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segunda-feira, 23 de março de 2026

Apagão em Jucuruçu expõe descaso da Neoenergia Coelba e omissão da gestão municipal

 



A população de Jucuruçu voltou a enfrentar transtornos provocados pela falta de energia elétrica, após mais de quatro horas consecutivas de interrupção no fornecimento neste domingo, 22 de março de 2026. O episódio gerou indignação entre moradores da sede e da zona rural, que relataram prejuízos e dificuldades em atividades básicas do dia a dia.

A concessionária Neoenergia Coelba, responsável pelo abastecimento no município, tem sido alvo de constantes críticas devido à recorrência de quedas de energia e à demora na solução dos problemas. Para muitos moradores, a situação demonstra descaso com a população local.

Comércios foram diretamente afetados, especialmente aqueles que dependem de refrigeração, como supermercados, açougues e lanchonetes. Pequenos empresários relatam perdas financeiras e cobram maior responsabilidade da empresa diante dos prejuízos acumulados.

Além disso, moradores destacam que a interrupção prolongada compromete serviços essenciais, como abastecimento de água, comunicação e até atendimentos de saúde em algumas localidades, evidenciando o impacto direto da falta de energia no cotidiano da população.

A própria concessionária orienta que interrupções sejam comunicadas por canais oficiais para agilizar o atendimento, mas, na prática, consumidores relatam demora e dificuldade na resolução dos problemas .

A falta de energia também expõe fragilidades na infraestrutura elétrica da região, levantando questionamentos sobre a manutenção preventiva e investimentos realizados pela empresa.

Outro ponto que tem gerado revolta é a ausência de posicionamento claro durante os apagões, deixando a população sem informações sobre prazos para o restabelecimento do serviço.

Diante do cenário, cresce a cobrança sobre a atuação do poder público municipal. Moradores apontam que o gestor municipal tem sido omisso ao não cobrar com firmeza providências da concessionária.

Para a população, é dever da administração municipal defender os interesses do povo e exigir um serviço de qualidade, principalmente em situações recorrentes como esta.

A falta de uma postura mais incisiva por parte do gestor tem sido interpretada como sinal de fragilidade na defesa dos direitos dos cidadãos de Jucuruçu.

Enquanto isso, a população segue sofrendo com os impactos diretos da instabilidade no fornecimento de energia, aguardando soluções concretas tanto da concessionária quanto das autoridades locais.

O episódio reforça a necessidade de maior fiscalização, diálogo e cobrança por parte dos órgãos competentes, para que situações como essa não continuem prejudicando o desenvolvimento e a qualidade de vida no município.

Jucuruçu segue distante de contar com um gestor que realmente compreenda e assuma as responsabilidades inerentes à administração pública municipal. A população tem sentido na pele a ausência de ações firmes diante de problemas recorrentes que afetam diretamente o dia a dia dos cidadãos.

Situações como a falta de energia elétrica, infraestrutura precária e serviços básicos comprometidos evidenciam essa fragilidade. Falta posicionamento, cobrança e, principalmente, compromisso com os interesses coletivos do município.

A gestão pública exige presença, diálogo e atitudes concretas, o que, segundo moradores, não tem sido observado. Enquanto isso, a comunidade segue desassistida, arcando com prejuízos e inseguranças. Jucuruçu clama por uma liderança mais atuante, responsável e comprometida com o bem-estar da população.

Por/Jucurunet

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Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.