A última sessão da Câmara Municipal de Jucuruçu foi marcada por
momentos de desordem e forte repercussão entre os presentes e internautas que
acompanharam os acontecimentos. A condução dos trabalhos pela presidente da
Casa, Maria Nilza Loiola, voltou a ser
alvo de críticas.
De acordo com
relatos, o plenário registrou episódios de interrupções constantes por parte do
público, que em diversos momentos interferiu diretamente na fala de vereadores
durante seus pronunciamentos. A situação gerou desconforto e comprometeu o
andamento regular da sessão.
É de conhecimento
público que não há tribuna livre instituída na Câmara de Jucuruçu. Ainda assim,
durante a reunião, pessoas presentes no plenário se manifestaram sem
autorização formal, provocando tumulto e dificultando a condução dos trabalhos
legislativos.
O que se viu,
segundo participantes, foi um cenário de desorganização, onde a presidente não
teria adotado medidas imediatas para conter as interferências. Em várias
ocasiões, caberia à Mesa Diretora intervir, solicitar silêncio ou até mesmo
determinar a retirada de quem estivesse comprometendo a ordem do recinto, o que
não ocorreu.
Um dos
vereadores chegou a questionar publicamente a postura da presidência diante da
situação, cobrando providências para garantir o respeito às normas da Casa. No
entanto, conforme relato, não houve resposta efetiva ou adoção de medidas
concretas naquele momento.
A ausência de
uma ação firme para manter a ordem gerou revolta em parte da população, que
entende que o plenário deve ser um espaço de respeito institucional, garantindo
o direito de fala dos parlamentares e o cumprimento do regimento interno.
A Câmara
Municipal é o espaço legítimo para o debate democrático, mas a organização e o
respeito às regras são fundamentais para assegurar a seriedade dos trabalhos
legislativos. A expectativa agora é que a presidência adote providências para
evitar que episódios semelhantes voltem a acontecer nas próximas sessões.
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