Uma suposta demissão motivada por perseguição
política tem causado grande repercussão em Jucuruçu.
Segundo informações apuradas, um funcionário do município teria sido demitido
após ser visto acompanhando a esposa do vereador Tim do Hospital.
O caso ganhou
destaque porque, conforme relatos, o servidor estava em seu dia de folga no
momento do ocorrido, ou seja, fora do horário de trabalho e sem qualquer
ligação com suas funções dentro da administração municipal. Ainda assim, após o
episódio chegar ao conhecimento do gestor, o funcionário teria sido desligado
de suas atividades.
Moradores e
pessoas próximas ao servidor consideraram a situação revoltante e classificaram
a atitude como perseguição política. Para muitos, nenhum trabalhador deveria
sofrer punição por manter relações de amizade, convivência social ou qualquer
proximidade com pessoas ligadas a grupos políticos diferentes.
A situação
também levantou discussões sobre liberdade individual e o respeito aos direitos
dos servidores públicos. Nos bastidores da política local, comentários apontam
que o clima entre funcionários municipais seria de insegurança e receio diante
de possíveis represálias.
Juristas e
especialistas em administração pública ressaltam que atos administrativos
precisam obedecer aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade
e moralidade. Caso a exoneração tenha ocorrido por motivação exclusivamente
política ou pessoal, a medida poderá ser questionada judicialmente.
O assunto
rapidamente repercutiu nas redes sociais e em grupos de mensagens de Jucuruçu, onde muitos moradores manifestaram
solidariedade ao trabalhador e criticaram a suposta postura da gestão
municipal.
Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Jucuruçu não havia se pronunciado oficialmente
sobre o caso.
Nova Viçosa: Um acidente
ocorrido na manhã desta sexta-feira (8 de maio) deixou um morto no Km 912 da
BR-101, no distrito de Bela Vista, município de Nova Viçosa (BA). Esta é a
segunda ocorrência com vítima fatal registrada no trecho.
De acordo com as informações,
o condutor Zenildo Santa Costa trafegava no sentido Teixeira de Freitas a Vila
Velha/ES quando, na altura do distrito de Bela Vista, deparou-se com uma fila
de veículos parados devido a uma obra adiante, em sistema de Pare e Siga. Nesse
momento, uma picape Ford/Courier de cor cinza, que saía de um dos lados da
pista em direção ao outro, surgiu repentinamente na frente do caminhão de placa
TOI-9B03. Sem que houvesse tempo de reação, o caminhão colidiu contra a lateral
direita da picape.
O passageiro do veículo, José
Bento Silva, de 87 anos, natural de Carlos Chagas (MG), morreu no local. Já o
condutor, conhecido como "Nego", foi socorrido e encaminhado a uma
unidade hospitalar não informada.
A Polícia Rodoviária Federal
(PRF) atendeu a ocorrência e realizou os procedimentos legais. Segundo apurado,
o motorista da picape não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O delegado titular, Dr.
Marcos Ludovico, acompanhou os trabalhos e autorizou a remoção do corpo ao
Instituto Médico Legal de Teixeira de Freitas, onde será submetido a exame de
necropsia e, posteriormente, liberado à família para
sepultamento./Liberdadenews
A situação do trecho da BA-699 que liga
Jucuruçu ao distrito de Cruzeiro do Sul e ao município de Itanhém tem gerado
revolta e preocupação entre moradores, produtores rurais e motoristas que
dependem diariamente da via. A estrada, que é de responsabilidade do Consórcio
Construir , apresenta condições consideradas críticas em diversos pontos.
Buracos, falta de
manutenção e trechos praticamente intransitáveis têm sido relatados com
frequência por quem precisa utilizar a rodovia. Em períodos chuvosos, a situação
se agrava ainda mais, com lama e atoleiros dificultando o tráfego,
especialmente de veículos menores e motocicletas.
A BA-699 é uma
importante via de escoamento da produção agrícola da região, além de ser
fundamental para o deslocamento de moradores que precisam acessar serviços
básicos em Itanhém e outras localidades. No entanto, a precariedade da estrada
tem causado prejuízos econômicos e colocado vidas em risco.
Motoristas
relatam danos constantes em veículos, aumento no tempo de viagem e insegurança
ao trafegar pelo trecho, principalmente durante a noite, devido à ausência de
sinalização adequada.
Apesar de ser
uma via sob responsabilidade do Consórcio Construir, a população cobra ações
mais efetivas e urgentes para recuperação da estrada. Até o momento, as
intervenções realizadas são consideradas insuficientes diante da gravidade do
problema.
Moradores
afirmam que a situação se arrasta há anos, sem uma solução definitiva, o que
demonstra descaso com uma região que depende diretamente dessa ligação rodoviária.
Diante desse
cenário, cresce a pressão para que as autoridades competentes fiscalizem e
cobrem do consórcio uma resposta concreta, com obras de qualidade que garantam
segurança e trafegabilidade.
A comunidade espera que providências sejam tomadas com
urgência, antes que acidentes mais graves venham a acontecer, agravando ainda
mais a realidade já enfrentada por quem utiliza a BA-699.
Um acidente foi registrado na BA-284, trecho
entre o distrito de Nova Alegria e o município de Jucuruçu, nesta sexta-feira
(08), envolvendo uma Chevrolet D-10.
Segundo
informações, o veículo colidiu violentamente contra uma vaca que estava solta
na pista. Com o forte impacto, a parte dianteira da caminhonete ficou
completamente destruída, causando grande prejuízo material.
Apesar da
gravidade da colisão e dos danos causados ao veículo, ninguém ficou ferido. O
acidente provocou apenas um grande susto nos ocupantes da D-10.
De acordo com
comentários de pessoas que estiveram no local, uma das vacas envolvidas no
acidente teve as canelas quebradas devido à força da batida.
O caso volta a
chamar atenção para o perigo constante de animais soltos na BA-284, situação
que tem preocupado motoristas que trafegam diariamente pelo trecho entre Nova
Alegria e Jucuruçu. A presença de bovinos na pista, principalmente durante a
noite e em horários de baixa visibilidade, aumenta significativamente o risco
de acidentes.
Motoristas cobram mais fiscalização e responsabilidade
dos proprietários dos animais para evitar que situações como essa terminem em
tragédia.
Foi identificado como José
Luiz Fernandes Resende, de 58 anos, o motorista que morreu no grave acidente
registrado nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (08), na BR-101, no
trecho entre Posto da Mata e Itabatã, no extremo sul da Bahia.
A colisão aconteceu a cerca
de cinco quilômetros do distrito de Itabatã e envolveu um ônibus que
transportava trabalhadores rurais e duas carretas carregadas de combustível. O
impacto foi extremamente violento e mobilizou equipes da Polícia Rodoviária Federal
(PRF), socorristas e demais órgãos de emergência.
Segundo as informações
iniciais, José Luiz conduzia uma das carretas envolvidas no acidente e morreu
ainda no local da batida, antes da chegada do socorro.
O ônibus transportava
trabalhadores que seguiam para a colheita de café. Algumas pessoas ficaram
feridas e receberam atendimento das equipes de resgate, embora o número oficial
de vítimas e o estado de saúde dos feridos ainda não tenham sido divulgados
pelas autoridades.
Por causa da ocorrência, o trânsito
na BR-101 ficou parcialmente interditado e segue funcionando em sistema de
“siga e pare”. Uma das faixas já foi liberada, mas o fluxo de veículos continua
lento no trecho.
A Polícia Rodoviária Federal
acompanha a ocorrência e deverá investigar as circunstâncias que provocaram o
acidente./Bahiaextremosul
Uma nota de repúdio assinada por vereadores
de Jucuruçu ganhou grande repercussão nesta quinta-feira (07), após a
divulgação de um documento contrário à possível decisão do prefeito Lili de
solicitar o desligamento ou remanejamento do médico Dr. Caio Rodrigues dos
Santos, profissional que atua no município por meio do Programa Mais Médicos.
No documento, os
parlamentares afirmam que a medida causa “estranheza e preocupação”, destacando
que o profissional é custeado integralmente pelo Governo Federal, sem gerar
despesas diretas ao município. A nota ressalta ainda que o médico presta
serviços em Jucuruçu desde 2022, fortalecendo a atenção básica de saúde e
atendendo a população local.
Os vereadores
também cobram explicações públicas sobre os motivos da decisão, alertando para
possíveis prejuízos à assistência médica no município. Segundo o texto, “a
saúde pública deve ser tratada com responsabilidade, transparência e respeito
ao interesse coletivo”.
A manifestação
foi assinada pelos vereadores Uniton Gomes de Oliveira, Maria Aparecida Vieira
de Moura, Ailton Rodrigues Dias, Glicásio Pereira Silva, Silvando Rodrigues da
Cruz e Maria Nilza Ferreira Loyola.
A publicação
rapidamente repercutiu nas redes sociais e gerou debates entre moradores,
principalmente diante da importância da permanência de profissionais médicos em
cidades do interior, onde a população depende fortemente da atenção básica.
Em uma postagem
compartilhada nas redes, o próprio Dr. Caio agradeceu o apoio dos parlamentares
e classificou a decisão como “imoral”, afirmando que o possível remanejamento
tem causado indignação entre moradores e pacientes atendidos pelo profissional.
Até o
fechamento desta matéria, a Prefeitura de Jucuruçu ainda não havia se
pronunciado oficialmente sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação
da gestão municipal.
Eunápolis: O vigilante
noturno Edivanio Rodrigues da Silva, de 34 anos, morreu após a moto que
conduzia ser atingida por uma caminhonete na noite de quarta-feira (6), na
Avenida Bahia, nas imediações da praça do bairro Vivendas Costa Azul, em
Eunápolis. Segundo a polícia, o acidente ocorreu por volta das 19h30.
Com o impacto da colisão
frontal, Edivanio foi arremessado para um matagal às margens da via. Equipes do
Samu chegaram a ser acionadas, mas a vítima já estava sem vida quando o socorro
chegou ao local.
A frente da caminhonete
Amarok ficou destruída. A motocicleta também sofreu danos. De acordo com a
Polícia Militar, o empresário Wilson Sede, de 63 anos, assumiu que dirigia o
veículo.
Segundo o delegado da Polícia
Civil, Hermano Costa, o motorista foi encaminhado para realizar o teste do
bafômetro em um posto da Polícia Rodoviária Federal, mas se recusou. Pelo
Código de Trânsito Brasileiro, a recusa ao teste não impede a investigação e
pode resultar em sanções administrativas, além de servir como elemento na
apuração criminal, quando há outros indícios.
Diante das circunstâncias, o
delegado autuou o empresário em flagrante por homicídio doloso, na modalidade
dolo eventual. Segundo Hermano Costa, esse tipo de enquadramento ocorre “quando
se assume o risco de produzir o resultado”. O delegado explicou que, ao ingerir
bebida alcoólica e dirigir, a pessoa pode assumir conscientemente o risco de
causar um acidente fatal.
Ainda conforme a Polícia
Civil, não foi arbitrada fiança e o motorista permaneceu preso. Ele deve passar
por audiência de custódia, procedimento em que a Justiça avalia a legalidade da
prisão e decide se o investigado continuará detido, responderá em liberdade ou
terá medidas cautelares impostas.
No local do acidente, o
motorista afirmou à reportagem que não viu a motocicleta porque a avenida teria
pouca iluminação e a moto estaria com o farol apagado. O advogado dele informou
que o cliente não falaria mais sobre o caso por estar abalado.
A polícia realiza
levantamento na região para identificar câmeras de segurança que possam ter
registrado a colisão e ajudar na apuração.
Natural de Alagoas, Edivanio
morava no bairro Renovação, era casado e trabalhava como vigilante noturno em
rondas de moto por bairros da cidade, serviço mantido por contribuições de
moradores./Radarnews
Quaest revela cenário
fragmentado para 2026 e aponta força regional de Lula e da direita em disputas
simuladas
A nova rodada da pesquisa
Genial/Quaest, divulgada nesta semana, desenha um cenário eleitoral marcado
pela forte divisão regional entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e
possíveis adversários ligados ao campo conservador nas eleições presidenciais de
2026. O levantamento avaliou simulações de segundo turno em dez estados
brasileiros e mostra que, embora Lula mantenha ampla vantagem no Nordeste,
enfrenta dificuldades significativas em regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
O estudo testou três cenários
distintos: Lula contra o senador Flávio Bolsonaro, contra o ex-governador de
Minas Gerais Romeu Zema e diante do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado.
Flávio Bolsonaro lidera em
estados estratégicos
Na disputa simulada entre
Lula e Flávio Bolsonaro, o senador aparece numericamente à frente em estados
considerados decisivos para qualquer corrida presidencial. O desempenho mais
expressivo ocorreu no Rio Grande do Sul, onde Flávio alcançou 57% das intenções
de voto, enquanto Lula registrou 31%.
No Paraná, o parlamentar
também abriu vantagem confortável: 50% contra 30% do presidente. Em São Paulo,
maior colégio eleitoral do país, Flávio marcou 47%, diante de 35% de Lula.
A vantagem do senador também
apareceu em Goiás, com 47% contra 34%, e no Rio de Janeiro, onde atingiu 45%,
enquanto Lula ficou com 32%.
Já em Minas Gerais,
considerado historicamente um estado-chave nas eleições nacionais, o cenário
mostrou empate técnico: Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 36%.
O presidente conseguiu vantagem
no Pará, alcançando 43% das intenções de voto, frente aos 36% do senador.
Nordeste continua sendo
principal reduto eleitoral de Lula
Os dados da pesquisa reforçam
a permanência do Nordeste como principal base eleitoral do atual presidente. Em
Ceará, Lula atingiu 56% das intenções de voto, contra 28% de Flávio Bolsonaro.
O desempenho foi ainda mais
robusto em Pernambuco, onde o presidente chegou a 57%, enquanto o adversário
registrou 23%.
Na Bahia, Lula também manteve
ampla vantagem: 55% contra 22%.Notícias locais Bahia
Romeu Zema surge competitivo
fora do Nordeste
No cenário envolvendo Romeu
Zema, a pesquisa mostra uma disputa mais equilibrada em diversos estados. Em
Minas Gerais, reduto político do ex-governador, houve empate técnico: Zema
apareceu com 38%, e Lula, com 37%.
Em São Paulo, os números
também indicaram equilíbrio, com 36% para Zema e 35% para Lula. Situação
semelhante foi registrada em Goiás, onde o ex-governador marcou 35%, contra 33%
do presidente.
No Paraná, Zema apareceu
numericamente à frente, com 32% das intenções de voto, diante de 29% de Lula.
Já no Rio Grande do Sul, ambos ficaram empatados com 30%.
Apesar do avanço em estados
do Sul e Sudeste, Zema teve desempenho modesto no Nordeste. No Ceará, Lula
alcançou 58%, contra apenas 17% do ex-governador.
Em Pernambuco, o presidente
somou 60%, enquanto Zema registrou 13%. Na Bahia, Lula apareceu com 56%, e
Zema, com 13%.
Caiado demonstra força
regional em Goiás
O terceiro cenário analisou
uma eventual disputa entre Lula e Ronaldo Caiado. O ex-governador apresentou
seu melhor desempenho em Goiás, estado onde construiu sua trajetória política.
Lá, Caiado chegou a 51% das intenções de voto, contra 26% do presidente.
Em São Paulo, os dois ficaram
tecnicamente empatados: Lula com 35% e Caiado com 34%.
No Paraná, Caiado apareceu
numericamente à frente, registrando 32%, enquanto Lula obteve 29%.
Já em Minas Gerais, o
presidente manteve vantagem, com 38% contra 26% do ex-governador. O mesmo
ocorreu no Pará, onde Lula atingiu 43%, diante de 25% de Caiado.
No Nordeste, Lula voltou a
demonstrar ampla superioridade eleitoral. Em Pernambuco, o presidente alcançou
56%, contra 17% de Caiado. No Ceará, o placar foi de 57% a 17%. Na Bahia, Lula
registrou 56%, enquanto o ex-governador obteve 15%.
Pesquisa mostra polarização
regional persistente
Os números da Quaest indicam
que o cenário político nacional segue marcado pela divisão regional observada
nas últimas eleições. Enquanto candidatos ligados ao bolsonarismo e à direita
demonstram força em estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, Lula preserva ampla
vantagem no Nordeste e mantém competitividade em parte do Norte.
A pesquisa também sugere que
nomes como Romeu Zema e Ronaldo Caiado conseguem dialogar com parcelas do
eleitorado conservador sem reproduzir integralmente a polarização entre Lula e
Bolsonaro, embora ainda enfrentem dificuldades para avançar em regiões
historicamente favoráveis ao PT.
Metodologia do levantamento
A pesquisa Genial/Quaest
ouviu 11.646 eleitores entre os dias 21 e 28 de abril de 2026, por meio de
entrevistas presenciais.
Foram realizadas entrevistas
em dez estados:
São Paulo: 1.650 eleitores
Minas Gerais: 1.482
Rio de Janeiro: 1.200
Bahia: 1.200
Paraná: 1.104
Rio Grande do Sul: 1.104
Goiás: 1.104
Ceará: 1.002
Pernambuco: 900
Pará: 900
A margem de erro é de três
pontos percentuais na maioria dos estados, exceto em São Paulo, onde é de dois
pontos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
O levantamento foi contratado
pelo Banco Genial e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e
registrado sob os numeros no TSE (Tribunal Superior Eleitoral): São Paulo
(BR-09928/2026); Minas Gerais (BR-00430/2026); Rio de Janeiro (BR-06207/2026);
Bahia (BR-08703/2026); Paraná (BR-01656/2026); Rio Grande do Sul (BR-06915/2026);
Pernambuco (BR-03473/2026); Ceará (BR-01347/2026); Pará (BR-01755/2026) e Goiás
(BR-01368/2026)./Bahiaextremosul.
Jucuruçu aparece em 11º lugar no ranking do IPS porque o
município teve desempenho inferior em vários indicadores sociais avaliados pelo
Índice de Progresso Social (IPS).
O IPS não mede
apenas dinheiro ou arrecadação da prefeitura. Ele analisa fatores que impactam
diretamente a vida da população. Entre os principais critérios avaliados estão:
Saúde básica da
população
Acesso a
atendimento médico
Educação e
qualidade do ensino
Saneamento
básico e água tratada
Moradia digna
Segurança
Geração de
oportunidades
Emprego e renda
Qualidade
ambiental
Inclusão social
Acesso à
internet e informação
Direitos
individuais e qualidade de vida
Com pontuação de
49,89/100, Jucuruçu ficou atrás de cidades vizinhas como Teixeira de Freitas, Lajedão e Itanhém,
que apresentaram indicadores sociais mais elevados.
Entre os fatores
que podem ter contribuído para a colocação de Jucuruçu estão:
deficiência
em infraestrutura urbana;
problemas
históricos no saneamento básico;
limitações no
acesso à saúde especializada;
baixa geração
de empregos;
dificuldades
na mobilidade e estradas;
dependência
econômica do setor público e agropecuário;
desafios na
educação e inclusão social.
O ranking funciona como um retrato da realidade social
do município. Quanto menor a pontuação, maiores são os desafios enfrentados
pela população em áreas essenciais.
A transferência do médico
Caio Rodrigues dos Santos do município de Jucuruçu, reacendeu o debate sobre a
vulnerabilidade da Atenção Primária à Saúde diante de interferências
político-administrativas. O profissional atuava há quatro anos na mesma unidade
de saúde por meio da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde
(AgSUS), vinculada ao Ministério da Saúde, dentro do programa federal Mais
Médicos. Ao aceitar o remanejamento sem filtros técnicos rigorosos, a estrutura
federal falha em um de seus papéis mais essenciais: proteger o profissional e,
sobretudo, preservar a continuidade da assistência à população.
De acordo com informações
relacionadas ao caso, o médico Caio Rodrigues não possuía vínculo empregatício
com a prefeitura municipal, sendo custeado integralmente pela União. A
participação do município limitava-se ao pagamento da ajuda de custo prevista
na Portaria GM/MS nº 3.193/2022. O episódio ganhou repercussão após o
agravamento de divergências políticas envolvendo o vereador Ailton Rodrigues
Dias, o “Tim do Hospital” (PSDB), pai do profissional, que passou a adotar
posicionamento crítico em relação à gestão do prefeito Arivaldo de Almeida
Costa, “Lili” (PSDB). O episódio-chave ocorre quando ele vota contra um projeto
do prefeito que previa a concessão de 13º salário para o alto escalão, em um
contexto contraditório: ao mesmo tempo em que a gestão alegava necessidade de
contenção de despesas para justificar demissões em massa de contratados.
Segundo relatos ligados ao
processo administrativo, após o rompimento político foram registrados
questionamentos internos, redução progressiva das atividades profissionais,
suspensão de benefícios e, posteriormente, o pedido de remanejamento do médico
para outro município. O caso passou a ser interpretado por setores da área da
saúde como um exemplo da fragilidade operacional da Resolução SAPS/CNPMMB nº
437/2024, norma que permite aos municípios desistirem de vagas ocupadas sem
necessidade de justificativa técnica aprofundada.
Especialistas da área avaliam
que situações dessa natureza comprometem princípios estruturantes da Atenção
Primária, especialmente a continuidade do cuidado e o vínculo comunitário
estabelecido entre profissional e população atendida. A substituição de médicos
em territórios consolidados tende a gerar impactos diretos no acompanhamento
clínico, no atendimento preventivo e na estabilidade das equipes de saúde da
família.
Natural de Jucuruçu, Caio
Rodrigues dos Santos possui formação em universidade pública, mestrado em
Saúde, Ambiente e Biodiversidade e capacitações nas áreas de Infectologia,
Medicina de Família e Comunidade e Gestão em Saúde. Fora da atuação médica,
também desenvolve atividades literárias, tanto que é titular da Cadeira nº 29
da ATL – Academia Teixeirense de Letras e autor do livro Marcados, publicado
sob o pseudônimo Caio Rossan.
Em manifestação sobre o
episódio, o médico afirmou que a transferência ocorreu sem fundamentação
técnica consistente e classificou a medida como prejudicial à continuidade da
assistência local. “A Atenção Primária depende de vínculo, permanência e conhecimento
do território. Quando um profissional é removido sem critérios técnicos claros,
não é apenas o médico que perde; a população também sofre diretamente os
impactos dessa ruptura no atendimento”, declarou o médico Caio Rodrigues dos
Santos./TN
Faleceu na madrugada desta quinta-feira, 7 de
maio de 2026, em Jucuruçu, a senhora
Rosalina Felizarda do Carmo, aos 89 anos de idade, vítima de morte natural.
Figura muito conhecida e respeitada no município, Dona Rosalina deixa um legado
marcado pela dedicação à família, simplicidade e amizade construída ao longo de
muitos anos de convivência na comunidade jucuruçuense.
Viúva do senhor
Antônio Francisco dos Santos, Dona Rosalina deixa oito filhos, cinco netos e
oito bisnetos, além de inúmeros amigos e familiares profundamente entristecidos
com sua partida.
Mulher guerreira
e de coração humilde, Dona Rosalina sempre foi reconhecida por sua força de
vontade e pelo amor incondicional dedicado aos filhos e à família. Durante sua
trajetória de vida, enfrentou dificuldades com coragem, construindo sua
história com muito trabalho, honestidade e dignidade.
Conhecida por
ser uma mãe dedicada, conselheira e acolhedora, ela conquistou o carinho de
todos ao seu redor através de sua simplicidade e generosidade. Seu exemplo de
fé, perseverança e respeito ao próximo ficará eternamente marcado na memória
daqueles que conviveram com ela.
A partida de
Dona Rosalina representa uma grande perda para familiares, amigos e toda a
comunidade de Jucuruçu, que hoje se
despede de uma mulher que ajudou a construir sua história através do trabalho e
da união familiar.
O corpo está
sendo velado no Auditório Valdemar José Nogueira, em Jucuruçu. O sepultamento está previsto para
acontecer às 18h desta quinta-feira, no Cemitério Jardim da Saudade, também em Jucuruçu.
O Jucurunet
manifesta profundo pesar e solidariedade aos familiares e amigos pela
irreparável perda.
“Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em
todos os teus caminhos.” — Salmo 91:11.
Os dados econômicos mais recentes disponíveis
em 2026, com base em estudos fundamentados no último censo populacional e
levantamentos oficiais, revelam que o município de Jucuruçu mantém uma economia fortemente
sustentada pela agropecuária, setor que continua sendo a principal fonte de
geração de riqueza local.
Segundo os
números divulgados, o Produto Interno Bruto (PIB) total do município gira em
torno de R$ 152,4 milhões, demonstrando a movimentação econômica da cidade e a
importância das atividades produtivas desenvolvidas na zona rural.
O levantamento
também aponta que o PIB per capita de Jucuruçu está estimado em aproximadamente
R$ 15.787,06 por habitante. O indicador representa a divisão da riqueza
produzida pelo número de moradores do município, atualmente estimado em cerca
de 9,9 mil habitantes.
A agropecuária
aparece como o setor mais forte da economia jucuruçuense, respondendo por cerca
de 52,6% de todo o valor adicionado do município. Em números absolutos, o
segmento movimenta aproximadamente R$ 127,7 milhões, consolidando Jucuruçu como
uma cidade com forte dependência da produção rural.
Além da
agropecuária, a administração pública também exerce papel importante na
economia local, representando cerca de 29,5% da composição econômica municipal.
Já o setor de serviços corresponde a aproximadamente 15,2%.
Os dados
reforçam o perfil econômico tradicional de Jucuruçu, marcado pela força do
campo, pela produção agropecuária e pela influência dos investimentos públicos
na circulação de renda do município.
Especialistas destacam que o fortalecimento da
agricultura, da pecuária e dos pequenos produtores pode contribuir ainda mais
para o crescimento econômico da cidade nos próximos anos, principalmente com
investimentos em infraestrutura, incentivo à produção e geração de emprego e
renda para a população rural e urbana.
Teixeira de Freitas: A
Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na manhã desta quarta-feira, 6 de
maio, um homem acusado de furtar um veículo em Teixeira de Freitas e trafegar
de forma perigosa pela BR-101. A abordagem ocorreu por volta das 5h20, no km 850
da rodovia.
Abordagem
A PRF foi informada de que um
veículo Renault Captur, placa PKQ-4309, estava trafegando em baixa velocidade,
parando em cima da pista de rolamento e andando pela contramão de direção.
Diante da grave situação, os agentes se deslocaram ao local e realizaram a
verificação.
Identificação do condutor
O veículo era conduzido por
Gilearde Barbosa Santos, vulgo Bozo, que não possuía documento de identificação
no momento da abordagem. Após procedimentos administrativos, a polícia verificou
que o condutor havia furtado o veículo em Teixeira de Freitas e saído sem
destino aparente.
Ainda segundo os
levantamentos, constatou-se que Gilearde é morador de rua e não possui
documentos de identificação.
Prisão e flagrante
Diante dos fatos, o condutor
foi preso e conduzido, juntamente com o veículo, para a Delegacia de Polícia
Civil de Teixeira de Freitas. Após os procedimentos de oitivas, o delegado Gean
Nascimento autuou Gilearde Barbosa pelo crime de furto qualificado (art. 155, §
4º do Código Penal Brasileiro).
Gilearde segue preso na
custódia da Polícia Civil, à disposição da Justiça. O veículo foi apresentado e
devolvido ao proprietário./Liberdadenews
O município de Jucuruçu
está intensificando as ações da campanha Maio Laranja, movimento nacional
voltado ao combate do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes.
A mobilização busca despertar a atenção da sociedade para um problema grave que
afeta milhares de vítimas em todo o país.
As atividades
desenvolvidas durante a campanha têm como principal objetivo orientar a
população sobre a importância da prevenção, do acolhimento e da denúncia.
Profissionais ligados à educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção
participam das ações de conscientização realizadas no município.
Palestras, rodas
de conversa e momentos educativos fazem parte da programação, levando
informações importantes sobre como identificar sinais de violência, além de
orientar famílias e responsáveis sobre os canais disponíveis para denúncias e
apoio às vítimas.
A campanha
também reforça a necessidade da união entre comunidade e instituições para
garantir mais segurança e proteção às crianças e adolescentes. Especialistas
destacam que o silêncio ainda é um dos maiores obstáculos no enfrentamento
desse tipo de crime, tornando essencial o diálogo e a informação.
O 18 de Maio é
lembrado nacionalmente como o Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de
Crianças e Adolescentes, servindo como símbolo da luta pela defesa dos direitos
da infância e juventude.
Em Jucuruçu, a mobilização chama a atenção da
população para a responsabilidade coletiva na proteção das crianças e
adolescentes, incentivando denúncias anônimas através do Disque 100.
A iniciativa fortalece a importância do cuidado, da
vigilância e da conscientização social, promovendo ações que ajudam a construir
um ambiente mais seguro e humano para as futuras gerações.
Após dois dias de julgamento,
os policiais militares Sandoval Barbosa dos Santos e Joilson Rodrigues Barbosa
foram condenados, cada um, a penas superiores a 38 anos de prisão pelo
assassinato dos professores e dirigentes sindicais Álvaro Henrique e Elisney
Pereira, ocorrido em 17 de setembro de 2009, em Porto Seguro. O júri popular,
realizado no Fórum de Itabuna, começou na manhã de terça-feira (5) e se
estendeu até a tarde de quarta-feira (6).
Segundo a decisão do júri,
cada um dos réus foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão pelo
homicídio de Álvaro, e a 16 anos, 7 meses e 15 dias pelo assassinato de
Elisney. A pena mais alta no caso de Álvaro se deve a agravantes, incluindo o fato
de a vítima ter um filho especial que, na época do crime, tinha apenas um ano
de idade.
O terceiro acusado, Edésio
Lima, apontado pelo Ministério Público da Bahia como mandante do crime, não
participou do julgamento. A Justiça extinguiu sua punibilidade ao reconhecer a
prescrição do processo, retirando-o da condição de réu.
Após a sentença, colegas e
representantes da categoria celebraram o desfecho do caso.
No dia do crime, os
professores foram atraídos para a zona rural com a informação de que o filho de
Álvaro estaria doente. Ao chegarem nas proximidades do sítio da família, foram
surpreendidos por homens armados e mortos a tiros.
Álvaro e Elisney eram líderes
da APLB e conduziam uma greve por melhores condições de trabalho e reajuste
salarial. Segundo o Ministério Público da Bahia (MPBA), as críticas de Álvaro à
gestão do então prefeito Gilberto Abade teriam motivado o crime.
As investigações do MPBA
apontam que Sandoval e Joilson, que atuavam como seguranças do prefeito, teriam
intermediado a contratação dos executores a mando de Edésio Lima, então
secretário de Governo e Comunicação./radar
É com profundo
pesar que comunicamos o falecimento de Paulo
Almeida, aos 54 anos, ocorrido nesta quarta-feira (06). Figura
bastante conhecida em Itamaraju e também
em cidades vizinhas, Paulo era vendedor de cosméticos e conquistou ao longo dos
anos uma ampla clientela, sendo lembrado pelo seu trabalho, carisma e
dedicação.
De acordo com
informações de familiares, Paulo Almeida estava internado em Teixeira de Freitas após ter sido vítima de um
ferimento por arma branca. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não
resistiu.
Paulo deixa
esposa, Elizane Souza Costa, e
três filhos, além de inúmeros amigos e clientes que hoje lamentam sua partida
precoce.
O velório será realizado em sua residência na
Rua Lomanto Júnior nº 644 ao lado da Cerâmica de vadu, ainda não a confirmação
do horário mais provavelmente depois das 12h00min em Itamaraju, onde
familiares, amigos e a comunidade poderão prestar as últimas homenagens.
Neste momento de dor, expressamos nossas mais
sinceras condolências aos familiares e amigos, desejando força e conforto diante
dessa irreparável perda.
Moradores do bairro Arizona, em Jucuruçu,
estão indignados com uma obra recente de calçamento realizada pela Prefeitura
Municipal. O motivo da revolta é considerado básico: as ruas estão sendo
pavimentadas sem que tenha sido implantada, previamente, a rede de esgoto.
A situação tem
gerado críticas generalizadas por parte da comunidade, que questiona a lógica
da intervenção. “Como é que faz calçamento sem resolver primeiro o esgoto?
Depois vão quebrar tudo de novo?”, questiona um morador, refletindo o
sentimento de insatisfação predominante na localidade.
Especialistas em
infraestrutura urbana apontam que a sequência correta de obras deve priorizar
os sistemas subterrâneos, como rede de esgoto e drenagem pluvial, antes da
pavimentação. Quando essa ordem não é respeitada, o resultado costuma ser
retrabalho, desperdício de recursos públicos e transtornos para a população.
Além do possível
prejuízo financeiro, moradores temem problemas sanitários. Sem rede de esgoto
adequada, há risco de contaminação do solo, mau cheiro e proliferação de
doenças, fatores que comprometem diretamente a qualidade de vida.
Outro ponto
levantado pela comunidade é a falta de planejamento e transparência. Muitos
afirmam não terem sido informados sobre o cronograma das obras ou sobre a
previsão de implantação do sistema de esgotamento sanitário.
“Isso é
inadmissível. Parece que fazem as coisas de qualquer jeito. A população merece
respeito”, afirmou outro morador.
Enquanto isso,
a população segue cobrando respostas e soluções concretas para um problema que,
segundo eles, poderia ter sido evitado com planejamento adequado.
Jucuruçu: terça-feira, 5 de
maio de 2026 - Os dados mais recentes do Índice de Progresso
Social (IPS 2025) revelam o desempenho dos municípios do extremo sul da Bahia
em áreas essenciais como saúde, educação, qualidade de vida e acesso a serviços
básicos. O levantamento posiciona Jucuruçu
na 11ª colocação, com 49,89 pontos, evidenciando desafios estruturais que ainda
impactam diretamente a população.
Na liderança do
ranking aparece Teixeira de Freitas, com
57,84 pontos, seguido por Lajedão (56,38)
e Medeiros Neto (56,36). Já as últimas
posições são ocupadas por Prado (48,92) e Alcobaça (49,34).
O índice é
considerado um dos principais termômetros da qualidade de vida da população,
pois avalia não apenas fatores econômicos, mas também o acesso a direitos
básicos. No caso de Jucuruçu, o resultado reforça a necessidade de políticas
públicas mais eficazes e investimentos em áreas prioritárias para melhorar os
indicadores sociais do município.
A divulgação do ranking reacende o debate sobre gestão
pública e eficiência na aplicação de recursos, especialmente em cidades que,
mesmo com estruturas semelhantes, apresentam desempenho superior.
O portal Jucurunet vem a
público manifestar repúdio veemente diante das atitudes consideradas
persecutórias do prefeito Lili contra o médico Dr. Caio Rossan. A situação tem gerado
indignação crescente entre moradores de Jucuruçu, que acompanham o caso com
preocupação. Dr. Caio não é apenas um
profissional da saúde que passou pelo município. Ele construiu vínculos,
conquistou confiança e foi acolhido pela população como um verdadeiro filho da
terra.
Seu trabalho sempre foi
pautado pelo compromisso com a vida e pelo respeito aos pacientes. Diante
disso, surge uma pergunta inevitável: qual a motivação para tanta perseguição? Por
que atacar alguém que presta um serviço essencial à comunidade? A população
merece respostas claras e objetivas. Atitudes dessa natureza não
contribuem para o desenvolvimento do município. Pelo contrário, geram
instabilidade e enfraquecem os serviços públicos.
A saúde de Jucuruçu já enfrenta
desafios significativos. Perseguir profissionais
qualificados só agrava ainda mais a situação. O papel da gestão pública deve
ser o de somar esforços, não de dividir. O momento exige responsabilidade,
equilíbrio e foco no bem coletivo.
Moradores relatam preocupação
com possíveis impactos no atendimento médico. A confiança entre
profissionais e gestão é fundamental para o funcionamento do sistema de saúde.
Quando essa relação é
abalada, quem sofre é a população. O Jucurunet reforça que
críticas e divergências fazem parte do processo democrático. No entanto, perseguições
pessoais ultrapassam qualquer limite aceitável.
A sociedade espera postura
institucional e respeito por parte dos gestores. Dr. Caio Rossan representa
mais do que um médico. Ele simboliza dedicação,
cuidado e proximidade com o povo.
Atacar essa figura é, de
certa forma, atingir toda a comunidade. O prefeito precisa esclarecer
suas atitudes com transparência. A população tem o direito de
entender o que está acontecendo.
Gestão pública não pode ser
conduzida por interesses pessoais. É necessário colocar o interesse coletivo
acima de tudo. Jucuruçu precisa de união, não de conflitos.
O Jucurunet seguirá
acompanhando o caso com responsabilidade jornalística. E continuará dando voz à
população, que clama por respeito, justiça e coerência. Diante de toda essa situação,
fica evidente que o respeito ao povo de Jucuruçu deve partir, antes de tudo, de quem ocupa o cargo mais alto do Executivo municipal.
O prefeito Lili, como
representante legítimo da população, tem o dever institucional de agir com
equilíbrio, responsabilidade e respeito. Não é aceitável que atitudes
de perseguição se sobreponham ao interesse coletivo.
Dr. Caio Rossan, reconhecido
pela comunidade como um verdadeiro filho da terra, merece consideração pelo
trabalho prestado e pela relação construída com o povo.
Prefeito é preciso
compreender que governar é servir. E servir exige respeito à população
jucuruçuense e a todos aqueles que contribuem para o bem-estar do município.
O presidente da República,
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou com veto a lei que endurece as penas
para os crimes de furto, roubo, estelionato, receptação de produtos e roubo
seguido de morte.
A norma também trata de
crimes virtuais, como golpe pela internet, fraude bancária, furto de celular e
de animal doméstico (confira a tabela que compara as novas penas no fim da
matéria).
Além do aumento das punições,
o presidente vetou o trecho que prevê aumento da pena de roubo de 7 a 18 anos
para de 16 a 24 anos quando o crime ocorresse com violência e resultasse em
lesão grave.
Na justificativa, o
presidente explica que o trecho torna a pena mínima do roubo qualificado pelo
resultado de lesão corporal grave superior à pena mínima prevista para o
homicídio qualificado.
Senadores e deputados deverão
analisar, em sessão conjunta do Congresso Nacional, se mantêm ou não o veto
presidencial.
🔎 Publicada no Diário
Oficial da União desta segunda-feira (4), a Lei 15.397, de 2026, tem origem no
PL 3.780/2023, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP). O projeto foi aprovado em
março no Plenário do Senado, com relatoria do senador Efraim Filho (União-PB),
e retornou à Câmara para nova análise dos deputados.
"Esse projeto abrange
crimes que aterrorizam a família brasileira no tempo de hoje. E o nosso intuito
é disponibilizar ao juiz uma legislação que possibilite punição adequada. Por
isso, o projeto impõe penas mais rigorosas, por exemplo, para o furto e o roubo
de celulares", disse Efraim no Plenário.
Prisão em caso de furto
De acordo com a lei, a pena
geral de furto passa de reclusão de um a quatro anos para de um a seis anos. Se
o crime for praticado no período noturno, a pena é aumentada pela metade.
Em caso de furto de um bem
que comprometa o funcionamento de órgão público ou de estabelecimento público
ou particular de prestação de serviço essencial, como distribuição de água, a
pena será de reclusão de dois a oito anos.
A mesma pena será aplicada
nos casos de furto de fios, cabos ou equipamentos utilizados para fornecimento
ou transmissão de energia elétrica ou de telefonia ou para transferência de
dados, bem como equipamentos ou materiais ferroviários ou metroviários.
Já o furto por meio de fraude
com o uso de dispositivo eletrônico (golpe virtual) tem a pena aumentada de reclusão
de quatro a oito anos para de quatro a dez anos.
A norma também aumenta as
penas de reclusão para de quatro a dez anos em outros furtos específicos já
tipificados:
veículo transportado a outro
estado ou para o exterior;
gado e outros animais de produção;
aparelho de telefonia
celular, de computador, notebook ou tablet, ou de qualquer dispositivo
eletrônico ou de informática semelhante;
arma de fogo;
substância explosiva ou
acessório que possibilitem sua fabricação.
O texto cria ainda agravante
para o furto de animais domésticos, com pena de quatro a dez anos de reclusão.
Pena base de roubo também
aumenta
Para o crime de roubo, a pena
base passa de quatro a dez anos para seis a dez anos.
Além disso, pode haver aumento
de um terço à metade quando o crime envolver situações semelhantes às previstas
para o furto, como a subtração de celulares, computadores, notebooks e tablets,
ou o uso de arma de fogo.
No caso do latrocínio (roubo
seguido de morte da vítima), o condenado poderá ser punido com pena de 24 a 30
anos de prisão. Antes a pena era de 20 a 30 anos.
Comprar item roubado pode
render seis anos de detenção
O crime de receptação de
material obtido por meio de um crime, quando alguém compra algo roubado, por
exemplo, passa de um a quatro anos para de dois a seis anos.
Quando a receptação for de
animal de produção ou de carne, a pena passa de dois a cinco anos de reclusão
para de três a oito anos. A mesma pena é
atribuída à condenação por receptação de animal doméstico.
Lei prevê roubo de fios de
telefone
A pena por interromper
serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, atualmente de detenção de
um a três anos, será de reclusão de dois a quatro anos.
A pena será aplicada em dobro
se o crime for cometido durante período de calamidade pública ou roubo ou
destruição de equipamento instalado em torres de telecomunicação.
Fraudes eletrônicas e golpes
No crime de estelionato, com
pena de um a cinco anos de reclusão, a nova lei cria a tipificação específica
de “cessão de conta laranja”, definida como empréstimo gratuito ou com
pagamento de conta bancária para a movimentação de recursos destinados à
atividade criminosa.
A norma ainda cria a
tipificação de estelionato qualificado por fraude eletrônica para golpes
aplicados por meio da clonagem de dispositivo eletrônico, como celular ou
computador. O condenado pode ser punido com prisão de quatro a oito anos.
A lei ainda autoriza o
Ministério Público a fazer a representação para o início da ação penal, sem a necessidade
de delegação da vítima, em caso de estelionato./G1
Um idoso conhecido pelo
apelido de “Morgana” foi executado a tiros dentro por volta da 1h da madrugada
desta terça-feira (5), dentro de casa na Rua Tomé de Souza, no bairro Ouro
Verde, em Itabela, no extremo sul da Bahia.
O crime ocorreu quando homens
ainda não identificados invadiram a residência da vítima. De acordo com
relatos, os suspeitos efetuaram diversos disparos e fugiram logo após a ação,
sem serem localizados.
Moradores da região afirmaram
ter ouvido uma sequência de tiros durante a madrugada, o que causou pânico
entre vizinhos.
Informações preliminares
indicam que os criminosos estariam à procura de um homem conhecido como
“Joãozinho”, filho da vítima, que não estava no imóvel no momento do ataque,
fazendo com que o pai acabasse sendo morto; segundo relatos de moradores, o
filho teria envolvimento com furtos e outras práticas ilícitas, enquanto o idoso
não possuía ligação com crimes e enfrentava problemas de saúde.
A Polícia Militar foi
acionada e realizou buscas na região, mas até o momento ninguém foi preso.
O Departamento de Polícia
Técnica (DPT) foi chamado para realizar a perícia e encaminhar o corpo ao
Instituto Médico Legal (IML).
O caso será investigado pela
Polícia Civil, que busca identificar os autores e esclarecer as circunstâncias
do homicídio./Bahiaextremosul
Eu nasci, cresci e fui
alfabetizado em Jucuruçu. Não sou um médico que passou por aqui: EU SOU DAQUI.
Conheço as ruas, as famílias, os sobrenomes, as histórias que não estão em
prontuário nenhum. Depois de dez anos tentando,
passei em medicina numa universidade pública brasileira, e ali fiz um propósito
com Deus: eu voltaria para o lugar onde cresci, onde fui alfabetizado por Tia
Nilza, onde não perdia as aulas de português de Elson, Laudionor e Cida, onde
estudei do Cecília ao antigo colégio ACM.
Eu voltei não porque eu não
tivesse opção, mas porque eu queria ser útil aqui. Enquanto muita gente me
dizia para seguir outro caminho, fazer residência, construir vida longe de uma
cidade pequena com histórico complicado, eu fiz o contrário. Voltei. Voltei para
ouvir melhor, para cuidar com mais atenção, para ser resolutivo, para fazer
aquilo que a gente aprende na Atenção Primária quando leva a sério: tratar
gente, não número. Durante quatro anos, eu fiz
isso. Eu nunca pedi voto dentro de
consultório, nunca transformei paciente em eleitor, nunca misturei política com
atendimento. Eu trabalhei. E, curiosamente, isso foi o suficiente para me
tornar um problema.
Não por erro, não por falta,
não por desrespeito — mas por ser um médico que dava resultado e criava
vínculo. Em alguns lugares, isso é mérito. Em Jucuruçu,na gestão atual, isso é ameaça. Quando meu pai foi eleito
vereador — e ainda por cima em primeiro lugar — a coisa começou a mudar. Não
foi de um dia para o outro, foi um desmonte silencioso, daqueles que quem está
de fora quase não percebe, mas quem está dentro sente na pele.
Minha mãe, que estava na
direção da escola por processo seletivo, anterior à eleição, foi retirada com
uma justificativa que não se sustenta nem juridicamente, nem moralmente. Meu
pai, legitimamente eleito, passou a ter pedidos ignorados. Eleitores que
votaram em meu pai começaram a ter medo de perder emprego por terem votado nele
ou precisaram de "chás de cadeira" para serem chamados de volta. E eu, que nunca fiz política dentro
do consultório, virei alvo de uma política feita nas sombras. Chegou um ponto em que eu fui conversar com o
prefeito, olho no olho, em setembro de 2025.
Perguntei: “Quais são seus
planos para mim?”. Ele disse que queria que eu continuasse, que gostava do meu
trabalho, que precisava de mim. Eu acreditei. Falei com ele, com respeito,
sobre o que a gestão precisava melhorar: o acesso das pessoas aos exames,
favoritismo, a dificuldade da população em ser ouvida pela secretaria,
picuinhas sem sentido dentro do grupo político, sinais de perseguição que já
começavam a aparecer, a sensação de que ele se indignou por meu pai ter sido
eleito em primeiro lugar, mesmo meu pai sendo de sua base, onde apoiamos o
prefeito em sua eleição e reeleição. Falei com o prefeito, assim
como disse em palanque, quando subi e pedi voto para ele: Escute mais a equipe
médica. Temos muito a oferecer. Só que na mente nebulosa e embriagada por ego,
o prefeito deve ter achado ruim a mão estendida.
Ele me disse que era um absurdo
quem descontava em familiares de políticos o descontentamento com determinadas
atitudes e que ele iria rever tudo e resolver,que ainda dava tempo. Hoje eu entendo melhor: não era tranquilidade, era
cinismo. Porque, enquanto dizia isso,
já estava sendo arquitetado um dossiê para um órgão federal, mobilização
jurídica e possível participação de agentes políticos.
Eu fiz a prova da AgSUS
(antiga ADAPS), com intenção de estabilidade. Com minha nota, eu poderia
escolher qualquer capital do Brasil, mas escolhi Jucuruçu. Claro que eu vou
buscar meios jurídicos, mas a justiça é lenta, sabemos. E o prefeito preferiu
movimentar uma montanha porque ele, em grosso modo, não tem medo de ter
atitudes covardes. Ele me atinge no sentimento, no vínculo de 37 anos com uma
comunidade (meu tempo de vida) e nos 4 anos de dedicação integral à saúde de
pessoas que são meus conterrâneos.
De pessoas que orgulhosamente
falaram que me viram crescer. E nossos resultados foram ótimos, tanto
humanitários quanto no diagnóstico certeiro, na identificação rápida dos
problemas, em saber o que solicitar, quando solicitar, tudo com zelo, empatia,
conhecimento e resolutividade. Eu não tenho medo de dizer o
quanto Deus me guia em cada atendimento.
Mas, principalmente após meu
pai passar a ser mais crítico à gestão e fazer o que um vereador deve fazer
(fiscalizar e legislar), e não ter aprovado uma proposta de que dava décimo
terceiro salário para o primeiro escalão, enquanto boa parte dos contratados
estava dispensada. Vieram as medidas práticas
mais arbitrárias: diminuição de plantões até minha retirada do hospital, mas
okey... o hospital é municipal e o gestor determina quais médicos devem atuar.
Regras que dificultavam o
acesso da população a exames, determinações de impedimento de minha avaliação,
tratamento desigual em relação a outros médicos, problemas no meu CNES que
incluiu lançamentos indevidos, não pagamento do que era devido, atraso na
contrapartida municipal/ajuda de custo, isolamento, comentários espalhados pela
cidade — aquele tipo de coisa pequena que, somada, revela exatamente o tamanho
de quem pratica. E, por fim, o pedido de transferência ao órgão federal
justificado como "não estamos satisfeitos com sua permanência".
E aqui entra a parte que
dispensa interpretação: o motivo registrado foi “questões políticas”. Não é
opinião, não é versão — é o que está escrito em e-mail que recebi da AgSUS.E aí eu fico pensando, com
uma curiosidade quase clínica: que tipo de gestão prefere abrir mão de um
médico que funciona, que conhece a população, que não está de passagem, que
queria permanecer, pra descontar a raiva do pai? Ou pior, por nutrir um
sentimento estranho de insatisfação quando alguém me elogiava.
Que tipo de liderança acha
razoável prejudicar o acesso da população à saúde para resolver desconfortos
pessoais? Isso não é sobre mim. Nunca foi só sobre mim. Isso é sobre uma
escolha. E escolhas dizem muito mais do que discursos ferozes de quem só tem
coragem com microfone na mão. Também não
dá para fingir ingenuidade e achar que isso foi obra de uma pessoa só. Não foi.
Nenhum movimento desse
tamanho se faz sozinho. Existe sempre um grupo — aqueles que executam, aqueles
que sugerem, aqueles que aplaudem, aqueles que se calam. Às vezes, os mais
perigosos nem são os que mandam, mas os que obedecem sem questionar, os que
espalham, os que distorcem, os que se prestam ao papel de “soldadinhos” de
conveniência. E, sinceramente, muitos deles
conseguem ser ainda piores, porque terceirizam a própria consciência em troca de
migalhas de poder.
A história, aliás, está cheia
disso. Não preciso nem forçar muito a analogia: regimes autoritários nunca se
sustentaram apenas por um líder, mas por uma base que normaliza o absurdo. A Bíblia também não romantiza
esse tipo de situação. José foi vendido pelos próprios irmãos, não porque era
fraco, mas porque incomodava. Davi foi perseguido por Saul porque sua presença
expunha a insegurança do "rei". E Jesus, perfeito, ser de luz e amor,
foi muito judiado.
A filosofia ajuda a entender
o resto. O ressentimento que Nietzsche descreve é exatamente isso: não é o
fracasso do outro que incomoda, é o sucesso que evidencia a própria limitação. E a tal “banalidade do mal”,
que a gente vê discutida em Hannah Arendt, aparece quando pessoas comuns
começam a achar normal fazer o que é errado, desde que isso as beneficie ou as
proteja. Ninguém precisa se ver como vilão. Basta não se ver como responsável.
Eu poderia ter jogado esse
jogo. Poderia ter usado o carinho da população como moeda, poderia ter feito
política dentro do consultório, poderia ter me curvado para permanecer. Não fiz. E talvez esse tenha
sido o meu erro dentro dessa lógica: eu não me adaptei ao que era esperado de
mim. Eu continuei sendo quem eu sempre fui.
Também sei que houve torcida
para que eu errasse. E, sendo bem honesto, hoje eu vejo até um certo
livramento. Porque quando alguém quer te derrubar e não encontra motivo, às
vezes o motivo aparece — mesmo que precise ser inventado. Me tirar do hospital e agora,
conseguiu minha transferência de cidade, pode ter sido a forma mais “segura” de
resolver o problema deles sem correr riscos maiores. Parabéns pela estratégia.
Do ponto de vista de
autoproteção, foi eficiente. Do ponto de vista ético, é indefensável. Mas tem
uma coisa que precisa ficar muito clara: a gestão tirou da população de
Jucuruçu o direito a ter um médico de excelência.O que eu construí não depende
de cargo, de prefeitura ou de autorização política. Depende de mim. E isso
ninguém tira. Para a população de Jucuruçu,
o que eu tenho é apreço e respeito.
Vocês sabem quem eu fui
nesses quatro anos. Sabem como eu trabalhei, sabem como eu atendi, sabem que eu
não estava de passagem. Não normalizem o que aconteceu.Conseguir minha transferência
em um cargo federal... é muito ódio, amargura, pequenez. Eu vou estar bem onde
eu estiver, claro que estaria melhor perto da minha avó, dos meus pais, da
minha irmã, da população que amo e da equipe que se tornou minha segunda
família.
Mas sei que dificilmente
haverá um trabalho de excelência como o que fizemos e esta gestão, a gestão
Lili, será marcada por não permitir a continuidade de um trabalho clínico digno
e que se preocupa verdadeiramente com o povo.Não aceitem que decisões
políticas sejam mais importantes do que a saúde de vocês. Não esqueçam — não
por mim, mas por vocês mesmos.
E para quem acha que resolveu
alguma coisa, eu só digo o seguinte: eu continuo sendo o mesmo. O mesmo que
voltou por propósito, o mesmo que acredita no que faz, o mesmo que transforma
dificuldade em crescimento.
Eu sei exatamente quem me
estendeu a mão e sei exatamente quem tentou me apedrejar. E eu tenho um hábito
antigo: eu sempre volto melhor. No fim
das contas, quem é pequeno, asqueroso e covarde? Pois é. Diante de qualquer atitude
de quem está no poder, pergunte: Essa pessoa se parece com quem? Pilatos,
Judas, Herodes, Barrabás ou Jesus?E aí você saberá quem
realmente tem poder. Ah, e eu posso ir para o
Japão (calma que não sairei da Bahia), mas jamais sairei de Jucuruçu.
Gestor nenhum me tira daqui.
Não serei visto com frequência, claro, porque preciso trabalhar e, em breve
serei realocado em outra cidade que precisem muito de mim, e, embora a gestão
tenha feito o movimento de retirar um médico top das galáxias que atendia em
Jucuruçu no SUS e cujo salário é pago pelo governo federal, garanto que ainda
neste mês de maio, estarei com nosso trabalho social, atendendo a todos, DE
GRAÇA.
Organizaremos as agendas e
tudo dará certo. Como dizia minha bisavó Ana Maria de Du: "por cima de
medo, CORAGEM!"