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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Por três anos consecutivos: Prefeitura de Jucuruçu têm contas de 2014 aprovadas pelo TCM


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O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) por unanimidade aprovou as contas da Prefeitura de Jucuruçu referentes ao ano 2015, na tarde desta quinta-feira, 01, pelo terceiro ano consecutivo, pois também foram aprovadas as contas de 2013 e 2014, algo inédito neste município. De acordo com o secretário de Administração, Valdenir Júnior, apesar da crise financeira no país, o município de Jucuruçu fez uma boa gestão em 2015 e estamos vendo o resultado com muita satisfação.
Isso mostra como o município tem se tornado um modelo de administração em gestão pública. A decisão do TCM prova que estamos no caminho certo, com uma gestão pautada na ética, transparência, valorizando o servidor e cumprindo o que estabelece as leis./jucurucuonline

Polícia faz reconstituição de bebê morto em Prado e descarta queda


      
A Polícia Civil realizou a reconstituição, no último dia 29 de novembro, da cena do crime que vitimou o pequeno Pedro Silva Carneiro, de 9 meses, na estrada de acesso à Praia da Paixão em Prado.


Ainda são muitas contradições no caso envolvendo o suposto acidente, em que a criança cai da cadeirinha que estava no assento de um Hilux no dia 29 de outubro.


Os peritos do Departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas, juntamente com o Delegado Dr. Júlio Telles, responsável pelo caso, reconstituíram a cena do crime, a fim de entender a versão dos pais que até o momento é contraditória.


A verdadeira causa da morte da criança é desconhecida. Seus pais, Jorge Carneiro Junior, de 41 anos, e Erisângela Santos Silva, de 38 anos, tiveram o mandado de prisão preventiva decretada pela comarca de Prado, e foram detidos na tarde do dia 9 de novembro e depois transferidos para Teixeira de Freitas, onde permanecem detidos a disposição da justiça.


O delegado o delegado, Júlio Telles, afirma que a verdade ainda não é possível definir, mas a versão contada pelos pais não se sustenta diante das causas possíveis.


A reconstituição levou cerca de 4 horas e meia, e contou com a participação dos pais do bebê, testemunhas e policiais de Prado, Itamaraju e Teixeira de Freitas. “Os trabalhos serviram para esclarecer o que desde o começo nós já sabíamos. Ficou bem claro na reprodução simulada que a versão de queda está totalmente descartada”, disse Telles, adiantando que vai concluir o inquérito e remetê-lo ao Judiciário.


O delegado ainda afirma que, pode solicitar ao juiz Leonardo Coelho, titular do Prado, a prorrogação da prisão temporária do casal por mais 30 dias ou até mesmo a preventiva de pai e mãe, para concluir o processo e julgamento.

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Relembre o caso

Depois do suposto acidente, o pequeno Pedro chegou à UPA sem sinais vitais. Na época, os pais contaram que o bebê teria se soltado da cadeirinha que estava no banco traseiro do carro, e aberto a porta, caindo do carro em movimento.


O caso foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Teixeira, mas o caso não convenceu o delegado, que começou a investigar o crime. Depois que os pais da criança foram presos, o juiz aceitou o pedido de exumação do corpo, que aconteceu na manhã do último dia 22, em Itamaraju.


Na ocasião, o delegado afirmou que com esse processo, eles queriam verificar se haviam outras lesões que não tinham sido detectadas nos exames. O lado deve chegar até o final deste mês. Júlio ainda afirmou que, ao investigar a história, ainda há contradições entre os depoimentos do pai e da mãe. “Quanto perguntamos como eles agiram na hora, o que fizeram, as respostas de um e do outro não batem”, disse./sulbahianews

Jovem é morto com tiro de 12 na barriga



Nesta quarta-feira (30), em Itabela foi registrado mais um crime de violência no bairro Pereirão. Uandersom Santos Neves de 22 anos foi morto com tiro de calibre 12 no quintal de uma residência.

Segundo as informações, o atirador escalou o muro do quintal, onde Uanderson estava e efetuou o disparo de espingarda calibre 12.

Ao ser atingido na barriga pelo disparo, Uanderson teve morte imediata. A polícia acredita que o crime tem relação com o tráfico de drogas.

De acordo com a polícia, Uanderson tinha várias passagens por envolvimento ao tráfico de entorpecentes./ AtlanticaNews

Falta de respeito: Avião da LaMia caiu por falta de combustível, conclui Aeronáutica da Colômbia


Avião da LaMia caiu por falta de combustível, conclui Aeronáutica da Colômbia

As autoridades colombianas apresentaram nesta quarta-feira, em Medellín, as primeiras conclusões sobre o acidente aéreo do voo que transportava a Chapecoense até a cidade para jogo contra o Atlético Nacional, pela final da Copa Sul-Americana. Segundo o Secretário Nacional de Segurança Aérea da Colômbia, Freddy Bonilla, a aeronave da companhia boliviana LaMia estava sem combustível no momento do choque, o que indica a possibilidade de ter existido nos instantes anteriores uma pane elétrica.

“Podemos afirmar claramente que o avião não tinha combustível no momento do impacto. Uma das hipóteses com que trabalhamos é que como o aeronave não tinha combustível, os motores se apagaram e houve pane elétrica, como foi relatado pelo piloto para a torre de controle”, disse Bonilla em entrevista coletiva no aeroporto Olaya Herrera, no centro da cidade.

O avião que transportava a delegação da Chapecoense caiu entre as cidades de La Ceja e La Unión, na região metropolitana de Medellín, capital do departamento de Antioquia. As investigações preliminares foram apresentadas pela primeira vez nesta quarta-feira, logo depois do vazamento de conversas de áudio entre o piloto do avião e a torre de controle do aeroporto José Maria Cordóva mostrarem um diálogo desesperado para pousar o quanto antes, já que os tanques estavam vazios.

De acordo com Bonilla, a ausência de combustível é uma desobediência grave às regras do transporte de passageiros. “Qualquer aeronave no mundo precisa ter no mínimo uma quantidade extra de reserva para aguentar 30 minutos além do tempo previsto de voo e ainda mais 5 minutos ou 5% da distância, para que assim se tenha uma segurança. Vamos investigar para saber por que a tripulação não contava com combustível suficiente”, explicou.

Os órgãos colombianos confirmaram que o voo fretado saiu de Santa Cruz de la Sierra com destino a Medellín sem previsão para escalas. O tempo do deslocamento seria de 4 horas, porém a queda se deu antes de se chegar a esse prazo. O avião se chocou com uma montanha a uma altitude de 2,2 mil acima do nível do mar, em velocidade aproximada de 250 km/h.

O secretário desmentiu um boato que circulava na Colômbia sobre o voo da Chapecoense ter ficado no ar para ter que aguardar a liberação da pista. Segundo ele, minutos antes da aproximação da aeronave com a equipe catarinense, a pista teve, sim, de receber o pouso de emergência de um voo que saiu de San Andrés, ilha colombiana no Caribe, com destino a Bogotá. Porém, de acordo com Bonilla, isso não fez com que a viagem do time de futebol fosse afetada.

“Às 9h41 da noite o voo da Chapecoense foi autorizado a se aproximar. Às 9h52 o avião que vinha de San Andrés e estava sem combustível, pousou na pista, após desviar seu destino. Nesse mesmo instante o voo da companhia aérea LaMia comunicou a situação de emergência”, explicou. Quatro minutos antes desse pedido de socorro, o piloto boliviano solicitou prioridade na pista.

No horário colombiano (três horas a menos que o do Brasil) das 9h57 da noite de segunda-feira foi feito o último contato. Nessa conversa, a LaMia declarou à torre de controle a falha completa do sistema elétrico, assim como o tanque vazio. Houve perda de contato e a posterior queda do avião, que causou morte de 71 pessoas.

Junto com Bonilla, o diretor geral da Aerocivil, Alfredo Bocanegra, explicou que no primeiro momento, a expectativa por sobreviventes era mais alta. “Chegamos a pensar que seriam 11 sobreviventes, mas são somente seis. Encontramos as duas caixas pretas com facilidade e vamos continuar os trabalhos de apuração”, contou. Desses seis, dois são tripulantes bolivianos, três são jogadores da Chapecoense e o outro é jornalista.

Bonilla explicou que os áudios que circulam com supostas conversas entre o piloto Miguel Quiroga e a torre de controle tiveram conteúdos editados e inexatos e considerou a propagação do conteúdo um desserviço, por considerar que contribuem para a falta de esclarecimento sobre o acidente./Estadão

Após adiamentos, acusados da morte do radialista Ronaldo Santana vão a júri na segunda (5)


Após adiamentos, acusados da morte do radialista Ronaldo Santana vão a júri na segunda (5)

Ronaldo Santana de Araújo foi assassinado aos 38 anos, na frente do filho, à queima-roupa, às 06h40 de 09 de outubro de 1997, na semana que acontecia o novenário da Festa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Quatro tiros silenciaram a voz de Santana, que na época apresentava e dirigia um jornalístico matinal na Rádio Jornal AM de Eunápolis.

Ronaldo Santana começou a trabalhar como office-boy na Rádio Santa Cruz, em Ilhéus, em 1977. Passou depois a operador de áudio e em m 1990 mudou-se para Eunápolis, onde trabalhou como operador de transmissor de rádio, junto com a mulher, na Rádio Jacarandá. Substituiu o apresentador de um programa e, em pouco tempo, passou também a fazer reportagens policiais e sobre reclamações da população. Apresentava o programa Ronda Policial, transmitido diariamente às 7h pela Rádio Jornal, e que abordava também fatos políticos, denúncias e desmandos administrativos do chefe do executivo local, à época o ex-prefeito Paulo Dapé, acusado de ser o mandante do crime.

O juiz Otaviano Andrade Sobrinho, então presidente do Tribunal de Júri da Comarca de Eunápolis, determinou para o dia 18 de maio de 2015, às 8h30, o julgamento das quatro pessoas acusadas de envolvimento com a morte do radialista Ronaldo Santana, ocorrida 18 anos antes.

Na época seriam julgados o ex-prefeito de Eunápolis, Paulo Ernesto Ribeiro da Silva, conhecido como Dapé, o bancário Antônio de Oliveira Santos (Toninho da Caixa), Maria José Ferreira de Souza (conhecida como Maria de Sindoiá) e Waldemar Batista de Oliveira (Dudu). Mas em virtude de uma manobra legal da defesa dos acusados, mais uma vez o julgamento terminou adiado.

E nesta quarta-feira, dia 30 de novembro, foi confirmado que o acusado de encomendar a morte de Santana, o ex-prefeito Paulo Dapé, deverá sentar-se no banco dos réus na próxima segunda-feira, dia 5, quando ele e os outros três acusados no crime serão submetidos a julgamento popular.

Relembre o assassinato

Para muitas pessoas que não se lembram do ocorrido, ou para os mais jovens que estão ouvindo falar agora, Ronaldo Santana tinha um programa que começava às 07h, que em 9 de outubro de 1997, ficou vago, já que o radialista sofrera o atentado quando caminhava em direção à Rádio Jornal, acompanhado do seu filho Márcio, sonoplasta do pai na época.

Em depoimento à polícia, Márcio Santana disse que  no momento do crime, não havia muita gente na rua, somente algumas pessoas que chegavam para uma feira existente no local, mas elas estavam dentro de um galpão. Após perceber seu pai caído, o jovem contou que viu um táxi e começou a acenar, pedindo ajuda. Ronaldo Santana foi levado pelo taxista ao hospital ainda com vida, mas morreu horas depois.

O filho de Ronaldo nunca conseguiu descrever com exatidão os homens que calaram seu pai. Disse que a ação dos bandidos foi muito rápida, e tinha de socorrer Ronaldo, que estava caído. Além disso, o homem da moto estava com o capacete, o que dificultou o reconhecimento. Um dia antes de morrer, o radialista havia anunciado que faria uma denúncia sobre tráfico de drogas. Num dos programas, mencionou a existência de traficantes nas escolas, especialmente no colégio Anésia Guimarães, um dos principais de Eunápolis.

As críticas de Ronaldo contra a administração do prefeito Paulo Ernesto Ribeiro da Silva ‘Paulo Dapé’, também eram uma constante em seu programa. Ele não poupava policiais, políticos e moradores da comunidade. Num dos programas, falou da má qualidade da merenda nas escolas da cidade. Seus comentários fizeram com que a então secretária de Educação, Maria de Lourdes Vieira do Nascimento, pedisse direito de resposta na rádio. Em uma sessão especial da Câmara de Vereadores, os dois se enfrentaram. Depois da sessão, o marido da secretária, Tércio Pereira, seguiu Ronaldo de carro e tentou agredi-lo com um pontapé e com palavras. Em 27 de junho de 1997, o radialista fez queixa na Delegacia da Polícia Civil de Eunápolis contra Pereira.

Ronaldo não costumava comentar com a mulher, Manuelina Moura de Araújo, de 42 anos, sobre ameaças recebidas. Embora, nos últimos tempos, ela tenha sentido que o marido andava tenso e preocupado. Na noite anterior ao crime, ele quase não dormiu. Segundo Manuelina, Ronaldo levantou-se pelas 4h. Disse que perdeu o sono. Fez o café e saiu no horário habitual a pé com o filho para o trabalho, quando foi atacado e morto./TN

Em depoimento a Moro, Lula diz ser 'o maior interessado na verdade'



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento nesta quarta-feira (30) na Justiça Federal de São Bernardo do Campo (SP) como testemunha no processo da Lava Jato contra o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Lula foi convocado a pedido da defesa do ex-deputado.

O depoimento foi prestado por meio de videoconferência. Cunha também participou da audiência, mas na Justiça Federal em Curitiba.

No primeiro encontro com o juiz Sergio Moro, o ex-presidente afirmou que é "o maior interessado na verdade".

"Eu fui inclusive comunicado pelos meus advogados que não seria necessário responder, mas eu quero dizer que faço questão de responder, que o maior interessado na verdade sou eu", afirmou Lula a Moro, no início da audiência. O ex-presidente confirmou que o PMDB, PP e PT faziam indicações às diretorias da Petrobras.

"Eu já expliquei mais de uma vez que, quando o partido compõe uma aliança política para governar, todos os partidos que integram essa aliança podem reivindicar ministério ou cargo. Assim que era montado antes, durante e depois. E assim que é montado agora", afirmou.

Ele atribuiu ao PMDB as indicações à diretoria Internacional da Petrobras, como de Nestor Cerveró e Jorge Zelada./bocaonews

"Só tem uma exigência que nós fazemos: é que a pessoa seja tecnicamente competente, que tenha conhecimento da atividade que vai fazer. E todos eles que foram indicados têm competência e história dentro da Petrobras", afirmou Lula.


Disse, porém, desconhecer qualquer participação de Cunha nesse processo ou na compra do campo de petróleo de Benin, alvo da acusação contra o peemedebista.

Testemunha no mesmo processo, o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula, afirmou desconhecer o processo de indicação de diretores na Petrobras e disse não ter informações sobre o poço de Benin. "Não tenho nenhum conhecimento; não sei nem onde fica Benin", afirmou.

Lula e Bumlai saíram pela garagem e não falaram com os repórteres. Os depoimentos não puderam ser acompanhados pela imprensa.

A reportagem procurou a defesa de Lula e sua assessoria, mas não foi atendida. Cerca de 30 manifestantes estiveram em frente ao prédio da Justiça Federal de São Bernardo do Campo protestando a favor do ex-presidente.

Eduardo Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de petróleo em Benin, na África, e de usar contas na Suíça para esconder o dinheiro ilegal. Ele está preso desde o dia 19 de outubro.

Revolta: servidores invadem plenário e sessão é cancelada




A sessão ordinária prevista para a manhã desta quarta-feira, 30 de novembro, na Câmara Municipal de Teixeira de Freitas acabou não acontecendo. Servidores públicos municipais de diversas categorias ocuparam o plenário da Casa Legislativa impedindo a reunião aberta dos vereadores. A mobilização aconteceu depois que os servidores descobriram que o Projeto do Plano de Cargos e Carreira não entraria na pauta de votação.

Durante a reunião interna desta terça-feira, 29, o presidente da Câmara, Miro Barbosa, chegou a sinalizar que colocaria o projeto em votação na sessão desta quarta-feira, no entanto, 12 vereadores recomendaram a volta do Projeto para o Executivo, onde deve passar por novas adequações.

Para os sindicatos que defendem a causa das 17 categorias envolvidas no processo, a Câmara brinca de negociar a votação. A proposição está na Casa antes do período eleitoral e não foi apreciado no plenário porque os vereadores pediram uma análise do impacto financeiro para o setor contábil do município. O documento foi encaminhada para a Câmara na última semana, criando a expectativa da votação para hoje.

Os vereadores que pedem a reformulação do projeto alegam que o Plano não se adéqua ao Projeto de Lei Orçamentária e Lei de Responsabilidade Fiscal, representando riscos aos cofres públicos. Os edis também embasaram a decisão do adiamento da votação em uma recomendação do Ministério Público Estadual, a recusa da assinatura em punho dos ordenadores de despesas em assegurar as informações passadas no relatório do impacto financeiro, além dos pareceres de suas comissões permanentes e alegação de que o Projeto também não atende os anseios de pelo menos duas categorias – Garis e Motoristas.

Confira o nome dos vereadores que pedem uma nova adequação do Plano: Ronaldo Baitakão; Yuri Takao Shinozaki; Juvenal das Laranjas; Zé da Mata; Onedi Alves; Souza, Adriano Souza; Domingos Donato; Ariston Pinheiro; Pedrão; Adalgiso Jardim e Agnaldo da Saúde./sulbahianews

Rua principal de Jucuruçu - Bahia, 3 de março de 2024.

Jucuruçu - Bahia. Pedaço bom do Brasil.