A verdade é uma só: não dá mais para
acreditar nos falsos políticos de Jucuruçu
A política em
Jucuruçu tem sido ao longo dos anos, um terreno fértil para promessas
grandiosas e resultados muitas vezes frustrantes. A cada período eleitoral,
surgem discursos empolgados, planos mirabolantes e compromissos firmados diante
da população. No entanto, após a apuração das urnas, o que se percebe é que
grande parte dessas promessas não sai do papel.
A população já
não reage com o mesmo entusiasmo de antes. O sentimento predominante é de
cansaço e desconfiança. Não se trata de um ataque pessoal a este ou aquele
nome, mas de uma reflexão sobre um ciclo que parece se repetir desde as
primeiras gestões até a atualidade. A troca de gestores nem sempre significou
mudança de postura ou de prioridades.
É comum ouvir
nas ruas questionamentos sobre a qualidade dos serviços públicos, sobre a
situação das estradas, da saúde, da educação e da infraestrutura. Projetos são
anunciados com destaque, mas muitos acabam esquecidos com o passar do tempo. A
sensação é de que o discurso político, em muitos casos, se distancia da
realidade vivida pela população.
A política
deveria ser instrumento de transformação social, ferramenta de desenvolvimento
e promoção da justiça. No entanto, quando interesses pessoais ou grupos
específicos se sobrepõem ao bem coletivo, quem paga a conta é o cidadão comum.
E é justamente esse cidadão que começa a perder a fé nas lideranças que
escolheu.
Jucuruçu merece
mais do que promessas. Merece planejamento, transparência e compromisso
verdadeiro com o dinheiro público. O mandato não pode ser encarado como
privilégio, mas como responsabilidade. O gestor precisa entender que foi eleito
para servir, não para se servir do cargo.
Diante desse
cenário, cabe também ao eleitor um papel fundamental. É preciso analisar
histórico, postura, coerência e resultados concretos antes de depositar o voto
de confiança. A mudança não depende apenas de quem ocupa o poder, mas também da
consciência de quem escolhe seus representantes.
A verdade é clara: confiança não se constrói com palavras bonitas, mas com atitudes consistentes. Enquanto a prática não acompanhar o discurso, a descrença continuará crescendo. E o maior desafio da política local será reconquistar aquilo que foi perdido ao longo do tempo: a credibilidade diante do povo.
Dentro desse cenário de descrença e insatisfação popular, muitos moradores afirmam, de forma contundente, que a atual gestão é a que mais tem gerado frustração. Para parte significativa da população, o prefeito Arivaldo de Almeida Costa, conhecido como Lili, representa o ápice desse desgaste político.
As críticas envolvem promessas não cumpridas e problemas persistentes em áreas essenciais. Moradores relatam dificuldades na infraestrutura, na manutenção das estradas e nos serviços básicos.
Há também questionamentos sobre prioridades administrativas. A insatisfação é tema constante nas rodas de conversa da cidade. Aliados defendem a gestão, mas opositores são enfáticos nas críticas. O clima político segue polarizado no município. A cobrança por resultados concretos aumenta a cada dia. E a população aguarda respostas que possam reverter a atual crise de confiança.
Por/Jucurunet
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