Desde que o vereador Tim do
Hospital rompeu politicamente com a base governista e passou a exercer postura
mais crítica e fiscalizadora, uma sequência de atitudes da gestão passou a ser
interpretada por parte da população e de servidores como perseguição política e
assédio moral, tendo como principal alvo o médico Dr. Caio Rodrigues dos
Santos, profissional vinculado ao Programa Médicos pelo Brasil e reconhecido
pelo trabalho desenvolvido na Atenção Primária do município.
Entre as medidas mais questionadas esteve o remanejamento o médico para outro município. Mas o que poucos sabem é a escalada de medidas questionáveis da gestão incluiu a suspensão do pagamento da ajuda de custo municipal, benefício previsto em lei e regulamentado por normas federais.
Após notificação
extrajudicial formal encaminhada pela Associação de Médicos pelo Brasil (AMPB),
cobrando a regularização imediata do pagamento, a Prefeitura efetuou nesta
segunda-feira, 11 de maio, o depósito dos valores retroativos devidos ao
médico.
O episódio reforça quatro
recados importantes: injustiçados precisam ter coragem para buscar seus
direitos; perseguição e assédio não podem ser naturalizados na administração
pública; a justiça, às vezes, chega mais rápido do que muitos imaginam; e
nenhum prefeito está acima da lei.
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