pelo apelido de “Morgana” foi executado a tiros dentro por volta da 1h da madrugada desta terça-feira (5), dentro de casa na Rua Tomé de Souza, no bairro Ouro Verde, em Itabela, no extremo sul da Bahia. 

O crime ocorreu quando homens ainda não identificados invadiram a residência da vítima. De acordo com relatos, os suspeitos efetuaram diversos disparos e fugiram logo após a ação, sem serem localizados. 

Moradores da região afirmaram ter ouvido uma sequência de tiros durante a madrugada, o que causou pânico entre vizinhos. 

Informações preliminares indicam que os criminosos estariam à procura de um homem conhecido como “Joãozinho”, filho da vítima, que não estava no imóvel no momento do ataque, fazendo com que o pai acabasse sendo morto; segundo relatos de moradores, o filho teria envolvimento com furtos e outras práticas ilícitas, enquanto o idoso não possuía ligação com crimes e enfrentava problemas de saúde. 

A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas na região, mas até o momento ninguém foi preso. 

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi chamado para realizar a perícia e encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). 

O caso será investigado pela Polícia Civil, que busca identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do homicídio./Bahiaextremosul

Médico denuncia perseguição política e diz que gestão retira profissional da saúde por “questões políticas” em Jucuruçu



Eu nasci, cresci e fui alfabetizado em Jucuruçu. Não sou um médico que passou por aqui: EU SOU DAQUI. Conheço as ruas, as famílias, os sobrenomes, as histórias que não estão em prontuário nenhum. Depois de dez anos tentando, passei em medicina numa universidade pública brasileira, e ali fiz um propósito com Deus: eu voltaria para o lugar onde cresci, onde fui alfabetizado por Tia Nilza, onde não perdia as aulas de português de Elson, Laudionor e Cida, onde estudei do Cecília ao antigo colégio ACM. 

Eu voltei não porque eu não tivesse opção, mas porque eu queria ser útil aqui. Enquanto muita gente me dizia para seguir outro caminho, fazer residência, construir vida longe de uma cidade pequena com histórico complicado, eu fiz o contrário. Voltei. Voltei para ouvir melhor, para cuidar com mais atenção, para ser resolutivo, para fazer aquilo que a gente aprende na Atenção Primária quando leva a sério: tratar gente, não número. Durante quatro anos, eu fiz isso. Eu nunca pedi voto dentro de consultório, nunca transformei paciente em eleitor, nunca misturei política com atendimento. Eu trabalhei. E, curiosamente, isso foi o suficiente para me tornar um problema. 

Não por erro, não por falta, não por desrespeito — mas por ser um médico que dava resultado e criava vínculo. Em alguns lugares, isso é mérito. Em Jucuruçu,  na gestão atual, isso é ameaça. Quando meu pai foi eleito vereador — e ainda por cima em primeiro lugar — a coisa começou a mudar. Não foi de um dia para o outro, foi um desmonte silencioso, daqueles que quem está de fora quase não percebe, mas quem está dentro sente na pele. 

Minha mãe, que estava na direção da escola por processo seletivo, anterior à eleição, foi retirada com uma justificativa que não se sustenta nem juridicamente, nem moralmente. Meu pai, legitimamente eleito, passou a ter pedidos ignorados. Eleitores que votaram em meu pai começaram a ter medo de perder emprego por terem votado nele ou precisaram de "chás de cadeira" para serem chamados de volta. E eu, que nunca fiz política dentro do consultório, virei alvo de uma política feita nas sombras.  Chegou um ponto em que eu fui conversar com o prefeito, olho no olho, em setembro de 2025.  

Perguntei: “Quais são seus planos para mim?”. Ele disse que queria que eu continuasse, que gostava do meu trabalho, que precisava de mim. Eu acreditei. Falei com ele, com respeito, sobre o que a gestão precisava melhorar: o acesso das pessoas aos exames, favoritismo, a dificuldade da população em ser ouvida pela secretaria, picuinhas sem sentido dentro do grupo político, sinais de perseguição que já começavam a aparecer, a sensação de que ele se indignou por meu pai ter sido eleito em primeiro lugar, mesmo meu pai sendo de sua base, onde apoiamos o prefeito em sua eleição e reeleição. Falei com o prefeito, assim como disse em palanque, quando subi e pedi voto para ele: Escute mais a equipe médica. Temos muito a oferecer. Só que na mente nebulosa e embriagada por ego, o prefeito deve ter achado ruim a mão estendida. 

Ele me disse que era um absurdo quem descontava em familiares de políticos o descontentamento com determinadas atitudes e que ele iria rever tudo e resolver,  que ainda dava tempo. Hoje eu entendo melhor: não era tranquilidade, era cinismo. Porque, enquanto dizia isso, já estava sendo arquitetado um dossiê para um órgão federal, mobilização jurídica e possível participação de agentes políticos.

Eu fiz a prova da AgSUS (antiga ADAPS), com intenção de estabilidade. Com minha nota, eu poderia escolher qualquer capital do Brasil, mas escolhi Jucuruçu. Claro que eu vou buscar meios jurídicos, mas a justiça é lenta, sabemos. E o prefeito preferiu movimentar uma montanha porque ele, em grosso modo, não tem medo de ter atitudes covardes. Ele me atinge no sentimento, no vínculo de 37 anos com uma comunidade (meu tempo de vida) e nos 4 anos de dedicação integral à saúde de pessoas que são meus conterrâneos. 

De pessoas que orgulhosamente falaram que me viram crescer. E nossos resultados foram ótimos, tanto humanitários quanto no diagnóstico certeiro, na identificação rápida dos problemas, em saber o que solicitar, quando solicitar, tudo com zelo, empatia, conhecimento e resolutividade. Eu não tenho medo de dizer o quanto Deus me guia em cada atendimento.

Mas, principalmente após meu pai passar a ser mais crítico à gestão e fazer o que um vereador deve fazer (fiscalizar e legislar), e não ter aprovado uma proposta de que dava décimo terceiro salário para o primeiro escalão, enquanto boa parte dos contratados estava dispensada. Vieram as medidas práticas mais arbitrárias: diminuição de plantões até minha retirada do hospital, mas okey... o hospital é municipal e o gestor determina quais médicos devem atuar. 

Regras que dificultavam o acesso da população a exames, determinações de impedimento de minha avaliação, tratamento desigual em relação a outros médicos, problemas no meu CNES que incluiu lançamentos indevidos, não pagamento do que era devido, atraso na contrapartida municipal/ajuda de custo, isolamento, comentários espalhados pela cidade — aquele tipo de coisa pequena que, somada, revela exatamente o tamanho de quem pratica. E, por fim, o pedido de transferência ao órgão federal justificado como "não estamos satisfeitos com sua permanência".  

E aqui entra a parte que dispensa interpretação: o motivo registrado foi “questões políticas”. Não é opinião, não é versão — é o que está escrito em e-mail que recebi da AgSUS. E aí eu fico pensando, com uma curiosidade quase clínica: que tipo de gestão prefere abrir mão de um médico que funciona, que conhece a população, que não está de passagem, que queria permanecer, pra descontar a raiva do pai? Ou pior, por nutrir um sentimento estranho de insatisfação quando alguém me elogiava. 

Que tipo de liderança acha razoável prejudicar o acesso da população à saúde para resolver desconfortos pessoais? Isso não é sobre mim. Nunca foi só sobre mim. Isso é sobre uma escolha. E escolhas dizem muito mais do que discursos ferozes de quem só tem coragem com microfone na mão.  Também não dá para fingir ingenuidade e achar que isso foi obra de uma pessoa só. Não foi. 

Nenhum movimento desse tamanho se faz sozinho. Existe sempre um grupo — aqueles que executam, aqueles que sugerem, aqueles que aplaudem, aqueles que se calam. Às vezes, os mais perigosos nem são os que mandam, mas os que obedecem sem questionar, os que espalham, os que distorcem, os que se prestam ao papel de “soldadinhos” de conveniência. E, sinceramente, muitos deles conseguem ser ainda piores, porque terceirizam a própria consciência em troca de migalhas de poder. 

A história, aliás, está cheia disso. Não preciso nem forçar muito a analogia: regimes autoritários nunca se sustentaram apenas por um líder, mas por uma base que normaliza o absurdo. A Bíblia também não romantiza esse tipo de situação. José foi vendido pelos próprios irmãos, não porque era fraco, mas porque incomodava. Davi foi perseguido por Saul porque sua presença expunha a insegurança do "rei". E Jesus, perfeito, ser de luz e amor, foi muito judiado. 

A filosofia ajuda a entender o resto. O ressentimento que Nietzsche descreve é exatamente isso: não é o fracasso do outro que incomoda, é o sucesso que evidencia a própria limitação. E a tal “banalidade do mal”, que a gente vê discutida em Hannah Arendt, aparece quando pessoas comuns começam a achar normal fazer o que é errado, desde que isso as beneficie ou as proteja. Ninguém precisa se ver como vilão. Basta não se ver como responsável.

Eu poderia ter jogado esse jogo. Poderia ter usado o carinho da população como moeda, poderia ter feito política dentro do consultório, poderia ter me curvado para permanecer. Não fiz. E talvez esse tenha sido o meu erro dentro dessa lógica: eu não me adaptei ao que era esperado de mim. Eu continuei sendo quem eu sempre fui. 

Também sei que houve torcida para que eu errasse. E, sendo bem honesto, hoje eu vejo até um certo livramento. Porque quando alguém quer te derrubar e não encontra motivo, às vezes o motivo aparece — mesmo que precise ser inventado. Me tirar do hospital e agora, conseguiu minha transferência de cidade, pode ter sido a forma mais “segura” de resolver o problema deles sem correr riscos maiores. Parabéns pela estratégia. 

Do ponto de vista de autoproteção, foi eficiente. Do ponto de vista ético, é indefensável. Mas tem uma coisa que precisa ficar muito clara: a gestão tirou da população de Jucuruçu o direito a ter um médico de excelência. O que eu construí não depende de cargo, de prefeitura ou de autorização política. Depende de mim. E isso ninguém tira. Para a população de Jucuruçu, o que eu tenho é apreço e respeito. 

Vocês sabem quem eu fui nesses quatro anos. Sabem como eu trabalhei, sabem como eu atendi, sabem que eu não estava de passagem. Não normalizem o que aconteceu. Conseguir minha transferência em um cargo federal... é muito ódio, amargura, pequenez. Eu vou estar bem onde eu estiver, claro que estaria melhor perto da minha avó, dos meus pais, da minha irmã, da população que amo e da equipe que se tornou minha segunda família. 

Mas sei que dificilmente haverá um trabalho de excelência como o que fizemos e esta gestão, a gestão Lili, será marcada por não permitir a continuidade de um trabalho clínico digno e que se preocupa verdadeiramente com o povo. Não aceitem que decisões políticas sejam mais importantes do que a saúde de vocês. Não esqueçam — não por mim, mas por vocês mesmos. 

E para quem acha que resolveu alguma coisa, eu só digo o seguinte: eu continuo sendo o mesmo. O mesmo que voltou por propósito, o mesmo que acredita no que faz, o mesmo que transforma dificuldade em crescimento. 

Eu sei exatamente quem me estendeu a mão e sei exatamente quem tentou me apedrejar. E eu tenho um hábito antigo: eu sempre volto melhor.  No fim das contas, quem é pequeno, asqueroso e covarde? Pois é. Diante de qualquer atitude de quem está no poder, pergunte: Essa pessoa se parece com quem? Pilatos, Judas, Herodes, Barrabás ou Jesus? E aí você saberá quem realmente tem poder. Ah, e eu posso ir para o Japão (calma que não sairei da Bahia), mas jamais sairei de Jucuruçu. 

Gestor nenhum me tira daqui. Não serei visto com frequência, claro, porque preciso trabalhar e, em breve serei realocado em outra cidade que precisem muito de mim, e, embora a gestão tenha feito o movimento de retirar um médico top das galáxias que atendia em Jucuruçu no SUS e cujo salário é pago pelo governo federal, garanto que ainda neste mês de maio, estarei com nosso trabalho social, atendendo a todos, DE GRAÇA. 

Organizaremos as agendas e tudo dará certo. Como dizia minha bisavó Ana Maria de Du: "por cima de medo, CORAGEM!"

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.