Denúncia sobre gastos do Réveillon em Prado
levanta questionamentos
Durante uma fala
pública, foram levantadas sérias dúvidas sobre os gastos com a estrutura do
Réveillon no município de Prado. Segundo o relato, duas empresas foram contempladas no processo licitatório
para a montagem da festa.
A primeira é a Mirante Serviço, que teria sede em
Teixeira de Freitas, porém, conforme a denúncia, a empresa não existiria fisicamente no local informado. O
valor atribuído a essa empresa foi de R$
1.818.637,044.
A segunda empresa
citada é a BM Construtora e Produções Ltda,
que recebeu cerca de R$ 507.670,00,
ultrapassando meio milhão de reais. Somando os dois contratos, o gasto chega a quase R$ 2,4 milhões apenas com a estrutura da
festa, sem incluir os cachês das bandas.
Ainda conforme a
denúncia, a BM seria uma empresa ligada a Jucuruçu. Durante fiscalização no
endereço informado, foi constatado que a
sede funciona em uma casa alugada, cujo imóvel pertence a um pastor
evangélico, apontado como possível “laranja” da empresa. A acusação é de que
essa empresa vem faturando desde o primeiro mandato da atual gestão.
O denunciante
também afirma que há ligação direta entre
as empresas contratadas e a família do prefeito. Segundo ele, quem
monta o palco seria a própria família do gestor municipal, e a estrutura
utilizada ficaria armazenada em um galpão localizado na Avenida do Farol.
“Indiretamente,
a licitação é para a família dele”, afirma, acrescentando que, embora outras
empresas apareçam no papel, o controle
real estaria nas mãos da família do prefeito. O caso seria, segundo o
relato, de conhecimento público.
Por fim, a fala critica duramente os valores gastos com festas, classificando a situação como um absurdo, principalmente diante das dificuldades enfrentadas pela saúde e pela educação no município.
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